17 novembro 2017

WOW Aceleradora seleciona sete startups e abre nova rodada de investimentos

A WOW, uma das principais aceleradoras de startups do Brasil, finalizou sua oitava rodada de seleção e definiu novas startups para receberem investimentos e mentorias.

André Ghignatti, diretor-executivo da WOW, comenta que o último ciclo recebeu 323 inscrições online e apresentou diversos projetos de alto nível. Dentre todos os inscritos, foram selecionadas sete startups de diferentes estados e segmentos que receberão investimentos de até R$150 mil. Além do investimento financeiro, as startups selecionadas também contam com ajuda com infraestrutura física, capacitação, consultorias em marketing digital e vendas, mentorias, plataformas de serviço e de hospedagem, assessoria de imprensa, jurídica e contábil além do apoio da equipe da aceleradora e do intercâmbio com as outras startups aceleradas.

Até agora a WOW já acelerou 41 startups, divididas em oito rodadas. Conheça as startups selecionadas no último ciclo de investimentos:

Santo Contrato Com sede em Porto Alegre (RS), é uma plataforma digital para edição em tempo real e rastreio de alterações em contratos. Além disso, a startup disponibiliza, de forma gratuita, modelos de contratos e documentos jurídicos Uma oportunidade para as pessoas que não possuem condição de contratar um profissional com experiência em contratos para elaborar esses documentos. https://santocontrato.com.br/

Wikinove A plataforma digital conecta setores da indústria a uma comunidade de criativos e designers para o desenvolvimento de novos produtos. Com um processo simples e estruturado são lançados desafios de desenvolvimento de produtos à comunidade que responde com suas propostas. As melhores propostas são selecionadas e premiadas. A startup tem sede em São Paulo (SP).wikinove.com

O2O Bots A startup criada em Florianópolis (SC) fornece plataforma de inteligência artificial e solução de automação de tarefas operacionais voltadas para a venda de seguros. http://www.o2obots.com/

Presumé Plataforma digital para gravação de entrevistas de emprego em vídeo sem a presença do entrevistador. Os candidatos podem gravar vídeos respondendo a perguntas pré-determinadas e o recrutador pode assistir às entrevistas de qualquer lugar para selecionar os candidatos. A startup tem sede em São Paulo (SP). www.presume.com.br

Ziro Modas Assessoria em compras no atacado que possibilita que revendedores de qualquer parte do país comprem diretamente das marcas de atacado de São Paulo. Com o Ziroapp, lojistas com CNPJ podem comprar roupa nos melhores fabricantes de qualquer lugar. www.ziromoda.com.br

Atlas Project - Fintech com sede em São Paulo (SP) que tem como objetivo desenvolver novas ferramentas de investimento para o mercado financeiro, utilizando tecnologia computacional aliada ao bitcoin e outras moedas digitais. quantum.atlasproj.com

Movidesk Startup com sede em Blumenau (SC) que oferece software para centrais de Help Desk e Service Desk pensado para ser simples e completo. movidesk.com

A nova rodada de aceleração de startups da WOW já está aberta e terá uma dinâmica um pouco diferente. "As startups receberão um primeiro investimento como anteriormente, de R$50 mil ou R$150 mil, dependendo do estágio do negócio. A novidade é que as startups que apresentarem boa performance durante a aceleração receberão um segundo investimento, um follow-on de mais R$100 mil", explica Ghignatti. Leia mais em convergem 19/07/2017



17 novembro 2017



Novo leilão de ativos da massa falida da Mabe arrecada R$ 98,8 milhões

O segundo leilão da massa falida dos ativos do grupo Mabe Brasil Eletrodomésticos alcançou R$ 98,8 milhões, informou, ao Valor, Carolina Merizio, advogada da Capital Administradora Judicial, responsável pela gestão da falência da companhia

Foram vendidos três imóveis. As fábricas de Campinas e Hortolândia, ambas no interior de São Paulo, foram arrematadas por Neralcedina Conceição Pinheiro, de Belo Horizonte (MG), enquanto um galpão, também em Hortolândia, foi adquirido pela SMMP Empreendimentos e Participações Ltda., de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Além disso, 150 equipamentos foram arrematados ... Leia mais em valoreconomico 17/11/2017



Vale adia venda de fatia em mina de níquel de Nova Caledônia, dizem fontes

A mineradora brasileira Vale decidiu adiar o processo de venda de participação em uma mina de níquel na Nova Caledônia, após considerar as propostas iniciais pelo ativo muito baixas, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento direto do assunto.

A maior produtora de minério de ferro do mundo pode atrasar o processo em até um ano. A empresa prevê uma recuperação dos preços do níquel, segundo as fontes, que pediram anonimato porque não estão autorizadas a abordar o assunto.

Uma das fontes disse que a Vale estava buscando investimentos de 500 milhões a 1 bilhão de dólares na unidade Vale Nova Caledônia, que registrou problemas técnicos como um vazamento químico, além de enfrentar violentos protestos locais.

A empresa reduziu recentemente o peso de sua dívida --um dos objetivos dos esforços recentes para a venda de ativos-- e o novo presidente, Fabio Schvartsman, está realizando uma ampla revisão estratégica.

A Vale estava conversando com a recicladora chinesa de baterias GEM há vários meses sobre a participação na mina, mas essas negociações ficaram paralisadas, disseram as fontes. A GEM não respondeu aos pedidos de comentários.

Fabricantes de baterias recarregáveis ??para veículos elétricos estão procurando assegurar suprimentos de cobalto, lítio e níquel, que são ingredientes chave das baterias.

A Vale disse que o processo de venda de participação na mina ainda está em curso e que recebeu ofertas. O banco Nova Scotia, do Canadá, que assessora o processo de venda, não respondeu a pedidos de comentários.

As ações ordinárias da Vale subiram 1 por cento na B3 nesta sexta-feira, ampliando a alta neste ano para 33 por cento.

Acima do orçamento e após anos de atraso ??quando finalmente começou em 2010, o projeto da Nova Caledônia acumulou quase 1,3 bilhão de dólares em perdas entre 2014 e 2016, de acordo com uma apresentação de junho a investidores. Isso também reduziu o campo de potenciais interessados, de acordo com a segunda fonte.

Em uma conferência de investidores em Nova York nesta semana, Schvartsman disse que o níquel gerou retornos abaixo do esperado para a Vale e prometeu cortar novos investimentos no negócio.

"Esperamos que o níquel terá mais demanda à medida que se torna uma matéria-prima para baterias de carros, mas os preços não reagiram até agora", disse Schvartsman.

Murilo Ferreira, que Schvartsman substituiu como CEO em maio, decidiu vender a mina de níquel Nova Caledônia como parte de um plano de venda de ativos de 15 bilhões de dólares anunciado em 2016, para reduzir a dívida.

A dívida líquida da Vale diminuiu 18 por cento nos últimos 12 meses até setembro, para 21 bilhões de reais. Ela ficou em 4,9 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), abaixo do patamar anterior, de 8,6 vezes um ano antes, de acordo com dados da Thomson Reuters.
Por Tatiana Bautzer e Nicole Mordant Reuters Leia mais em DCI 17/11/2017



Taesa compra fatia na transmissora de enegia IB, responsável por obra na Bahia

A transmissora de eletricidade Taesa anunciou nesta sexta-feira a aquisição de uma fatia na IB Transmissora, responsável pela implementação e futura operação de quase 170 quilômetros em linhas de energia na Bahia que devem demandar investimentos de mais de 367 milhões de reais, segundo fato relevante da companhia.

A Taesa fechou diretamente a aquisição de 24,95 por cento no empreendimento junto à Apollo 12 Participações, enquanto outros 50,10 por cento serão comprados pela Empresa Norte de Transmissão de Energia (ENTE), onde a Taesa é sócia minoritária com 49,9 por cento, contra 50,01 por cento da Alupar .

De acordo com o comunicado, a Taesa pagará à vendedora 2,9 milhões de reais por sua parcela na aquisição, em valor com data-base de agosto de 2018. Já a ENTE pagará 5,8 milhões por sua fatia no negócio.

"Com a conclusão da operação, a Taesa passa a deter direta e indiretamente 49,99 por cento da IB... reforçando, portanto, sua estratégia de crescimento e seu posicionamento estratégico como uma das maiores empresas de transmissão de energia do país", afirmou em comunicado a Taesa, que é controlada por Cemig e Isa.

A aquisição está sujeita à aprovação em assembleias de acionistas da Taesa e da ENTE, bem como à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). (Por Luciano Costa) Reuters Leia mais em dci 17/11/2017



Vale vende ativos de fertilizantes em Cubatão à Yara por US$255 mi

A Vale celebrou um acordo para a venda à norueguesa Yara de sua subsidiária integral Vale Cubatão Fertilizantes, que opera os ativos de nitrogenados e fosfatados em Cubatão (SP), por 255 milhões de dólares, informaram ambas as empresas nesta sexta-feira.

O montante acordado será pago em dinheiro com recursos próprios da Yara mediante a conclusão da transação, prevista para o segundo semestre de 2018.

A Vale afirmou em nota que "esse é mais um passo na direção da redução da alavancagem" da companhia e destacou que os recursos a serem recebidos irão reduzir o endividamento, seguindo a estratégia de desinvestimento de ativos não-estratégicos.

Já a Yara declarou que a aquisição faz parte do plano de crescimento de longo prazo da empresa no país.

"A Yara está investindo forte no Brasil", disse em nota o presidente da companhia no país, Lair Hanzen.

"Com mais esse aporte, que inclui também a produção de nitrogenados, a Yara aumenta sua presença na produção nacional... Além disso, também faz parte da nossa estratégia, o crescimento, no Brasil, em soluções industriais, as quais possuem um amplo portfólio, tendo a Europa como o principal consumidor", adicionou o executivo.

A Yara destacou que a negociação inclui um complexo de nitrogênio e fosfatos com uma capacidade de produção anual de aproximadamente 200 mil toneladas de amônia, 600 mil toneladas de nitratos (divididos entre o segmento de fertilizantes e industrial) e 980 mil toneladas de fertilizantes fosfatados.

Em 2016, segundo a Yara, o complexo de Cubatão comercializou aproximadamente 1,3 milhão de toneladas de nitrogênio e produtos fosfatados, gerando uma receita líquida de 413 milhões de dólares e uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 30 milhões e dólares.

Já a receita líquida de 2015 somou 532 milhões de dólares, enquanto o Ebitda foi de 89 milhões de dólares, ainda segundo informações da companhia norueguesa.

"A Yara planeja fazer investimentos de aproximadamente 80 milhões de dólares até 2020, a fim de materializar sinergias anuais de 25 milhões de dólares através de uma combinação de otimização de custo, ativos e portfólio de produtos", disse a empresa em nota sobre a aquisição.

A operação ainda está sujeita à aprovação das autoridades concorrenciais, a outras aprovações regulatórias e também ao não exercício do direito de preferência de terceiro até fim de 2017, explicaram as companhias. (Por Marta Nogueira) Reuters Leia mais em dci 17/11/2017



Trocafone recebe US$ 15 milhões

O Trocafone, portal para venda de eletrônicos usados, recebeu um aporte de US$ 15 milhões para expandir sua operação, que hoje alcança Brasil e Argentina.

A empresa já havia levantado US$ 7 milhões em uma rodada de investimento no ano passado. O novo aporte contou com recursos das companhias Callfort, MIT Castor Ventures Fund, FJ Labs, Rocketship, Mercado Libre Fund e outros investidores não revelados.

No portal, os usuários podem trocar seus telefones por vouchers que podem ser usados ​​em lojas de eletrônicos para comprar um novo aparelho. O Trocafone recebe os telefones, conserta e os revende com valor de 50% a 60% menor que o custo de um equipamento novo do mesmo modelo.

A empresa também oferece opções de financiamento e uma garantia de três meses.
O portal tem parceria com as companhias Sony, Oi, iPlace, Samsung e LG.

A startup foi criada por dois argentinos - Guille Freire e Guillermo Arslanian - que decidiram abrir o negócio primeiro no Brasil por conta do potencial do mercado local.

No final de 2015, a Trocafone abriu na Argentina e divulgou o objetivo de estar na Colômbia, Peru e Chile até 2017 - o que ainda não aconteceu. Júlia Merker// Leia mais em baguete 17/11/2017 



“Ao estrangeiro interessa a economia brasileira”,diz J.P. Morgan Asset

2017 está quase terminando, mas foi um ano incrível para os mercados financeiros e deixa uma sinalização muito positiva para 2018.

Quem afirma é a estrategista do J.P. Morgan Asset Management para América Latina, Gabriela Santos, que está no Brasil para apresentar  a grandes investidores locais as oportunidades disponíveis no exterior para diversificação de ativos e de risco.  Em entrevista ao Casa das Caldeiras, Blog da redação do Valor, Gabriela falou também sobre os investidores estrangeiros que seguem atentos às oportunidades oferecidas pelo Brasil.

A estrategista do J.P. Morgan Asset Management não é indiferente ao processo eleitoral que alguns de seus pares, no Brasil, consideram antecipado. Contudo, ela relativiza os eventos. “Após a forte e recente retração da economia, o Brasil segue na mesma direção da economia global e essa tendência não é desprezada pelos investidores globais que, ao ... Leia mais em valoreconomico 17/11/2017



Com aquisição rara, Odontoprev cresce no Nordeste

Num raro movimento num setor já bastante consolidado, a Odontoprev anunciou hoje a compra da OdontoSystem, uma rede de planos odontológicos com 622 mil vidas baseada em Fortaleza.

A compra amplia em 10% o número de beneficiários da Odontoprev, que tem sofrido para aumentar sua base em meio à crise econômica e à alta do desemprego. A aquisição também amplia a presença da companhia, líder do setor, no Nordeste, onde a penetração de planos odontológicos é mais baixa.

A empresa concordou em pagar um múltiplo de 9 vezes o EBITDA da OdontoSystem em 2017, metade das 20 vezes pelas quais a Odontoprev é negociada na Bolsa. Para 2018, o consenso da Bloomberg aponta para um EV/EBITDA de 18 vezes.

“O preço parece bom, especialmente considerando o tamanho da base que a Odontoprev está colocando para dentro”, diz um banqueiro com um histórico de vários M&As no setor de saúde.

A Odontoprev não divulgou o montante final que vai desembolsar. Disse apenas que em 2016, a OdontoSystem faturou R$ 97 milhões e conseguiu um EBITDA de R$ 17 milhões. O contrato prevê ainda um pagamento residual, a depender do atingimento de metas em 2018 e 2019.

Fundada no fim dos anos 1980 por um grupo de dentistas liderado por Randal Zanetti, a Odontoprev foi uma máquina de aquisições nos anos que se seguiram ao seu IPO, em 2006, consolidando um setor pulverizado e um dos segmentos mais lucrativos do setor de saúde.

Mas a companhia não crescia via M&A desde 2009, quando se fundiu à Bradesco Dental, hoje controladora da companhia. Desde então, a Odontoprev privilegiou o crescimento orgânico via o aumento da capilaridade de sua rede de distribuição – primeiro com o próprio Bradesco e, ano passado, com uma parceria firmada com a BB Seguridade.


Com uma sinistralidade muito menor que os planos médicos convencionais, as empresas de assistência odontológica são as verdadeiras cash cows da indústria. E o potencial de crescimento é grande: a penetração dos planos odontológicos é de apenas 11% no Brasil, contra 25% dos planos de saúde – e 70% dos planos dentais no mercado americano.

Com uma rede de dentistas bem consolidada e demonstrando capacidade de controlar custos mesmo em cenários adversos, a Odontoprev se tornou uma das empresas mais caras da Bolsa, com um múltiplo de preço/lucro de quase 30 vezes para o próximo ano.

Líder isolada no setor, a Odontoprev tem 6,3 milhões de vidas. A concorrência é formada principalmente por seguradoras de saúde tradicionais, que oferecem o plano odontológico associado ao médico. A maior concorrente é a Amil Dental, com 1,9 milhão de vidas, seguida pela Hapvida Odonto e a Interodonto (da Intermédica, controlada pela Bain Capital), com 1,6 milhão cada.

Apesar da liderança, a Odontoprev vem sofrendo para aumentar sua base nos últimos anos e o número de beneficiários é praticamente o mesmo desde o fim de 2014. Com um posicionamento mais ‘high end’, seu tíquete médio’ é maior que o da concorrência – em 2016, foi de R$ 18 mensais, contra R$ 10 da Interodonto, por exemplo.

“Com a crise, houve um movimento de trade down no setor que acabou pegando a Odontoprev. Mas agora isso deve melhorar com a retomada da economia”, diz um analista que já enxerga um momento de inflexão. “Eles têm uma rede melhor e podem cobrar mais caro por isso”.

O posicionamento de preço fica claro no market share do setor: apesar de ter 28% do mercado em volume de vidas, a Odontoprev morde uma fatia de 45% da receitas, segundo informações da própria companhia com base nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Em um encontro com investidores promovido há duas semanas pelo Credit Suisse, o diretor de RI da Odontoprev, José Roberto Pacheco, sinalizou que vê um cenário melhor para a companhia no próximo ano, com a queda do desemprego, a perspectiva de aumento no salário mínimo e uma concorrência mais racional. No terceiro tri, a Odontoprev adicionou 84 mil vidas, seu melhor trimestre desde o fim de 2014. Natalia Viri  Leia mais em braziljournal 14/11/2



Neeleman compra 32% da segunda maior aérea francesa

O Grupo Weaving anunciou hoje que vendeu 32% de sua participação minoritária na Aigle Azur, a segunda maior companhia aérea da França, para David Neeleman, conhecido por criar e desenvolver transportadoras como a West Jet e Azul, além de deter participação na Tap.

Analistas disseram em reportagem do Presstur que o negócio se trata de um reforço da parceria com o grupo chinês HNA, que é dono de ações na mesma aérea francesa, e também antecipa uma possível expansão de atividade da Azul para a Europa, com voos para o aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.

Além disso, o aeroporto francês poderia fazer conexões com a China por meio de voos da Hainan Airlines, complementando as via Lisboa, que já oferece voos para Pequim via Beijing Capital, do grupo HNA, além de África com a Tap.

Em despedida, publicada em comunicado oficial, o chairman da Weaving, Meziane Idjerouidene, disse que o grupo “ficou ao lado Aigle Azur por 16 anos” e revelou estar orgulhoso do “sucesso que alcançaram juntos”. Segundo o executivo, foram utilizados como critério para a negociação com Neeleman a quantidade de recursos que ele possui e o “conhecimento insuperável” do setor para desenvolver a aérea francesa.  Marcos martins *Fonte: Presstur Leia mais em panrotas 16/11/2017



Blau Farmacêutica entra com pedido de registro de cia aberta e IPO

A Blau Farmacêutica está com pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na categoria A, que permite emissão de títulos, inclusive ações. O processo, em análise no órgão regulador do mercado, inclui pedido de oferta pública de distribuição primária (novas ações) e secundária (do acionista vendedor) no segmento Novo Mercado da B3.

De acordo com as informações do site da farmacêutica, sua especialidade são medicamentos de alta complexidade, como oncologia, nefrologia, hematologia, infectologia, entre outros.


O departamento de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Blau Farmacêutica é dividido em dois setores: produtos biológicos e drogas sintéticas. Além da fábrica em Cotia (SP), a empresa conta com seis subsidiárias em países da América Latina – Uruguai, Colômbia, Argentina, Peru e Chile – e afirma que terá em breve uma na Cidade do México.

Conforme o prospecto preliminar da oferta, a coordenação é do Banco Itaú BBA (líder), com J. Safra, JPMorgan e Morgan Stanley.

O acionista vendedor é Marcelo Rodolfo Hahn, detentor de 100% do capital. A quantidade de ações que ele colocará na oferta não foi divulgada.


Ainda de acordo com o documento, o capital da companhia é de R$ 56,5 milhões, representado por 148 milhões de ações ordinárias. O capital social poderá ser aumentado independentemente de reforma estatutária, até o limite de 190 milhões de ações ordinárias, por deliberação do Conselho de Administração.

Os recursos obtidos com a oferta primária serão destinados para expansão da capacidade produtiva e de distribuição no Brasil; aceleração de sua política de investimento em P&D; busca de oportunidades de crescimento por meio de aquisições; expansão da atuação na América Latina; capital de giro; e pagamento de dividendos, conforme venham a ser declarados anteriormente à precificação da oferta, no montante de R$ 80.707.111,65.  Estadão Conteúdo Leia mais em istoe 17/11/2017



Hospital Care adquire controle do Hospital São Lucas de Ribeirão Preto

A Hospital Care -- holding da hospitais dos fundos Bozano e Abaporu, do empresário Elie Horn -- fechou a aquisição do controle do Hospital São Lucas, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

A outra fatia do hospital continua com o fundador, o médico Pedro Palocci, irmão do ex-ministro Antonio Palocci. O São Lucas conta com duas torres, que, juntas, abrigam cerca de 150 leitos.

O projeto receberá investimentos entre R$ 30 milhões e R$ 60 milhões nos próximos dois anos para construção de 40 novos leitos. Esse investimento é a primeira etapa de um aporte que pode chegar ... Leia mais em valoreconomico 17/11/2017





Fusão de Zap e VivaReal cria nova holding

As duas maiores empresas de classificados imobiliários digitais do Brasil decidiram fazer a fusão de suas operações. Zap, integralmente do Grupo Globo, e VivaReal, detida por seis fundos de investimentos principais, criaram uma holding para controlar a nova empresa combinada.

O Globo possui a maioria das ações do Grupo Zap VivaReal, mas a gestão do conselho de administração será compartilhada, com três diretores de cada empresa e um membro independente, disse Jorge Nóbrega, vice-presidente-executivo do Grupo Globo.

O presidente-executivo do VivaReal, Lucas Vargas, assume o comando da empresa combinada. O diretor-geral do Zap, Eduardo Gama Schaeffer; e Brian Requarth, cofundador e presidente do conselho de administração do VivaReal, são os copresidentes do conselho da nova empresa.

O Zap, com 500 funcionários, e o VivaReal, com 600, passam a ser integrados pela holding, embora mantenham as marcas e os produtos separados. As empresas não revelam a receita, mas cada uma tem crescido acima de 30% ao ano. "Com a recuperação da economia e do mercado imobiliário, teremos demanda ainda maior para a empresa combinada crescer de forma acelerada, e o processo de recuperação da economia ajuda muito nesse crescimento", diz Nóbrega.

Os grupos são complementares. Unidos, seus portais mostram mais de 7 milhões de ofertas de imóveis, produzem acima de 4 milhões de contatos interessados nos anúncios, atraem 40 milhões de visitas on-line e geram mais de 100 mil buscas por hora. São 20 milhões de visitantes únicos.

A sobreposição é em torno de 20% no número de anúncios e de 20% a 30% sobre o total de 30 mil clientes. "As duas empresas estão em fase de crescimento robusto, há grandes oportunidades", diz Schaeffer, que considera a superposição baixa. Os produtos são diferentes, com ofertas mais simplificadas no VivaReal.

O Zap nasceu em 2001, como Planeta Imóvel, um site de classificados de um grupo de amigos. Logo depois, foi vendido ao Infoglobo, braço de publicações do Grupo Globo, ao qual o Valor pertence, e ao "O Estado de S. Paulo". Passou por uma expansão em 2005 e em 2007 foi rebatizado de Zap, com nova forma de atuação.

Em 2012, o Infoglobo comprou a fatia do sócio e ficou com a totalidade do capital do Zap. Na sequência, passou a ter vida própria dentro do Grupo Globo, porque nasceu como defesa do jornal impresso, mas cresceu muito mais como serviço digital, disse Schaeffer.

"O Zap é um exemplo de transformação digital", afirmou Nóbrega. "Soubemos preservar nossa relevância no mercado de classificados, conquistada ao longo de décadas com nossos jornais, ao desenvolver um serviço superior aos consumidores através do que há de melhor no ambiente digital. É um exemplo porque as receitas digitais para as empresas de mídia tendem a ser cada vez mais importantes." Segundo ele, o VivaReal e o Zap passam também a combinar a inteligência de dados, componente valioso dos serviços digitais. "Para nós, é o futuro."

No mesmo portal, o consumidor pode consultar milhares de ofertas de imóveis em qualquer região do país. Há fotos e dados como preço do condomínio e informações do bairro. Pelo aplicativo Zap Explora, basta apontar o celular para os prédios e ver onde há ofertas e os respectivos detalhes. Todas as imobiliárias estão concentradas num só lugar.

O processo de migração digital começou por grandes empresas de mídia no mundo, que perdiam o classificado impresso. O Zap e o VivaReal vieram em busca dessa oportunidade, diz Nóbrega. Mas, para o anunciante, o impresso continua importante, particularmente para lançamentos, observa. Por isso a receita não migrou 100% para a web. Já o pequeno anúncio de imóvel usado praticamente foi todo para o mundo digital.

O Zap continuou sua expansão em 2013, ao sair da regional São Paulo-Rio para nível nacional. Comprou o site Pense Imóveis, no Sul, no fim de 2014; e o Sub100, uma plataforma de gestão do relacionamento com os clientes (CRM, na sigla em inglês) para incorporadoras, imobiliárias, corretoras e loteadoras, em 2015. A partir daí, decidiu investir em dados.

Paralelamente, em 2011 o Zap e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) lançaram o primeiro índice de preços de imóveis do país, o FipeZap, que toma por base o banco de anúncios do portal. "Virou uma família de índices de pesquisas que ajudam a nortear para onde o mercado está indo", disse Eduardo Schaeffer.

Por meio da fusão das duas empresas, a quantidade de dados se multiplica e os produtos nessa linha serão aprimorados, disse Nóbrega. Em 2016, foi criado o DataZap, com o Zap como principal acionista e mais três professores, para oferta de dados ao mercado.

Ao longo de sua evolução, o Zap concentrou-se no desenvolvimento de dados, no pré-lançamento de imóveis, na análise do preço em relação à região, enfim, em informações que servem de apoio à decisão do consumidor. Já o VivaReal acelerou mais a oferta de serviços e produtos pós-contato.

O VivaReal também passou por várias transformações desde a sua fundação, em 2007, pelo americano Brian Requarth e o alemão Thomas Floracks, na Colômbia. Os dois se conheceram por acaso, na fila da Polícia Federal. Acabaram ficando amigos e decidiram criar um portal imobiliário. Em 2009, entrou um sócio brasileiro, Diego Simon. Brian e Thomas, então, decidiram levar o negócio para o Brasil.

Em 2011, chegaram investidores-anjo como Greg Waldorf (primeiro investidor do Trulia, portal que vale US$ 3 bilhões, comprado pelo Zillow, ambos dos Estados Unidos) e Simon Baker (antigo CEO do REA Group, liderou o IPO do portal australiano, que vale US$ 9 bilhões). No ano seguinte, entrou o primeiro investidor institucional, o Monashees Capital, o que permitiu ao portal romper a fronteira de São Paulo para buscar a expansão nacional. Depois entraram novos investidores.

Hoje, o VivaReal está presente em 15 cidades de 12 Estados e a maioria do capital passou a ser dividida por seis fundos, com menos de 15% cada, em três rodadas de investimentos: Monashees Capital e Kaszek Ventures; Valiant Capital e Dragoneer Investment Group; e Spark Capital e LeadEdge Capital.

O último aporte, feito em conjunto pelos fundos Spark Capital e LeadEdge Capital, avaliou a empresa em US$ 300 milhões em 2014. Foi quando o direcionamento estratégico do portal imobiliário mudou para sistemas, disse Lucas Vargas. O jovem executivo, que saboreia pastilhas de chocolates enquanto conversa, foi contratado pelo VivaReal como vice-presidente comercial, em 2012, para trabalhar em sua expansão. Em 2015, foi nomeado diretor de operações e, em 2016, substituiu Brian Requarth como presidente-executivo.

Ao redirecionar sua estratégia para sistemas, o VivaReal comprou, em 2015, a SuaHouse, empresa que fornece CRM para incorporadoras. Em 2016, adquiriu a Graubox, uma pequena empresa que qualifica os consumidores das incorporadoras. Em 2017, comprou a Geoimovel, que possui banco de dados e faz análise envolvendo inteligência imobiliária, sistemas integrados para aplicações (SAS, na sigla em inglês) e relatórios de inteligência para apoiar incorporadoras.  Fonte:Valor Econômico
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