26 abril 2017

Spotify compra empresa para identificar dono dos direitos autorais de uma música

O Spotify anunciou nesta quarta-feira (26) que adquiriu a startup Mediachain Labs, startup de Nova York responsável por criar um sistema que encontra trabalhos criativos pela internet. O protocolo open source desenvolvido pela companhia serve basicamente para garantir que direitos autorais (de artistas dos detentores de direitos sobre as obras) não são violados.

A startup foi iniciada no ano passado e a sua plataforma utiliza uma base de dados ponto a ponto a fim de rastrear e identificar a presença de trabalhos criativos na web. Ela realiza buscas específicas, permitindo assim verificar exatamente quem é o autor de uma obra ou então quem detém os direitos autorais sobre ela.

No Spotify, a ferramenta deve garantir que os verdadeiros donos de uma obra sejam pagos por ela. A companhia passa por alguns problemas em relação a isso, especialmente quando se trata de selos e artistas independentes. Com a nova aquisição, deve ficar mais simples encontrar quem deve receber o dinheiro devido pela liberação de uma música ou disco dentro da plataforma.

Segundo afirmou a empresa sueca no comunicado à imprensa no qual anuncia a compra da Mediachain, o recurso criado “é essencial para a saúde da indústria da música”. Assim, a equipe da Mediachain se junta às equipes da plataforma de streaming na cidade de Nova York para “auxiliar na jornada do Spotify rumo a uma indústria musical mais justa, transparente e recompensadora para criadores e detentores de direitos autorais.”

Blockchain aplicada à música

Um dos diferenciais do Mediachain é que eles aplicam à música uma tecnologia usada como uma espécie de registro público descentralizado de transações de bitcoins, os blockchain. Segundo o cofundador da Mediachain Jesse Walden, este recurso aplicado à música funcionaria como “um lugar único para publicar toda a informação a respeito de quem fez tal música, sem ter que confiar em uma organização terceirizada.”

Nem Spotify nem Mediachain revelaram os termos do acordo que selou a negociação entre as duas companhias. Fonte: Spotify Leia mais em corporate.canaltech 26/04/2017


26 abril 2017



Lisam Systems anuncia a incorporação da empresa Ecoadvisor Associados

A nova fusão do mercado de serviços para o setor químico industrial marca a incorporação das iniciativas inovadoras da jovem empresa EcoAdvisor Associados pela Lisam Systems S/A, multinacional com larga experiência e robustez no mercado, e que agora passa a se chamar Lisam EcoAdvisor Systems. Com a junção, a ideia é criar uma única cultura empresarial de soluções inovadoras em softwares e serviços para a demanda regulatória em Meio Ambiente, Saúde e Segurança (EHS) da indústria química. A operação conjunta iniciou em 18 de abril de 2017, com foco no Brasil, América Latina e Caribe.

A equipe técnica da Lisam EcoAdvisor Systems, composta por doutores, mestres e especialistas das áreas de Engenharia Ambiental e de Segurança, Ecologia, Ecotoxicologia, Economia, Limnologia, Oceanografia, Química, Saúde Ambiental, Saúde Ocupacional e Toxicologia, oferecerá assessoria de alto valor agregado para seus clientes latino-americanos, concentrada em aspectos regulatórios e no gerenciamento do risco químico e toxicológico.

O novo portal da empresa pode ser acessado pelo endereço eletrônico www.lisam.eco.br.

Segundo o CEO da EcoAdvisor Associados, Marcus da Matta, que agora assume o cargo de CEO da Lisam Ecoadvisor Systems, “todas as atividades profissionais que trabalham ou produzem químicos, precisam sistematizar o controle de documentos regulatórios para comunicação de perigo. Nosso objetivo é difundir o ExESS, aplicativo de Windows, que facilita o gerenciamento, a produção, a revisão e a distribuição desses documentos em conformidade com as legislações e idiomas de cada região do globo”.

A Lisam Systems S/A é uma empresa internacionalmente reconhecida por oferecer soluções inovadoras para a indústria química. Em seu quadro societário, conta com a participação do Fundo de Inovação (The Innovaton Fund - http://innovationfund.eu/), e a mentoria de CEOs e ex-CEOs das principais indústrias do setor: François Cornelis (Chairman – Innovation Circle), Nathalie Brunelle (Total), Thierry Piret (Solvay), Philip Buskens (Basf), Rodolphe Collinet (Carmeuse), Olivier Chapelle (Recticel), Jurgen Vandervelde (Soudal), Joost Wille (Sioen), Paul Depuydt (Ravago), Luc Reginster (Officium), Christian Collette (Arkema France), Koenraad Debackere (KULeuven), Jos Behiels (ING), François Fontaine (SFPI/FPIM), Gaëtan Servais (Meusinvest), Anne Prignon (Sambrinvest), Sylvie Créteur (IMBC), Karl Adams (Sofipole) e Jean-Marie Solvay (Solvay Family).
por Nicole Ongaratto Leia mais em investimentosenoticias 20/04/2017



Atlas Copco compra a nacional Itubombas

A sueca Atlas Copco anunciou na última quinta-feira (21 de abril) a aquisição da Itubombas Locação, Comércio, Importação e Exportação, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de engenharia, locação, venda e instalação de conjuntos de motobombas à diesel com escorva automática.

Com sede em Itu (SP) e centros de manutenção no Rio de Janeiro e Recife, aluga equipamentos a diesel e elétricos para clientes dos setores de petróleo e gás, construção e mineração no Brasil. A Itubombas possui cerca de 40 funcionários e teve faturamento de sobre R$ 18 milhões em 2016.

"A marca Itubombas é bem conhecida no mercado brasileiro pela sua alta qualidade e competência técnica", informou Andrew Walker, presidente da área de negócios de Construction Technique da Atlas Copco. "Esta aquisição fortalecerá a nossa área de locação em segmentos importantes”.

O valor da negociação não foi divulgado e a aquisição está prevista para ser concluída neste segundo trimestre. A Itubombas se tornará parte da divisão Specialty Rental da área de negócios Construction Technique da Atlas Copco. Leia mais em usinagembrasil 23/04/2017



Risco político desacelera fusões e impulsiona emissões no Brasil

As implicações políticas dos escândalos de corrupção no Brasil estão afetando os negócios dos bancos de investimento: as transações de fusões e aquisições têm demorado mais para serem fechadas e as companhias têm antecipado a emis... - Leia mais bol.uol 26/04/2017



Sócia da Azul se torna acionista da Dufry, varejista em aeroportos

A Dufry, operadora de lojas em aeroportos, informou nesta quarta-feira (26) que foi notificada que o grupo chinês HNA, devido a um acordo com terceiros, adquiriu 16,79% das ações da companhia, excedendo a participação de 15% das ações.

A conclusão da transação está sujeita a certas condições, disse a companhia em comunicado ao mercado, sem dar ... Leia mais em valoreconomico 26/04/2017



Com Gávea, Grupo São Francisco mira aquisições na área de saúde

O Grupo São Francisco, com foco no setor de saúde, está de olho em aquisições, após uma injeção, no ano passado, de cerca de US$ 100 milhões do fundo Gávea, comandado por Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central. A estratégia da empresa é crescer de forma verticalizada, ingressando em novas cidades do interior de São Paulo e Centro-Oeste.

Caminhando
No ano passado, o grupo faturou mais de R$ 1 bilhão e, para 2017, mira receita 30% maior. Para os próximos meses, a meta é alcançar a marca de 1 milhão de beneficiários. Já chegaram nos 900 mil. O grupo, que conta com um hospital, uma operadora de saúde e também de odontologia, está debruçado ainda em crescimento orgânico e planeja inaugurar 13 unidades próprias ao longo deste ano. Leia mais em ColunadoBroad 26/04/2017



Vivendi deve realizar aquisição hostil da Ubisoft este ano

Gigante de mídia francesa quer comprar a criadora de Assassin's Creed

Segundo o Reuters, a Vivendi - gigante de mídia francesa que foi, durante anos, dona da Activision Blizzard - vai intensificar sua expansão em dois mercados em 2017; publicidade e videogames. Como parte disso, a empresa deve realizar uma aquisição hostil da Ubisoft ainda este ano.

A Reuters explica que o presidente da Vivendi, Vincent Bollore, já gastou US$ 15 bilhões em aquisições nos últimos três anos, mas de lá pra cá, as ações da empresa caíram em 3% e os acionistas estão esperando para ver qual será a estratégia do grupo daqui pra frente. Bollore deve defender sua posição e explicar seus planos para a Vivendi no mercado europeu na reunião anual de investidores, nesta terça (25), em Paris.

É lá que podemos ver a Vivendi partindo para o ataque em relação a Ubisoft. Ela já é dona de 25% das ações da criadora de Assassin's Creed, mas o CEO da Ubi, Yves Guillemot, e sua família - fundadores da empresa - têm lutado contra a possibilidade com força.

Ano passado, o Omelete falou com exclusividade com a Ubisoft sobre a situação.

"Vivendi está entrando na segunda fase, tudo vai acontecer este ano," disse uma das fontes do Reuters. "O lógico a se fazer seria comprar a Ubisoft," completou outra fonte, que, por outro lado, deixou claro que se a aquisição hostil for muito cara para a Vivendi, Bollore pode procurar outras alternativas para expandir suas operações nos games, talvez buscando alvos na China.  GUILHERME JACOBS leia mais em omelete.uol 25/04/2017



Odebrecht conclui venda de braço ambiental para a canadense Brookfield por R$ 2,9 bilhões

Odebrecht Ambiental foi citada em esquema de propina, o que causou receio de que o negócio não fosse concretizado

A Odebrecht concluiu hoje a venda da Odebrecht Ambiental para a canadense Brookfield por R$ 2,9 bilhões, seis meses depois do anúncio de acordo para compra dos ativos, apurou o Estado.

Ao mesmo tempo, a empresa fechou acordo com os maiores bancos do País para manter R$ 2,5 bilhões da venda da empresa em caixa. O dinheiro será usado para fazer frente aos compromissos que o grupo tem no mercado.

Além disso, fechou um acordo com um grupo composto pelos maiores bancos brasileiros. Esse acordo permite que os recursos da venda da Ambiental não sejam utilizados para pagamento antecipado de dívidas aos mesmos bancos.

Ou seja, serão usados pela Odebrecht para prover liquidez aos seus negócios e honrar compromissos.
No total, vai entrar no caixa da empresa R$ 2,5 bilhões dos R$ 2,9 bilhões da venda da empresa.Estadão Leia mais em istoedinheiro 25/04/2017



ArcelorMittal compra 55,5% da Bekaert de Sumaré, em SP

Segundo a companhia, o negócio aumenta suas operações na produção de aço para pneus usados em carros e caminhões

ArcelorMittal: Bekaert manterá 44,5 por cento por cento no negócio, segundo o comunicado, que não citou valores da transação

A ArcelorMittal, maior fabricante de aço do mundo, anunciou nesta quarta-feira a compra de 55,5 por cento da unidade da revestidora de arame de aço Bekaert, em Sumaré (SP).

A Bekaert manterá 44,5 por cento por cento no negócio, segundo o comunicado, que não citou valores da transação.

Até receber um aval final do órgão antitruste Cade, a ArcelorMittal afirma que não terá qualquer ingerência sobre as atividades da unidade, que até lá seguirá gerida totalmente pela Bekaert.

Segundo a ArcelorMittal, o negócio aumenta suas operações na produção de aço para pneus usados em carros e caminhões.

“Além disso, a operação permite sinergias e garante o fornecimento de fio-máquina de qualidade pela ArcelorMittal a partir de sua unidade de João Monlevade (MG)”, diz o comunicado.Por Reuters Leia mais em exame 26/04/2017



25 abril 2017

O dono da Arapuã quer voltar aos negócios

Herdeiro e presidente da extinta e endividada rede de eletrônicos, Renato Simeira Jacob compra participação em empresa de bebidas para tentar escrever uma nova história

A década de 1990 pode ser considerada uma das mais dramáticas da história para o varejo brasileiro. Naquela época, algumas das principais redes do setor fecharam milhares de lojas em meio à queda nas vendas e aumento de suas dívidas, que, ao longo dos anos, se tornariam impagáveis. Mappin, G. Aronson e Mesbla encerraram as suas operações em 1999, e a Arapuã seguiu caminho parecido. A empresa, que chegou a faturar R$ 2,2 bilhões, em 1996, e a ser a maior varejista de eletrodomésticos do País, deu seu último suspiro em 2003, diante de um endividamento estimado em R$ 1 bilhão à época.

Quatorze anos depois, um dos controladores, Renato Simeira Jacob, filho do fundador Jorge Jacob e último CEO antes do fechamento, volta a apostar no mercado corporativo. Ele desembolsou R$ 400 mil para adquirir uma fatia de 20% na empresa de bebidas Beba Rio, criada pelo empresário Francisco Montans. Apesar de um faturamento tímido, próximo a R$ 20 milhões, a fabricante, que produz chás e água de coco, pretende rivalizar contra grandes participantes do mercado, como a Wow Nutrition, dona das marcas Sufresh e Feel Good, de sucos e chás, respectivamente. “Vamos crescer 60% neste ano e estamos atrás de investidores estratégicos que auxiliem essa expansão”, diz Montans.

Oficialmente, a Beba Rio não confirma o aporte feito por Jacob. Segundo Montans e o próprio Jacob, o ex-presidente da Arapuã está somente “ajudando a empresa” em sua atual reestruturação financeira e administrativa. “Sou apenas um prestador de serviços”, disse Jacob à DINHEIRO, por mensagem. Fontes ligadas às negociações, no entanto, garantem que o aporte de Jacob já faz parte de uma nova configuração societária, e que a intenção do herdeiro da Arapuã é aumentar ainda mais a sua participação no capital. As empresas responsáveis por intermediar o negócio foram a Target Advisor e a IBN-Brasil. A Beba Rio, segundo Montans, prevê aumentar a sua capilaridade no Brasil. Por enquanto, a companhia está apenas em Estados do Sul e do Sudeste, com destaque para São Paulo e Rio de Janeiro.

A ofensiva de Jacob ocorre em um ano em que a novela com os credores da falecida Arapuã pode ter um novo e decisivo capítulo. Quando pediu a sua concordata, em 1998, a empresa passou a sofrer com as cobranças de seus credores, entre eles multinacionais como Phillips, Sony e a Evadin, que fabricava eletrônicos da marca japonesa Mitsubishi. No total, a Arapuã devia cerca de R$ 700 milhões para distribuidores e investidores. O restante ficava dividido entre funcionários e tributos para os governos federal, estadual e municipal. No plano de recuperação judicial, que foi aprovado em 2009, a empresa se comprometeu a pagar R$ 75,6 mil a cada um dos cerca de 600 ex-funcionários que entraram na Justiça.

Para os credores, no entanto, a família Jacob ofereceu apenas R$ 3,5 milhões, cerca de 0,5% do total da dívida à epoca. Apesar do valor considerado baixo, a maioria dos credores já aceitou o acordo oferecido pela Arapuã, segundo Ricardo Tepedino, advogado da empresa desde 1998. “Eles perceberam que era o melhor caminho a seguir”, afirma Tepedino. “Esse ano tudo deve ser resolvido.” Há, contudo, um credor que não pretende desistir tão cedo do que lhe é devido. O advogado Miguel Pereira Neto representa a Primafer, fabricante de máquinas e ferramentas, que comprou US$ 4 milhões em títulos de dívida da Arapuã um pouco antes da crise estourar.

De acordo com ele, a empresa ainda espera a falência da Arapuã para poder acessar os bens pessoais da família Simeira Jacob, que não fizeram parte das negociações. Em 2009, a empresa chegou a ter a sua falência decretada, mas a decisão foi revogada após a aprovação do plano de recuperação judicial. “O caso pode ser julgado ainda neste ano pelo Supremo Tribunal de Justiça”, diz o advogado, que também representa a Evadin. “E, se eles decidirem pela falência, outros credores também vão atrás do que tem a receber.” Enquanto a Arapuã aguarda as decisões judiciais, a empresa continua operando dez lojas de roupas populares em regiões periféricas de São Paulo e Belo Horizonte.

Chamadas de Sette Bello, a empresa vende produtos como camisetas que custam a partir de R$ 9,99, sempre anunciadas com fervor por locutores com microfones e caixas de som nas ruas. Em 2015, a Arapuã sofreu mais um golpe. Ela precisou alterar a sua denominação social para Kosmos Comércio de Vestuário, mas o CNPJ foi mantido. O nome Arapuã deve ser leiloada para pagar parte da dívida, mas, até agora, nenhuma proposta foi apresentada. Segundo seu último balanço divulgado, nos primeiros nove meses de 2016, a empresa faturou R$ 2,6 milhões, enquanto suas dívidas de curto prazo estavam R$ 7,9 bilhões. Questionado sobre a atual situação da Arapuã, Jacob limitou-se a dizer que ainda está tocando a empresa. Leia mais em istoedinheiro 07/04/2017

25 abril 2017



Ser pode reavaliar fusão se Cade barrar acordo Kroton-Estácio

A Ser Educacional pode analisar novamente uma fusão com a Estácio Participações, segundo fundador e presidente do conselho de administração

Ser Educacional: "A Ser tentou adquirir a Estácio, não foi possível, fez a impugnação no Cade", afirmou Diniz

A Ser Educacional pode analisar novamente uma fusão com a Estácio Participações, caso o acordo para a união dos negócios desta com a Kroton Educacional não seja aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), disse nesta terça-feira o fundador e presidente do conselho de administração da Ser, José Janguiê Diniz.

Ele ponderou, contudo, que a Ser aguarda decisão do Cade para discutir os cenários possíveis.

“A Ser tentou adquirir a Estácio, não foi possível, fez a impugnação no Cade”, afirmou Diniz, que também é diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (Abmes).

“Mas não podemos desconsiderar nenhuma opção”, disse em evento do setor, em São Paulo.

Diniz afirmou que, enquanto o Cade não se posiciona sobre a fusão Kroton-Estácio, a Ser deve se concentrar em expandir as operações de ensino à distância (EAD), principalmente a partir do segundo semestre, em todo o Brasil. Hoje, a empresa conta com nove pólos EAD no Nordeste.

Questionado sobre as operações que podem ser colocadas à venda se a fusão Kroton-Estácio for aprovada pelo Cade, o executivo disse que a empresa não está de olho em nenhum ativo específico neste momento.

Diniz contou ainda que, além do foco em EAD, a companhia discute em reuniões do conselho várias outras possibilidades, incluindo a entrada no segmento de educação básica, ensino técnico, corporativo e de idiomas.

A Ser Educacional divulga em 5 de maio o balanço do primeiro trimestre de 2017, que segundo o executivo deve ser positivo. “Apesar da crise, nós fizemos nosso dever de casa e esperamos resultado satisfatório”, afirmou.

FIES

Quanto ao encolhimento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), Diniz ressaltou que o menor número de vagas ofertadas não deve comprometer os planejamentos estratégicos da Ser Educacional, que dispõe de programa próprio de financiamento, o EDUCRED.

“Já crescíamos 10 por cento seis anos atrás sem o Fies e não vamos deixar de atingir nossas metas”, disse.

Em 11 de abril, a Reuters noticiou que 98,9 mil, ou 66 por cento, das 150 mil vagas ofertadas pelo Fies para o primeiro semestre haviam sido preenchidas.

Em 2016, o Ministério de Educação (MEC) disponibilizou um total de 325 mil vagas (250 mil vagas no primeiro semestre e 75 mil vagas no segundo), das quais 203.583, ou quase 63 por cento, foram preenchidas.

Também presente no evento, o diretor-executivo da Abmes, Sólon Caldas, afirmou que o MEC ainda não sinalizou se ofertará mais vagas para o segundo semestre deste ano, mas que a expectativa é de que 20 por cento das vagas remanescentes do primeiro semestre sejam preenchidas nos próximos meses.

O setor aguarda novos anúncios do governo para o Fies até o fim do mês. Caldas ressaltou que as regras atuais do programa estão dificultando o preenchimento das vagas.

“O aluno não consegue atender os requisitos porque tem um gargalo enorme: quanto menor a renda, menor é a nota”, disse.

Por volta das 16:00, as ações da Ser subiam 0,6 por cento, cotadas a 24,59 reais, enquanto o índice de small caps, em que estão listadas, avançava 0,8 por cento. Por Gabriela Mello, da Reuters  Leia mais em exame 25/04/2017



Tivit pede registro para IPO com oferta secundária de ações

A empresa de tecnologia Tivit pediu registro para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), em operação na qual serão vendidas apenas papéis de atuais acionistas da empresa de tecnologia, segundo informações divulgadas nesta terça-feira pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O banco de investimentos Credit Suisse será o coordenador líder da operação, que contará também com as participações dos bancos Itaú BBA, Bradesco BBI, JPMorgan, BTG Pactual e Santander Brasil.

O fundo de investimento APX Brazil e os investidores individuais Luiz Roberto Mattar, Paulo Sergio de Freitas, Tatiana Lorenzi, Carlos Renato Gazaffi, André Guimarães Frederico, Valdinei Cornatione, José Ometto Alberto, Orlando Silva Pereira, Alexandre Ferreira da Silva e Fabiano Droguetti serão vendedores na oferta.

A APX tem 92,64 por cento do capital da Tivit, enquanto Luiz Mattar detém 4,82 por cento. Os 2,54 por cento restantes estão dispersos nas mãos dos demais acionistas.

A Tivit seguirá com operações em sete países da América Latina, incluindo o Brasil, e uma carteira de 3.500 clientes, dos quais 300 entre as 500 maiores empresas do Brasil.

Em novembro, a Reuters publicou que a Tivit iria cindir sua divisão de negócios de atendimento automatizado de clientes no começo de 2018, conhecida como BPO, ficaria com cerca de 20 mil dos 27 mil funcionários do grupo.

O prospecto preliminar da oferta, a Tivit se apresenta como líder em soluções integradas de tecnologia na América Latina, com especialização em serviços de TI, em serviços de gestão de nuvem e uma área que opera a chamada internet das coisas.

A companhia teve receita líquida de 1,41 bilhão de reais em 2016, alta de 5,2 por cento sobre o ano anterior, enquanto o lucro líquido subiu 176 por cento, para 127,2 milhões de reais.

Segundo o calendário tentativo contido no prospecto, a Tivit espera estrear no pregão da B3 em junho deste ano.

O pedido da Titia reforça a leitura de que a captação no mercado de capitais doméstico dá sinais de retomada, após vários anos praticamente parado. Mais cedo neste mês, a companhia aérea Azul marcou sua estreai na B3 com um IPO de 2 bilhões de reais.

Também neste ano PIOS já inauguraram na bolsa a locadora de veículos Movida e o laboratório médico Instituto Hermes Pardieiro. Além da Titia, aguarda aval da CVM para um IPO a empresa de imóveis comerciais Logo Comercial Proporeis. Por Aluísio Alves Reuters Leia mais em dci 25/04/2017