16 outubro 2017

Surge mais uma IPO no Canadá com ativos no Brasil

Ero Copper, com ativos de cobre na Bahia, tem valor estimado em R$ 320 milhões... Leia mais em noticiasdemineracao 16/10/2017

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Ero Copper Files Final Prospectus and Announces Pricing of Initial Public Offering

Ero Copper Files Final Prospectus and Announces Pricing of Initial Public Offering
VANCOUVER, BRITISH COLUMBIA--(Marketwired - Oct. 11, 2017) - NOT FOR DISTRIBUTION IN THE UNITED STATES Ero Copper Corp. (" Ero " or the " Company ") today announced that it has obtained a receipt for its final prospectus filed with the s...
10/11/2017 6:29:46 PM... Leia mais em marketwire 11/10/2017

About Ero
Ero is a base metals mining company focused on the production and sale of copper from the Vale do Curaçá Property in Brazil, with gold and silver produced and sold as by-products from the Vale do Curaçá Property.

16 outubro 2017



Glencore e Catar vendem ações da Rosneft para empresa chinesa

O consórcio controlado pela gigante de commodities Glencore e o fundo soberano do Catar anunciou, nesta segunda-feira (16), um acordo de 7,8 bilhões de euros para vender uma parcela de 14% da petroleira russa Rosneft para o conglomerado chinês CEFC.

A venda renderia cerca de 4 bilhões de euros, além "da quantia de euros decorrentes da conversão" de 4,6 bilhões de dólares para euro "em taxa média de cinco dias no dia do pagamento", disse a Glencore em um comunicado.

O acordo deixa a Glencore com 0,5% e o fundo do Catar com 4,8% da gigante petroleira russa.

O dinheiro será usado para pagar o financiamento que o consórcio recebeu do grupo bancário italiano Intesa Sanpaolo e de bancos russos em dezembro de 2016, quando comprou as ações da Rosneft.

Quando o acordo foi inicialmente anunciado, em 8 de setembro, o presidente da Rosneft disse que o consórcio enfrentava problemas para financiar grande parte de sua cota.

A Rosneft vendeu 19,5% de suas ações no fim de 2016 num negócio surpreendente, parte de uma onda de privatizações na Rússia - uma forma de melhorar o orçamento do país diante da queda de preços do petróleo.

O preço de compra de 10,5 bilhões de euros foi dividido igualmente entre Glencore e a Autoridade de Investimento do Catar (QIA, na sigla em inglês).

"A Glencore a QIA vão manter, cada uma, um interesse econômico nas ações da Rosneft proporcional ao seu investimento de capital original", disse a Glencore.

Com essa venda, o governo russo controla apenas 50% da maior empresa energética do país, com a britânica BP com 20%.

O grupo chinês CEFC, entre as dez maiores empresas privadas do país, gastou, nos últimos anos, cerca de 915 milhões de dólares para adquirir ações de uma companhia aérea, uma cervejaria, dois grupos de mídia e um time de futebol.

O negócio ainda depende de aprovação regulatória. AFP Leia mais em yahoo 16/10/2017



Petrobras pede registro para IPO da BR Distribuidora

A Petrobras informou nesta segunda-feira que pediu na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) registro de companhia aberta para a unidade de combustíveis BR Distribuidora, além de aval para realizar uma oferta inicial de ações da subsidiária.

A operação envolve uma venda secundária de ações, ou seja, de papéis detidos por sócios. Ainda não há preço e percentual definido das ações a serem ofertadas.

A Petrobras já havia informado que o percentual de venda de ações poderia ficar entre 25 e 40 por cento da participação acionária detida na BR.

O objetivo da Petrobras é listar a BR Distribuidora no Novo Mercado, segmento com regras de governança mais rígidas da B3. (Por Roberto Samora) Reuters Leia mais em dci 16/10/2017



Chinesa Goldwind avalia compra de projetos eólicos para entrar no Brasil

Segundo Aneel, companhia asiática tocaria junto à também chinesa Zhejiang Electric Power Construction Co. a construção de oito usinas eólicas cujas obras foram paralisadas pela Energim

A fabricante chinesa de turbinas de energia eólica Xinjiang Goldwind Science & Technology, uma das maiores do mundo, tem buscado meios de entrar no mercado brasileiro, em uma estratégia que pode passar pela aquisição de parques eólicos no país, disseram à Reuters especialistas próximos das conversas.

O movimento vem em um momento em que ativos de energia no Brasil atraem forte interesse de investidores de olho no grande mercado consumidor brasileiro, que saiu há pouco tempo da maior recessão em décadas.

A conjuntura econômica, que também deixou muitas empresas do setor elétrico em dificuldades financeiras, atrai companhias mais capitalizadas, principalmente estrangeiras, dispostas a grandes aquisições aguardando lucros no futuro --um parque eólico de grande porte pode ter valor na casa do bilhão de reais.

Executivos da Goldwind disseram a parceiros no Brasil que têm planos de instalar uma fábrica de equipamentos no país e que podem entrar como investidores em algum empreendimento eólico para viabilizar a venda das primeiras turbinas no disputado mercado local, disse à Reuters o presidente da consultoria em energia renovável Braselco, Armando Abreu.

Segundo ele, os chineses poderiam cadastrar um projeto em leilões agendados pelo governo para contratar novas usinas, que acontecem em dezembro, ou partir em busca de parques eólicos contratados em rodadas anteriores das licitações estatais, mas que ainda não iniciaram obras.

"Realmente, eles estão muito ativos. Estão a conversar com investidores... uma alternativa é eles próprios atuarem como investidores --ou ir aos leilões, ou comprar parques com contrato. Eles instalam as turbinas deles e depois vendem o parque a investidores", explicou Abreu.

O Brasil passou por um exponencial crescimento na geração eólica na última década, período em que a produção das usinas movidas a vento passou de praticamente zero para quase 10 por cento da matriz elétrica nacional.

Nos últimos anos, no entanto, uma redução no ritmo de contratação de novas usinas devido à recessão econômica derrubou o volume de negócios no setor e gerou um cenário de forte disputa entre os diversos fabricantes de equipamentos eólicos presentes no país, que incluem gigantes como Vestas, GE e Nordex-Acciona.

Mas essas empresas e a brasileira WEG fabricam grande parte dos componentes de suas turbinas no Brasil, o que permite a venda das máquinas aos clientes com atrativos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

"Como talvez seja difícil vender turbina sem fábrica aqui, me parece que a estratégia deles é comprar um projeto, participar societariamente de um projeto para viabilizar a venda das turbinas. Criar uma demanda, e aí sim trazer uma fábrica", disse o especialista em Energia da BBMA Advogados, Bernardo Viana de Santana.

Ele afirmou que tem participado de conversas para a venda de projetos de parques eólicos no Ceará à Goldwind.

"São projetos no Cariri, com entre 200 megawatts e 300 megawatts, que estariam prontos para ir a leilão", disse.

Duas fontes de empresas especializadas em desenvolver projetos eólicos disseram que também foram sondadas por emissários da Goldwind sobre a possível compra de empreendimentos na Bahia e no Rio Grande do Sul. Elas falaram sob a condição de anonimato porque assinaram acordos de confidencialidade com os chineses.

INTERESSE FORTE

A atual busca por projetos eólicos para aquisição não é o primeiro movimento da Goldwind para entrar no mercado de energia do Brasil.

"Eles têm analisado o mercado brasileiro há uns dois, três anos, mas com mais intensidade no último ano", disse Abreu, da consultoria Braselco.

Segundo um documento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) visto pela Reuters, a chinesa chegou a fazer uma proposta em fevereiro pela compra de ao menos 70 por cento da Energimp, uma geradora eólica criada em parceria entre a argentina Impsa e o fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS).

Pelo acordo, negado pela Aneel, a Goldwind tocaria junto à também chinesa Zhejiang Electric Power Construction Co. (ZEPC) a construção de oito usinas eólicas cujas obras foram paralisadas pela Energimp após a Impsa pedir recuperação judicial.

Procurada, a Goldwind não respondeu a um pedido de comentário. Não foi possível entrar em contato com representantes da ZEPC e nem da Impsa.

A Goldwind fechou 2016 como terceira maior produtora de turbinas eólicas do mundo, atrás da dinamarquesa Vestas e quase empatada com a vice-líder GE, dos EUA, segundo ranking da consultoria em energia eólica MAKE. Por Luciano Costa Reuters Leia mais em dci 16/10/2017






Cade aprova compra de fatia majoritária na Intensa pela Equatorial

 O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra de 51% da Integração Transmissora de Energia (Intensa) pela Equatorial Energia.

O negócio foi concluído por cerca de R$ 273 milhões, conforme anunciado em agosto, e teve o sinal verde da autoridade antitruste publicado nesta segunda-feira no "Diário Oficial da União" (DOU). Antes do negócio, a participação de 51% pertencia a FIP Brasil Energia. ... Leia mais em valoreconomico 16/10/2017



Migração pode gerar crescimento de R$ 200 bi no Novo Mercado

Renovado pelo recente ímpeto do mercado de capitais brasileiro e de olho em novas oportunidades de negócios para as empresas, o Novo Mercado, segmento de maior governança da B3, pode crescer em cerca de R$ 200 bilhões, com a migração de outras companhias que já confirmaram interesse no nível especial.... Leia mais em valoreconomico 16/10/2017



Um modo beligerante de fazer negócios

Tanure, em assembleia de credores da Varig em 2005: plano de adquirir fatia minoritária e depois assumir controle de fato Iniciada na década de 70 na pequena construtora do pai, a carreira empresarial de Nelson Tanure, 65 anos, ao longo das últimas três décadas aponta para duas características recorrentes no currículo do segundo maior acionista da Oi: a preferência por empresas em dificuldades financeiras, mas com marcas ou ativos ainda rentáveis, e a disposição para se envolver em disputas jurídicas ferozes pelo controle das companhias e para contestar débitos.

A trajetória beligerante de Tanure dentro da Oi - marcada por conflitos com acionistas e com a própria direção da companhia - repete um padrão já visto anteriormente em outros negócios nos quais o empresário se envolveu, como o Banco Boavista Interatlântico, a Intelig, a PetroRio (ex-HRT) e a GPC Participações (holding industrial do Grupo Peixoto ... Leia mais em valoreconomico 16/10/2017



Algar Telecom fará oferta de ações, primária e secundária

A Algar Telecom protocolou nesta segunda-feira, 16, pedido de registro da oferta pública de distribuição primária e secundária (da Algar Participações, Árvore Empreendimentos e de outros acionistas).

Em fato relevante, a empresa diz que após a realização da oferta, que terá esforços de colocação no exterior, a Algar Participações continuará a deter o controle acionário.

A coordenação é do Bradesco BBI (líder), com BTG Pactual, JPMorgan, Santander, UBS, Itaú BBA e BB-Banco de Investimento.

A quantidade de ações na oferta ainda não foi divulgada, mas prevê lote suplementar de até 20% e adicional de até 15%.

A Algar Telecom convocará reunião do conselho de administração sobre a determinação do preço por ação e o aumento de capital da companhia decorrente da realização da oferta, bem como sobre a conversão de categoria (de B para A, que permite emissão de ações) e a listagem de suas ações no segmento Novo Mercado. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinherio 16/10/2017



JBS desiste de IPO de subsidiária nos EUA

A JBS desistiu dos planos para listar a sua subsidiária JBS Foods International na bolsa de Nova York, de acordo com comunicado enviado à Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão regular dos mercados norte-americanos, nesta segunda-feira.

A maior processadora de carne do mundo, que está envolvida em um grande escândalo de corrupção, disse que desistiu no momento do pedido para uma oferta inicial de ações (IPO), que tinha sido apresentado em dezembro de 2016. Reuters Leia mais em dci 16/10/2017



Crédito para empresas atinge o menor nível dos últimos oito anos no País

Os sinais de retomada da economia ainda não foram suficientes para reverter o quadro de escassez de crédito para as empresas brasileiras. A carteira corporativa de crédito caiu em agosto pela 20ª vez consecutiva, levando sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) ao menor nível desde 2009. De dezembro de 2015 até agora, o crédito empresarial caiu de 28,45% para 22,21% do PIB, segundo os números do Banco Central.

Dois fatores explicam esse cenário. De um lado, estão empresas com elevada capacidade ociosa que pararam de buscar crédito no mercado porque não têm investimentos para fazer. Do outro, estão companhias inadimplentes, que precisam se financiar – ou rolar dívidas – e não obtêm aprovação dos bancos. Nos dois casos, no entanto, as empresas não conseguem sequer crédito para capital de giro.

Os níveis mais baixos de crédito para pessoa jurídica influenciam de forma direta o ritmo de retomada da economia. “Essa escassez afeta a expansão das empresas. Sem crédito para (capital) giro, ela não antecipa compras de insumos ou contratação de novos trabalhadores; sem crédito para investimento, ela não constrói novas fábricas e não compra novas máquinas.
E o País segue andando de lado”, afirma o pesquisador do Ibre/FGV e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público, José Roberto Afonso.

Executivos de grandes bancos de varejo no País dizem que, apesar de haver uma seletividade maior na concessão de crédito, os bancos estão mais dispostos a emprestar, mas a demanda por parte das empresas ainda não é relevante.

“Eu diria que já estamos vendo alguns sinais de retomada e que a crise ficou sim para trás. É normal que a retomada na jurídica demore mais mesmo, pois muitas empresas ainda estão com capacidade ociosa”, diz o diretor vice-presidente do Bradesco, Domingos Figueiredo Abreu.

Pessoa física

Na direção oposta, o financiamento das famílias engatou uma retomada consistente nos últimos meses. Desde de outubro do ano passado, o saldo de concessão de crédito para as pessoas físicas não para de crescer. Ele representa hoje 24,88% do PIB; há 10 anos, em 2007, representava 14,01% do PIB, segundo dados de José Roberto Afonso.

Até dezembro de 2016, a participação das empresas na carteira total de crédito do País era sempre superior à fatia do crédito pessoal. De lá para cá, porém, as posições não apenas se inverteram, como a diferença entre as duas modalidades vêm crescendo. Em agosto, 52,84% da carteira total de crédito referiam-se a empréstimos e financiamentos para pessoa física e 47,16%, para empresas, segundo dados do BC. No mesmo período do ano passado, esses porcentuais eram de 50,58% e 49,41%, respectivamente. Considerando um prazo mais longo, em dezembro de 2015, o crédito corporativo era responsável por 53,03% dos empréstimos.

A participação do BNDES na concessão de créditos reflete bem essa mudança. Pelos dados do Banco Central, apesar de ter crescido acima da média, os empréstimos do banco somaram em agosto R$ 3,6 bilhões para pessoa jurídica enquanto só os aposentados do INSS conseguiram R$ 5,5 bilhões de crédito consignado.

A retomada da concessão de crédito a famílias em detrimento de empresas está relacionada, segundo especialistas, ao nível de inadimplência. Em maio deste ano, tanto pessoas físicas como jurídicas atingiram recorde de negativados – 61 milhões e 5,1 milhões, respectivamente, segundo a Serasa Experian. A diferença é que, no caso das famílias, vem diminuindo, enquanto no das empresas permanece o mesmo.

Na comparação de agosto deste ano com o mesmo período em 2016, a inadimplência da pessoa jurídica no crédito livre, por exemplo, ficou inalterada em 5,5%. Já na mesma modalidade para pessoa física, houve redução de 6,2% para 5,7%. “Os bancos só vão acelerar o crédito para as empresas quando essa inadimplência começar a cair”, afirma Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

“Hoje, 47% das empresas não estão conseguindo gerar caixa nem para pagar despesa financeira. E não há crédito para refinanciar dívidas”, afirma o diretor de competitividade da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho. (Colaborou Mônica Scaramuzzo) As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.   Leia mais em istoedinheiro 16/10/2017



Lupo ajusta operação do Grupo Scalina

"Passamos o ano fabricando praticamente em cima do caminhão." Com essa frase, Liliana Aufiero, presidente da Lupo ilustrou o desafio enfrentado pela companhia neste ano para manter o ritmo de produção e vendas, enquanto reestrutura o Grupo Scalina - das marcas Trifil e Scala, adquirido em 2016.

Neta do fundador Henrique Lupo, Liliana entrou para o comando da Lupo em 1993, em meio a uma grave crise da empresa. Aos 72 anos de idade, a executiva lidera com vigor a nova empreitada na companhia.... leia mais em valoreconomico 16/10/2017



Cade decide aprofundar análise do negócio entre Itaú Unibanco e XP

 A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) declarou que o ato de concentração que prevê a compra de parte da XP Investimentos pelo Itaú Unibanco é complexo e, com isso, decidiu aprofundar a análise do negócio antes de emitir o parecer final. Em despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU), o órgão determinou a realização de duas novas diligências: facultar às partes a apresentação das eficiências econômicas geradas pela operação; e solicitação de informações adicionais para análise da operação.

O Itaú anunciou a compra de parte da XP em maio por R$ 6,3 bilhões e notificou o Cade da operação em 18 de julho deste ano. Com as novas diligências, a Superintendência informou que, se for necessário, poderá requerer mais prazo para finalizar a avaliação do caso. O prazo legal para a decisão final do órgão é de 240 dias, prorrogáveis por mais 90.

Pela operação, o Itaú informou que irá realizar aporte de capital de R$ 600 milhões e adquirir ações da corretora no valor de R$ 5,7 bilhões na primeira etapa da aquisição. Com isso, se tornará acionista minoritário da XP Investimentos, com uma participação correspondente a 49,9% do capital social total e 30,1% do capital social votante. Além disso, o banco se comprometeu a adquirir, em 2020, um porcentual adicional de 12,5% e, em 2022, mais 12,5%, o que lhe garantirá 74,9% do capital social total e 49,9% das ações ordinárias ao final da operação.

Em nota técnica, a Superintendência afirma que a instrução realizada até o momento apontou que a operação ensejará sobreposição horizontal nas seguintes atividades: corretagem de valores; administração e gestão de recursos de terceiros; e distribuição de produtos de investimento a clientes. Além disso, acrescenta a nota, a operação gera reforço na integração vertical entre as atividades de administração e gestão de recursos de terceiros de ambos os grupos; e emissão de títulos privados bancários do grupo Itaú com a atividade de distribuição de produtos de investimentos, também de ambos os grupos. "

A instrução também revelou a participação relevante das requerentes em alguns desses mercados, bem como a atuação crescente da XP como provedora de serviços financeiros fora do sistema bancário tradicional", destaca. "Dessa forma, com o objetivo de melhor analisar a dinâmica concorrencial do mercado e as condições de rivalidade nos mercados afetados pela operação, faz-se necessário efetuar novas diligências de forma a aprofundar a análise do caso e oportunizar às partes a possibilidade de apresentação das eficiências decorrentes da operação, que poderiam contrabalançar tal concentração", argumenta. - Jornal do Comércio Leia mais em jcrs.uol 16/10/2017