25 setembro 2017

Algar Telecom contrata bancos para possível IPO

A operadora de telecomunicações Algar Telecom informou nesta segunda-feira que contratou bancos para assessorá-la numa possível oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A empresa não deu mais detalhes sobre os termos de uma possível oferta de ações, incluindo prazos nem se a operação poderia incluir a venda de tranches primária (ações novas) e secundária (papéis detidos pelos atuais sócios).

A Algar Telecom é companhia aberta desde 2007, tem concessão de telefonia fixa em 87 cidades nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Em regime de autorização, a empresa presta serviços nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste.

No final do segundo trimestre deste ano, a empresa tinha 498 mil clientes de banda larga fixa, 1,7 milhão de usuários de telefonia fixa e 1,3 milhão de clientes de telefonia móvel. A operadora teve lucro líquido de 65,2 milhões de reais no segundo trimestre deste ano, ante 41,3 milhões no mesmo período de 2016. (Por Aluísio Alves) Reuters Leia mais em dci 25/09/2017

25 setembro 2017



Malan e Franco defendem reformas e dizem que país retoma credibilidade

Os economistas Pedro Malan e Gustavo Franco, integrantes da equipe econômica do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), defenderam reformas do presidente Michel Temer (PMDB) e afirmaram que o país tem conseguido retomar sua credibilidade.

"As reformas do Temer durarão muitos anos. E elas são muito mais importantes do que o superávit primário que possa conseguir fazer agora", disse Franco em Belo Horizonte.

Para Malan, a reforma da Previdência é "inevitável" e "terá que ser feita".  E, apesar de crise política, na economia "há uma clara redução do grau de incerteza". ... Leia mais em valoreconomico 25/09/2017




Selic em queda aumenta o apetite dos fundos pelo risco

Mercado de juros mira proximidade do fim do aperto monetário e a existência de prêmio nas taxas mais curtas

A maré parece virar no mercado e a aposta em juros perde a atração frente às outras opções, como câmbio e ações. Ao menos para os investidores profissionais, especialistas que hoje gerenciam as disputadas carteiras de fundos de multimercado.

Fundo multimercado é um tipo de aplicação híbrida, que mistura renda fixa, ações ou câmbio, mexendo nessa composição com o objetivo de tirar o melhor do momento econômico com aquilo que o mercado oferece. E graças ao ciclo de redução da Selic, a taxa básica da economia, e ao bom momento da Bolsa, que tem renovado recordes, boa parte desses investimentos aumentou a exposição ao risco.

Os fundos operam neste momento com foco no mercado de juros, de olho na proximidade do fim do cenário de aperto monetário e na existência de prêmio nas taxas mais curtas, o que tem permitido boa rentabilidade.

Além disso, ganham espaço nas carteiras as ações de empresas brasileiras que tem ajudado na alta do Ibovespa, o índice com as principais empresas em negociação na B3.

“Nossa aposta base continua sendo os juros. Abriu um prêmio interessante na taxa média de 2019”, afirma o gestor da Rio Bravo Investimentos, Eduardo Levy. O especialista diz ainda que o fundo acredita na valorização do dólar da carteira para o curto prazo, ou seja, investindo no mercado de dólar futuro para no máximo três meses.

Nos fundos multimercados da XP, a aposta em queda de juros segue balizando a carteira dos gestores. “A ata do Copom deixou claro que a Selic de 7% é o teto”, destaca o gestor macro da corretora, Bruno Marques. Segundo ele, o foco do fundo da casa está nos ativos locais, que têm mostrado boas oportunidades. “Para os juros mais curtos, de um a dois anos, ainda há prêmio para o investidor”, afirma.

Bruno Marques projeta Selic entre 6,5% e 6,75% já no início de 2018. Outra aposta é em bolsa, com o principal índice teórico da B3 acima dos 75 mil pontos e com a expectativa de que ainda há espaço para ganhos.

“Estamos bem comprados. A bolsa no Brasil perdeu aderência com o cenário macro. Essa é uma das nossas apostas principais”, afirma o gestor da XP.

A expectativa dos especialistas é de relativa calmaria na política, inflação acomodada e juros em queda, o que já começa a ser refletido nos resultados das empresas por conta do menor custo de capital. “O cenário externo ainda é favorável por causa das taxas de juros baixas globalmente”, afirma o gestor da Claritas Investimentos, Damont Carvalho.

No Bram, gestora do Bradesco, a busca dos economistas tem sido na diversificação do portfólio, com um foco especial ao mercado de ações, que tem provado um “bom custo retorno”, ainda mais em um momento de baixos juros reais e expectativa de inflação abaixo de 4% em 2017, explica o diretor de investimento Ricardo Almeida.

Mas para o professor de Finanças da Fecap, Joelson Sampaio, uma coisa são os especialistas, outra bem diferente é o investidor pessoal. Ele deve ter cuidado com os riscos assumidos e também com a taxa de administração dos investimentos. “Comparando esses encargos e medindo o risco, ainda será possível surfar bastante essa onda promovida pela queda da Selic até 2018.”

Expansão. O ano de 2017 tem sido importante para os fundos multimercados. A captação no acumulado do ano até agosto foi de R$ 81,78 bilhões. Nos últimos 12 meses, atingiu R$ 94,90 bilhões. “As quedas de juros têm tornado as aplicações em renda fixa menos atrativas, o que está impulsionando os investidores a buscarem, ainda que em ritmo lento, outras alternativas que envolvam mais risco”, afirma o vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Carlos Ambrósio.    Ana Carolina Neira e Fernanda Guimarães , O Estado de S.Paulo Leia mais em estadão 25/09/2017



Manserv vai reforçar seus padrões de governança para abertura de capital

Preparar para abrir

A Manserv, empresa de manutenção industrial e de logística, vai reforçar seus padrões de governança para que uma abertura de capital (IPO) possa ocorrer "a qualquer momento", diz o presidente, Donizete Santos.

"Com a nova lei de terceirização, abrem-se outras dimensões de atuação. Vamos nos preparar para a possibilidade de IPO ou atração de fundo de investimento."

A empresa já buscou uma consultoria externa para reestruturar a operação de conselhos e comitês internos, segundo o executivo.

A expectativa é que as novas regras de terceirização ampliem a atuação da Manserv, que quer passar a cuidar de operações completas em indústrias como a de óleo e gás, além da de mineração.

"Temos discutido com clientes como seria uma terceirização da operação de plataformas de petróleo ou de extração de minério."

A companhia vai investir, até o fim deste ano, R$ 160 milhões. A maior parte do aporte será destinada à expansão de parques industriais de maquinário para agronegócio e siderurgia.

Também serão alocados recursos no centro de inovação da empresa no Rio, inaugurado em maio deste ano.

R$ 1 BILHÃO foi a receita no 1º semestre deste ano, alta de 17%
25 MIL é o total de funcionários diretos da companhia Fonte Folhapress  Leia mais em mamais 24/09/2017





Cresce o número de falências entre usinas sucroalcooleiras

Usina fora de operação em Sertãozinho (SP): preços baixos e erros de gestão

Após quase uma década de crise, cresce o número de usinas no país que não consegue cumprir compromissos com credores e que, por consequência, deve engrossar as listas das que buscam proteção judicial ou das que estão tendo a falência decretada. A deterioração financeira dessas usinas se dá em meio à queda dos preços de açúcar e etanol no primeiro trimestre da safra 2017/18.

Segundo levantamento da RPA Consultoria, há 52 unidades em recuperação judicial e 27 em falência, dentro de um universo de 444 plantas no Brasil. Em 2016, a lista de usinas em recuperação tinha 16 unidades a mais, porém 13 delas tiveram a falência decretada pela Justiça e três foram vendidas. O estudo avalia a situação de cada unidade industrial e não das empresas. A última a ampliar a lista de recuperandas foi a Usina Vista Alegre, da família Tavares de Almeida, de Itapetininga (SP).

Entre as que tiveram a falência decretada este ano estão as quatro da Infinity Bio-Energy, a Usina São Fernando, de José Carlos Bumlai, implicado na Lava-Jato, e duas do grupo Camaq. Nesses casos, as usinas já estavam paradas e os processos se estendiam há mais tempo. A falência da Infinity foi recentemente suspensa em liminar de segunda instância e ainda aguarda julgamento.

A situação do setor, porém, deve piorar. Para Ricardo Pinto Arruda, sócio da consultoria, ao menos 25 unidades estão prestes a pedir recuperação judicial e uma já nessa situação deve ter a falência decretada.

A deterioração financeira para parte das usinas ainda reflete a crise do setor, iniciada em 2008, mas também erros de gestão. A queda recente dos preços do açúcar e do etanol foi o golpe de misericórdia.

No primeiro trimestre da safra (de abril a junho), os contratos futuros de açúcar de segunda posição na bolsa de Nova York caíram 18%, enquanto o indicador Cepea/Esalq para o etanol hidratado em São Paulo recuou 10%. "Com a piora dos preços, a situação de quem já estava em pré-recuperação judicial ficou quase insustentável", afirma Arruda.

Além disso, problemas climáticos nos últimos anos também ajudaram a minar a geração de caixa das que já tinham dificuldades.

Nos últimos dois meses, o mercado teve uma recuperação diante do aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis, que melhorou a competitividade do etanol, e da taxação das importações do biocombustível. Mas empresas que já estavam com aperto de liquidez não têm conseguido aproveitar o momento.

Ivo Waisberg, sócio do escritório de advocacia TWK, que atende mais de 20 empresas do setor, também acredita que haverá mais pedidos de recuperação judicial, assim como decretação de falência.

Isso não significa, porém, que as usinas em geral estão deixando de processar cana. Pelo contrário, do ano passado para cá, a RPA identificou que ao menos quatro unidades voltaram à atividade após um período paralisadas, e mais 12 devem voltar a operar nos próximos três anos.

Entre as religadas neste ano a consultoria incluiu a Usina Bom Retiro, da Raízen Energia, que deve entrar em atividade ainda este semestre. Já voltaram a moer cana as usinas São José, do Grupo Farias, a Santa Rita, do grupo Diné, e a Bravia Bioenergia.

A retomada, contudo, tem limite. Arruda acredita que 45 usinas nunca mais voltarão a operar. São unidades que já foram "desmontadas" ou cujo aporte para reativar seria tão alto que valeria mais a pena construir uma nova.

A maior parte das usinas que estão protegidas judicialmente dos credores segue operando, embora muitas com uso reduzido da capacidade e pouco fôlego financeiro para compromissos de longo prazo. Das 51 unidades em recuperação, 35 estão na ativa. Dentre as 27 falidas, apenas três operam.

A dificuldade das que estão estranguladas financeiramente mas ainda não pediram proteção judicial é encontrar uma saída de mercado para sua situação. Enquanto os bancos seguem pouco flexíveis para renegociações de dívidas, eventuais players que poderiam injetar capital preferem negociar ativos já em recuperação judicial, sem passivos.

Mesmo essa saída "de mercado" dentro de processos de recuperação demorou para avançar, segundo Joel Thomaz Bastos, também sócio do TWK. "Mas a maior parte dos casos que deu certo foi resolvida com soluções de mercado", afirma. Por Camila Souza Ramos | De São Paulo Fonte : Valor Leia mais em alfonsim 25/09/2017



A Estácio na mira

A Advent, que nos últimos 40 dias entrou na Estácio, onde já detém 10,48% de participação e dois representantes no conselho de administração, quer mais poder na segunda maior empresa de ensino superior do Brasil.

A gestora de private equity americana negocia com os fundos Oppenheimer, Coronation e Fidelity a formação de uma chapa, a ser apresentada em novembro, para a disputa da eleição do conselho.

O objetivo do quarteto, que tem em torno de 40% do capital da Estácio, é controlar o conselho e assumir de fato a gestão da companhia, entregue a um comitê de estratégia, composto por executivos liderados por João Cox.

A Advent pretende chegar a cinco conselheiros na eleição de abril do ano que vem.
Fonte: Portal O Globo Leia mais em cmconsultoria 25/09/2017



Bolognesi negocia usina com fundo dos EUA

Um imbróglio que se arrasta desde 2014 está mais perto de chegar ao fim. A empresa americana New Fortress Energy, da gestora de ativos americana Fortress Investment Group, deve anunciar hoje um  acordo para aquisição do projeto da termelétrica Rio Grande, de 1.280 megawatts (MW) de potência, e que foi contratada em um leilão em 2014 pelo grupo gaúcho Bolognesi.... Leia mais em valoreconomico 25/09/2017



Unilever fecha compra de empresa de cosméticos Carver Korea por US$2,7 bi

A Unilever concordou em comprar a empresa de cosméticos Carver Korea do Goldman Sachs, do Bain Capital e do fundador da companhia por 2,71 bilhões de dólares, à medida que expande os negócios de beleza e cuidados pessoais.

O grupo anglo-holandês anunciou o acordo nesta segunda-feira, dizendo que a Carver era o negócio de cuidados dermatológicos de crescimento mais rápido da Coreia do Sul, por meio das vendas da marca A.H.C brand.

Bain e Goldman Sachs adquiriram conjuntamente uma fatia majoritária de cerca de 60 por cento da Carver por cerca de 500 milhões de dólares no ano passado, disse nesta segunda-feira uma fonte familiarizada com o assunto.

A Carver Korea, o Bain Capital e o Goldman Sachs não estavam imediatamente disponíveis para comentar. (Por Hyunjoo Jin e Kane Wu) Leia mais em dci 25/09/2017




Hypermarcas nega ‘veementemente’ venda ou mudança de controle

A Hypermarcas voltou a negar nesta que existam negociações em curso para venda de seu controle ou fusão com alguma outra empresa do setor farmacêutico. Em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM),  a companhia informou que o controlador "negou veementemente quaisquer negociações para venda ou alteração do controle acionário da companhia ou alienação de parte do seu investimento".

A empresa informou ainda que "não contratou assessores financeiros com mandato para discussão de quaisquer tipos de combinação de negócios, venda de parte de ... Leia mais em valoreconomico 25/09/2017



Gerdau está vendendo hidrelétricas para fazer caixa

Para fazer caixa

A Gerdau está vendendo duas hidrelétricas. Tenta levantar cerca de 700 milhões de reais com o negócio. O mandato de venda é do Credit Suisse.Por Mauricio Lima Leia mais em veja 24/09/2017



24 setembro 2017

Cotriel adquire estrutura de recebimento da Granol

Silos terão capacidade de receber 350 mil sacas de soja

Na segunda-feira, 18, a Diretoria da Cotriel, juntamente com os proprietários da empresa Granol, acertaram a venda de toda a estrutura de recebimento localizada em Sobradinho para a Cooperativa. Com esta aquisição, a região passa a contar com uma filial com capacidade de receber 350 mil sacas de soja: “É um passo que demonstra como a Cotriel valoriza seus associados e que chegou para ficar nesta região”, disse o presidente, Leocezar Nicolini.

O Posto de Recebimento de Sobradinho, onde a Cotriel começou a atuar em 2007, abrange, além do próprio município, as cidades de Passa Sete, Segredo, Lagoa Bonita do Sul e Ibarama. São atendidos 631 associados, boa parte de pequenos produtores. A estrutura, que agora passa a ser da Cotriel, havia sido alugada em março para o recebimento da soja. “Desde o começo da nossa atuação aqui, este ano a entrega de produção superou as nossas expectativas, demonstrando que o sócio confia no trabalho realizado pela nossa equipe", enfatizou o gerente da Cotriel em Sobradinho, Leandro Fernandes, que participou do ato de entrega que ocorreu na terça-feira, 19, no local.

Presente também à oficialização desta compra em Sobradinho, o gerente de grãos, Odélcio Hartmann, disse que a estrutura necessitará apenas de alguns ajustes, como instalação do sistema Cotriel, para começar a funcionar: “O novo posto que tem cinco anos de uso, sendo que só recebia soja, já conta com tombador, e modernos equipamentos de pré-limpeza, além de secador, moegas e termometria, os quais, nesta safra, agilizaram o grande recebimento que tivemos”, enfatizou.

Quanto ao terreno adquirido em 2015, na localidade de Arroio Bonito, e que seria utilizado para a construção das futuras instalações,  a Cotriel negocia com a prefeitura de Sobradinho um destino para o local. Não há data para a transferência dos funcionários que atuam no Posto alugado no centro da cidade para a nova filial. Leia mais em gaz 21/09/2017


24 setembro 2017



Grupo Interface adquire Ícone Vídeo

A Interclip Monitoramento de Informações, empresa do Grupo Interface Comunicação Empresarial, adquiriu a Ícone Vídeo, reconhecida empresa mineira de monitoramento/clipping de emissoras de rádio e TV com mais de 24 anos de mercado.

Juntas, Interclip e Ícone agora oferecem uma plataforma completa e integrada que monitora todas as mídias: impressas, web, rádio, TV e redes sociais. Essa incorporação traz para a Interclip um diferencial competitivo, já que ela passou a ser a única empresa em Minas Gerais que possui uma operação integrada de monitoramento e clipagem de todas as mídias em um mesmo ambiente físico.

De acordo com a diretora executiva da Interclip, Marilene Messias, a empresa já tinha uma forte parceria e sinergia com a Ícone, o que facilitou consideravelmente a integração. Entre os clientes da Ícone destacam-se Fiat, Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Cemig, Senac, TRE, Minas Arena, Tribunal de Justiça, OAB, entre outros.

O Grupo Interface está investindo em novas tecnologias e equipamentos que vão tornar a atuação da Ícone mais ágil e eficaz. "Apesar do momento difícil na economia, acreditamos que o investimento e a diversificação de atividades é o melhor caminho para superar as crises", afirma o diretor presidente José Renato Lara.

A Interface, primeira empresa do grupo, com 24 anos de mercado, atua em todos os segmentos: relações públicas - relacionamento com a imprensa, consultoria e execução de projetos de comunicação interna, media training, gestão de redes sociais, produção de conteúdos e relacionamento com comunidades. por  Wesley Figueiredo Leia mais em segs 22/09/2017