18 agosto 2017

Medartis adquire antiga parceira de vendas no Brasil

A Medartis, sediada em Basileia, fabricante líder e fornecedora de dispositivos médicos para a fixação cirúrgica de fraturas ósseas e osteotomias para a região craniofacial, bem como para extremidades superiores e inferiores, anunciou hoje que adquiriu 100% do distribuidor brasileiro Extera, a partir de 14 de agosto de 2017. Como resultado dessa aquisição, a Medartis fortalece sua posição de mercado no Brasil com uma subsidiária própria.

O Brasil é uma das maiores economias do mundo e um dos três principais mercados distribuidores da Medartis. A Extera opera uma extensa rede de vendas no setor de saúde e medicina em todo o Brasil, por vendas diretas ou através de parceiros de distribuição. A empresa está sediada em São Paulo e atualmente emprega cerca de 70 funcionários. As partes concordaram em não divulgar os termos financeiros da transação.

Segundo Willi Miesch, CEO da Medartis, "Nos últimos 10 anos, a Extera construiu com sucesso a nossa linha de produtos APTUS® (implantes para extremidades) no mercado brasileiro, em estreita colaboração com a equipe Medartis. A nossa cooperação será intensificada e reforçada através desta aquisição, o que ajudará a expandir a nossa presença no mercado. Com nosso novo negócio de vendas diretas, nosso objetivo é aumentar significativamente nossa participação de mercado no Brasil".

Sobre Medartis - Fundada em 1997 e com sede em Basileia, a Medartis AG é um dos principais fabricantes e fornecedores mundiais de dispositivos médicos para a fixação cirúrgica de fraturas ósseas e osteotomias para a região craniofacial, bem como para extremidades superiores e inferiores. Em 2016, a Medartis empregou mais de 360 ​​pessoas em todo o mundo e alcançou um volume de negócios de quase 100 milhões de francos suíços. A Medartis está representada em todo o mundo em onze mercados com sua própria força de vendas e em mais de 35 países através de uma ampla rede de distribuidores. Para o bem-estar dos pacientes, a Medartis está empenhada em fornecer aos cirurgiões e ao pessoal de cirurgia com implantes e instrumentos de titânio mais inovadores, bem como os melhores serviços de classe que representam avanços na osteossíntese. Www.medartis.compor  Vanessa Brauer  Leia mais em segs 18/08/2017

18 agosto 2017



Brasil deve voltar ao radar das empresas de Private Equity que buscam expansão em mercados emergentes

Depois de passar por um período de um grande boom de crescimento e, logo na sequência, de dois anos de correção econômica, o Brasil está no caminho da estabilização e se tornando atrativo para empresas de Private Equity (PE) que querem se diversificar em mercados emergentes. A recuperação contínua, as reformas pró-negócios e o crescimento em indústrias-chave estão criando uma clara oportunidade para empresas de PE. Essas conclusões são apresentadas peloThe Boston Consulting Group (BCG) em seu relatório Private Equity Strategies for Brazil's New Economic Reality, que está sendo lançado hoje.

A economia do Brasil está mais madura que a de outros mercados emergentes. Com cerca de um terço da população da América Latina, o Brasil atraiu quase a metade de todos os investimentos de Private Equity na região entre 2008 e 2015. Em comparação com mercados desenvolvidos, como os EUA, ainda há espaço para crescimento. "Essa combinação de fatores coloca o Brasil no ponto ideal para empresas dispostas a investir em economias emergentes", diz Heitor Carrera, sócio do BCG e um dos autores do relatório. "Durante a próxima década, o país vai oferecer uma oportunidade rara para empresas globais que desejam adicionar mercados emergentes em suas carteiras e também para empresas locais que querem intensificar os seus investimentos aqui."

Crescimento Estável e Melhora no Clima para os Negócios
A maioria dos economistas prevê que, apesar de alguma volatilidade no primeiro semestre de 2017, o PIB do Brasil vai estabilizar em um período de crescimento lento, mas constante - cerca de 1,8% ao ano até 2021, o que ainda é mais rápido do que a dos países do G7. Além disso, o governo do Brasil introduziu uma série de reformas - como a redução da burocracia necessária para arquivar alguns impostos ou iniciar uma nova empresa - que visa promover um ambiente mais favorável às empresas.

Embora a recente correção econômica tenha atingido fortemente alguns setores, muitos outros - particularmente em segmentos de consumo, como de alimentos e saúde - continuaram expandindo em taxas de dois dígitos, com perspectiva de manter o crescimento. Esses setores são agora os principais candidatos para o tipo de estratégias de criação de valor que as empresas de PE podem aplicar.

Cinco Estratégias de Adaptação para Prosperar 
Para se obter sucesso no Brasil, é necessária uma profunda compreensão dos aspectos únicos do seu mercado de PE. Por exemplo, o tamanho médio de negócios no Brasil é menor do que em muitos outros mercados, e até mesmo grandes empresas globais competem para fechar negócios menores.

Além disso, IPOs são relativamente escassos, e as empresas são mais propensas a vender suas empresas de portfólio para os compradores estratégicos, não financeiros.

Tendo em conta estes fatores, o BCG identificou cinco estratégias cruciais para empresas de PE que pretendem competir no Brasil:

  • Olhar além de alvos convencionais - onde a concorrência é forte - e considerar o investimento em empresas em estágio inicial, ou até mesmo o lançamento de novas empresas a partir do zero. 


  • Renovar o processo de triagem para um ambiente de crescimento lento. Identificar pequenos bolsões de crescimento, ou comprar ativos de empresas em dificuldade. 


  • Explorar todas as opções para criação de valor. Dado que o crescimento global será mais difícil no futuro, as empresas deverão se concentrar em margens de lucro e outras abordagens. 


  • Trazer conhecimentos específicos do setor para a mesa. Em um mercado onde a experiência local é crítica, as empresas precisam construir equipes fortes, que podem fazer as melhorias operacionais necessárias para criar valor em suas empresas de portfólio. 


  • Proteger-se contra a volatilidade da taxa de câmbio da moeda brasileira, definindo, potencialmente, períodos de investimento de longo prazo.

"O Brasil deu aos investidores uma aventura turbulenta na última década", diz Carrera. "Mas agora, com a entrada de um período de crescimento mais lento, oferece fortes desafios e oportunidades para firmas PE. As empresas que constroem a base certa, entendem o mercado local e adotam uma visão de longo prazo vão se estabelecer e saberão tirar vantagem do momento." Website: http://www.bcg.com.br Leia mais em terra 07/08/2017





Citigroup lidera grupo de bancos para IPO da BR Distribuidora, diz fonte

O Citigroup e outros sete bancos devem coordenar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da BR Distribuidora, que deve ocorrer provavelmente em novembro, segundo uma pessoa com conhecimento direto do assunto.

A Petrobras está avaliando se fará a listagem da BR Distribuidora em São Paulo e Nova York, onde um crescente número de investidores mostrou interesse na transação, afirmou a fonte, que pediu anonimato.

A Petrobras trabalha com a unidade de banco de investimento do Citigroup desde 2015, quando a ideia de fazer o IPO da BR Distribuidora começou a ser discutida.

A Petrobras deve vender uma participação de 30 a 35 por cento da BR Distribuidora em novembro, na última janela para transações de ações do ano.

Além do Citi, a Petrobras também deve envolver as unidades de banco de investimento do Bank of America, Morgan Stanley, JPMorgan, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil, disse a fonte.

Representantes da Petrobras, Morgan Stanley, Bank of America, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil preferiram não comentar o assunto. Os outros bancos não comentaram de imediato.

Ao listar a BR Distribuidora em mais de uma bolsa, a Petrobras pode aumentar a demanda pelos papéis e dar aos investidores mais alternativas de negociação.

Um IPO internacional da BR Distribuidora seria um teste do apetite de investidores internacionais pela subsidiária de distribuição de combustíveis após investigações relativas a corrupção contra a Petrobras nos Estados Unidos.

Após uma série de interrupções nos últimos dois anos, a Petrobras retomou o projeto do IPO em junho, para reduzir dívida e investimentos em atividades consideradas de baixo retorno.

A Petrobras tem vendido ativos e cindido ativos para reduzir sua dívida, de 95 bilhões de dólares, que é a maior entre as maiores empresas de petróleo do mundo.

A BR Distribuidora deve ser listada no Novo Mercado, o segmento de mais alta governança da B3.

Outra alternativa em avaliação seria listar a empresa apenas no Brasil, mas permitir investimentos internacionais por meio da regra 144A da Securities and Exchange Comission, o regulador do mercado de capitais nos Estados unidos. Por Tatiana Bautzer  Reuters  Leia mais em dci 18/08/2017



Na saúde, a nova menina dos olhos do Pátria

No último ano, silenciosamente, o Pátria Investimentos vem construindo um império da oftalmologia.

A gestora já comprou sete clínicas e hospitais especializados e colocou todos sob uma holding, a Hospital de Olhos do Brasil, que já se apresenta como “a maior empresa do setor na América Latina”.

O faturamento combinado das empresas adquiridas já chega a R$ 700 milhões, e a meta é faturar R$ 1 bilhão em 2018.

A estratégia do Pátria é conhecida no mercado financeiro como um 'roll up': o investidor escolhe um setor pulverizado e sai comprando empresas até construir massa crítica, pagando parte em dinheiro e parte em ações da holding.

É um modelo que já foi tentado na Brasil Brokers e na Brasil Insurance, por exemplo, e que sofre – às vezes de forma letal – se os interesses dos novos sócios não forem bem alinhados.

No caso da Olhos do Brasil, os médicos continuam à frente das clínicas e deixam de se preocupar com as áreas-meio. Além disso, passam a contar com a expertise do Pátria para achar um comprador para a holding ou levar o negócio para a Bolsa quando tiver musculatura suficiente.

A mais recente aquisição foi há dez dias, quando a holding fechou a compra do Grupo Inob, que tem dois hospitais em Brasília focados em processos de alta complexidade. Desde abril de 2016, a Olhos do Brasil já comprou o Instituto Olhos de Freitas, a DayHorc e a Clínica Villas, na Bahia; o Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB); e o Hospital de Olhos Santa Luzia, em Alagoas.

Amaury Guerrero, ex-CEO da operação brasileira da Alcon – a divisão oftalmológica da Novartis – foi contratado neste ano para comandar o negócio.

Ao contrário da medicina diagnóstica, que já conta com diversos competidores consolidados e listados na Bolsa, os hospitais oftalmológicos ainda são um 'oceano azul' para investidores.

Trata-se de um negócio em que se ganha na consulta, no exame e nas cirurgias, que são normalmente de baixa complexidade.

“O paciente faz tudo em um lugar. Normalmente, são cirurgias rápidas e com certa escala. Não tem as margens dos procedimentos de alta complexidade, mas, por outro lado, corre-se muito menos risco de estouro de custo e é mais fácil de padronizar processos”, diz uma fonte que conhece o setor.

No ano passado, a UnitedHealth, dona da Amil, comprou a rede de 18 clínicas oftalmológicas do então presidente do Einstein, Claudio Lottenberg, por R$ 200 milhões. Meses depois, Lottenberg assumiu a presidência da UnitedHealth no Brasil.

A experiência mais recente do Pátria com um 'roll up' não faz brilhar os olhos.

A Alliar, empresa de medicina diagnóstica criada pelo Pátria com o mesmo modelo da Olhos do Brasil, nunca valeu mais que os R$ 20/ação de sua estreia na Bolsa, em outubro do ano passado. O papel chegou a cair para R$ 11,80 em março e hoje negocia na faixa dos R$ 16,50. Natalia Viri Leia mais em braziljournal 18/08/2017



Just capta R$ 120 mi com cotas de FIDC

A plataforma de crédito Just, unidade do aplicativo de finanças pessoais GuiaBolso, captou R$ 120 milhões por meio de cotas de direitos creditórios (FIDC).
A Just captou R$ 120 milhões por meio de cotas de direitos creditórios (FIDC). Foto: Divulgação.

De acordo com a Reuters, o movimento marca a estreia de uma fintech local no mercado de capitais.
Os recursos serão usados para ampliar a oferta de crédito para pessoas físicas. Fundada em 2016, a Just concedeu R$ 150 milhões em empréstimos.

As cotas foram distribuídas junto a gestora Captalys a 12 investidores qualificados, incluindo assets de grandes bancos no país, cujos nomes não foram revelados.

A Reuters lembra que a Just já tinha levantado R$ 100 milhões no começo deste ano numa oferta restrita.

O anúncio mostra a força das fintechs que ofertam crédito pessoal mais barato do que os grandes bancos comerciais, um segmento que vem crescendo no Brasil. As empresas atuam com base em modelos matemáticos que apresentam taxas de juros equivalentes ao perfil de risco do tomador.

Segundo a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) as fintechs no país devem emprestar mais de R$ 1 bilhão em 2017.
Com a oferta direta de crédito, o GuiaBolso deve ampliar as fontes de receitas, hoje concentradas em comissões pagas por instituições parceiras.

Lançado em 2014, o aplicativo é focado no gerenciamento das finanças pessoais. A ferramenta tem hoje 3,5 milhões usuários cadastrados.Júlia Merker Leia mais em baguete 18/08/2017



Fundo Advent compra ações de Zaher para ganhar poder dentro da Estácio

Desde o fracasso da fusão entre Estácio e Kroton, em junho, o fundo americano está adquirindo papéis do grupo de educação e já é dono de 8,67% da companhia; segundo fontes, Advent quer deter 20% da Estácio e transformar a empresa em consolidadora do setor

Em um movimento para se tornar um acionista relevante e ter poder de decisão no grupo de educação Estácio, o fundo de investimento americano Advent informou ontem que possui agora 8,67% do capital social da companhia – a gestora começou a comprar ações da empresa nas últimas semanas. Com essa movimentação, o Advent se tornou o terceiro maior acionista do grupo, atrás dos fundos Oppenheimer, Coronation e Fidelity.

As ações foram compradas do empresário Chaim Zaher, que antes da venda tinha fatia de 7,25% da companhia. Segundo fato relevante divulgado ontem pela Estácio, a família Zaher (que reúne também a participação de sua mulher, Adriana Zaher, e do Clube de Investimentos TCA) possui agora 3,51% da companhia. Procurado, o empresário não quis comentar o assunto.

Estácio
Entre os 4 grupos de capital aberto do setor, Estácio é o menos rentável Foto: Tasso Marcelo|Estadão
Desde que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) barrou a fusão da Estácio com a Kroton, em junho, o Advent tem aumentado sua participação na Estácio, com o intuito de tornar a companhia a grande consolidadora do setor. O fundo americano já fez esse movimento com a Kroton, hoje líder de mercado. De acordo com fontes do segmento, o fundo pretende deter até 20% da companhia e já estaria sondando a compra da participação dos outros fundos que são acionistas da Estácio. Procurado, o Advent não quis comentar.

“O sonho dourado do Advent é reproduzir na Estácio o que fez na Kroton”, diz o professor Carlos Monteiro, presidente da CM Consultoria, especializada em educação. “E esse parece um momento ideal para eles se fortalecerem na empresa. Há espaço para uma série de ajustes para levar à melhora de produtividade e à expansão.”

Assembleia. O conselho de administração da Estácio convocou para dia 31 deste mês uma assembleia para propor aos acionistas uma mudança em seu estatuto. A meta é exigir que o investidor que superar 20% de participação no grupo pague um ágio de 30% pelas ações. A iniciativa quer transformar a companhia em uma empresa de capital pulverizado, sem controlador definido.

Essa proposta do conselho desagradou Chaim Zaher, segundo fontes. O Estado apurou que, caso seja aprovada, o empresário deverá vender o restante de suas ações no negócio. Do contrário, poderia voltar a comprar os papéis da empresa.

Com um valor de mercado de R$ 6,8 bilhões, a Estácio é a que apresenta a menor rentabilidade entre as quatro companhias de educação listadas na Bolsa – Kroton, Anima e Ser Educacional. Apesar de ter apresentado bons resultados no segundo trimestre, o grupo terá de continuar os ajustes, com corte de custos e mudanças na gestão, para se tornar mais rentável.

Esse processo deverá ocorrer ao longo deste ano e de 2018. Segundo uma fonte, o processo de ajustes pode se tornar mais desafiador daqui em diante, pois a empresa terá de voltar a fazer investimentos que, no plano original, estariam a cargo da nova dona, a Kroton.

Consolidação. O grupo está conversando com bancos para buscar ativos no mercado e voltar a crescer, após a fusão ter sido barrada pelo Cade. Outras empresas, como Kroton e Ser Educacional, devem fazer o mesmo movimento. Segundo uma fonte do mercado financeiro, todos os grupos de educação estão olhando ativos.

A Advent voltou à área de educação em 2015, dois anos após ter vendido suas ações da Kroton, com a compra do Centro Universitário da Serra Gaúcha, de Caxias do Sul (RS). Segundo fontes, o fundo estaria disposto a investir até R$ 900 milhões para ficar com ativos que a Kroton teria de vender se a união fosse aprovada pelo Cade. Como a fusão foi barrada, essa munição desse se voltar à compra de ações da Estácio, garantem pessoas familiarizadas com o assunto. Cátia Luz e Monica Scaramuzzo, Leia mais em OEstadodeS.Paulo 18/08/2017



Grupo liderado pela Energy Capital deve comprar elétrica Calpine por US$5,6 bi

A geradora norte-americana de energia elétrica Calpine Corp disse nesta sexta-feira que será comprada por um grupo de investidores liderado pela Energy Capital Partners por 5,6 bilhões de dólares, com a empresa endividada lidando com preços baixos de commodities.

A oferta em dinheiro de 15,25 dólares por ação representa um prêmio de 13 por cento sobre o preço de fechamento dos papéis da Calpine na quinta-feira.

A companhia detém cerca de 80 unidades de energia nos Estados Unidos e no Canadá.

Os produtores de energia dos EUA foram atingidos por baixos preços no atacado devido ao gás natural barato, ao crescimento de energia renovável e à energia nuclear subsidiada em certos Estados.

    A Calpine, que depende principalmente do gás natural para gerar energia, disse em julho que estava buscando alternativas estratégicas, incluindo uma venda, depois de revelar perdas por três trimestres consecutivos. (Por John Benny, em Bangalore) Reuters Leia mas em dci 18/08/2017



Viasoft adquire a Siglo

A Viasoft, empresa de software de gestão de Pato Branco, no Paraná, acaba de anunciar a incorporação da Siglo, empresa curitibana especializada em soluções para logística. O valor da negociação não foi divulgado.

“Hoje, muitas vendas têm migrado para o e-commerce, e garantir que os consumidores recebam seus produtos por meio de um planejamento logístico de excelência, com estratégias eficientes e precisas de distribuição, é essencial”, destaca Itamir Viola, presidente da Viasoft.

A Siglo tem mais de 14 anos de atuação e um portfólio de produtos que engloba manutenção de equipamentos, gestão de transportes (TMS), planejamento operacional, gestão de armazém (WMS), portal web (portaria), gestão da distribuição (cross-docking), gestão de pátio container e pátio físico.
Com o negócio, a equipe técnica da Siglo será mantida em Curitiba, enquanto as áreas comerciais serão integradas pela Viasoft.

Na incorporação, os membros que formavam a direção da Siglo - Gustavo Frederico Landal, Rodrigo Nunes Oliveira e Renata de Souza Salvia - assumem as funções de gestor de serviços, gestor técnico e gestora comercial da empresa.

Esta é a 5ª aquisição da Viasoft em menos de dois anos. Em abril, a companhia anunciou a aquisição da JetPDV, com o objetivo de aprimorar a solução da companhia para o setor supermercadista.
No ano passado, a empresa comprou a Korp, uma companhia de Curitiba especializada em software para o setor industrial.

Com isso, o faturamento projetado da Viasoft para 2017 ultrapassa os R$ 40 milhões, com crescimento de 30%.

“Novas incorporações estão sendo negociadas e a empresa pretende continuar num processo acelerado de crescimento. Queremos ser uma empresa que realmente sabe fazer incorporações”, completa o presidente.

A Viasoft está no mercado de tecnologia de informação desde 1990. Com mais de 350 colaboradores, a companhia atende mais de 45 mil usuários no Brasil. Júlia Merker  Leia mais em baguete 18/08/2017




Google compra empresa de inteligência artificial para processamento de imagens

A gigante tecnológica comprou a AIMatter, criadora da aplicação Fabby e especialista em tecnologia de inteligência artificial focada no reconhecimento e processamento de imagens.

A AIMatter foi responsável por criar a aplicação Fabby, capaz de analisar, processar e editar uma fotografia com grande precisão. Com a app era possível alterar o formato da cara, a cor do cabelo, reconhecer o género da pessoa fotografada, entre outras funcionalidades que recorriam à inteligência artificial para o fazer.

Agora, a Google mostrou-se interessada e adquiriu a empresa, que anunciou a aquisição na página inicial da AIMatter com uma simples frase: "Estamos contentes por anunciar que nos vamos juntar à equipa da Google". Até agora a aplicação Fabby foi descarregada mais de dois milhões de vezes para iOS, somando entre 100 mil e 500 mil downloads para Android, plataforma onde só chegou no passado mês de março.

A Google e a AIMatter não adiantaram nenhum tipo de valores da compra da empresa de inteligência artificial. Também não se sabe quais os planos futuros para esta nova parceria mas acredita-se que não seja uma aposta apenas numa aplicação de sucesso mas em algo mais.

A inteligência artificial vai, certamente, estar presente em quase toda a área tecnológica do futuro apesar das preocupações que levanta para alguns grandes nomes da indústria. Leia mais em tek.sapo 17/08/2017





Unimed compra prédio e equipamentos da Casa de Saúde por R$ 19 milhões

Leilão aconteceu no TRF na tarde desta quinta-feira (17), em São Carlos (SP). Parte do dinheiro será usado para pagar fornecedores, impostos e dívidas trabalhistas.

O prédio da Casa de Saúde de São Carlos (SP) e os equipamentos remanescentes foram comprados pela Unimed durante o leilão realizado no Tribunal Regional Federal (TRF), nesta quinta-feira (17). Parte do valor de 19.028.319,81 será usado para pagar fornecedores, impostos e dívidas trabalhistas.
A Unimed alternou lances com o Grupo São Franscico e, após 32 ofertas, ofereceu o maior valor pelo prédio de 744 metros quadrados e seus equipamentos. O valor foi R$ 8 milhões a mais em relação ao inicial.

A Justiça avaliou o edifício em R$ 16.530.794,82, conforme laudo técnico disponibilizado pelo TRF. Os medicamentos, equipamentos e móveis foram avaliados em R$ 1.849.738,20, totalizando R$ 18.380.533,02.

A Unimed informou que a diretoria irá se reunir na manhã desta sexta-feira (17) para discutir o que será feito com o prédio.

Entenda o caso
Em julho do ano passado, a instituição interrompeu os serviços afirmando que não tinha verba para pagar os salários atrasados dos funcionários. De acordo com o sindicato da categoria, na época, a dívida com os trabalhadores chegava a R$ 2 milhões.

A empresa também integra processos relacionados à demissão sem aviso prévio de 72 funcionários em 2015 e responde uma ação movida por uma companhia que aluga equipamentos hospitalares. A contratada informou que, após o fechamento, foi ao prédio buscar os aparelhos, que custavam cerca de R$ 100 mil, e eles haviam sumido. O valor do contrato era de R$ 200 mil. Leia mais em g1.globo 17/08/2017



Unimed-Rio “vende” clientela para sanar dívidas

A operadora de planos de saúde Unimed-Rio está oferecendo seu principal ativo para reduzir seu endividamento: os clientes. A empresa negocia o seu balcão para a venda de seguros. Já há conversas em andamento, mas nenhum contrato de exclusividade foi fechado. As candidatas a levar são seguradoras que operem, sobretudo, no segmento de varejo.

A operadora também está em busca de parcerias com players estratégicos em saúde como, por exemplo, hospitais e laboratórios. A Unimed-Rio exige uma fatia do negócio e, em troca, oferece clientela para o estabelecimento. Com conversas em andamento, dois ou três negócios podem sair já neste ano. A busca por parcerias faz parte da reestruturação da cooperativa, que está sendo assessorada pelo Santander. Procurados, a Unimed-Rio não retornou e o Santander não comentou. (com Dayanne Sousa) Leia mais em colunadobroad.estadao 18/08/2017



‘É um ritmo medíocre, mas é uma retomada’

O economista Maílson da Nóbrega está mais otimista que a média do mercado financeiro em relação à retomada da economia brasileira. Enquanto analistas ouvidos pelo Banco Central preveem crescimento de 2% para o País em 2018, Maílson cita uma taxa de 2,8%. Ontem, o Banco Central informou que seu Índice de Atividade (IBC-Br) fechou o segundo trimestre deste ano com expansão de 0,25%. Ex-ministro da Fazenda do governo de José Sarney e sócio da Tendências Consultoria Integrada, Maílson prevê a aceleração da retomada neste segundo semestre, principalmente pela recuperação do consumo. “Agora, um crescimento mais robusto só virá quando começarmos um novo ciclo de investimentos”, afirmou. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Está havendo uma retomada da economia?

Todos os indicadores de produção e renda sinalizam isso. É um ritmo lento, medíocre, mas é uma retomada. Além da influência da safra, da inflação caindo mais do que se esperava, o que tem aberto espaço para um ciclo de política monetária mais intenso do que qualquer analista projetava há alguns meses, temos bons indicadores antecedentes, como o despacho de papel ondulado, o tráfego nas estradas, o crescimento do crédito à pessoa física e a queda do desemprego formal. Assim, já se pode afirmar com razoável dose de convicção que a recessão ficou para trás.

A recuperação acelera no segundo semestre?

Tudo indica que sim, porque teremos também, neste contexto de melhoria da renda e do emprego, que são os motores do consumo, uma recuperação da confiança, com retomada do consumo via crédito. Nada brilhante. Isso acontece não porque existe um novo ciclo de investimentos, mas porque se aproveita a capacidade ociosa da economia. A indústria estava com mais de 30% de capacidade ociosa. Tudo indica que o crescimento se firma e acelera no segundo semestre. Talvez o País vire o ano já com crescimento em ritmo superior a 2%. Para 2018, a expectativa é de avanço de 2,8%. Mas um crescimento mais robusto só virá com um novo ciclo de investimentos.

O sr. está otimista?

Acho que sim, porque a inflação vai continuar abaixo da meta. Mesmo que o BC não reduza a taxa básica de juros no próximo ano e a mantenha em torno de 7%, a confiança vai continuar se recuperando. A parte mais relevante do efeito da recuperação da renda e do emprego se dará no próximo ano. Portanto, essa taxa de crescimento será explicada pela aceleração do consumo, e não do investimento. - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 18/08/2017