10 dezembro 2017

TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em novembro/2017

  Crescimento de 15,4% no volume de fusões e aquisições de empresas de Tecnologia da Informação – TI e Telecom no Brasil,  nos onze meses do ano de  2017,  alcançando o total de 240 transações.  Em relação  ao valor dos negócios, verificou-se uma queda de 29,0%, com o montante de  R$ 8,4 bilhões.
   No mês de novembro/17 foram realizadas 31 transações,  representando um crescimento de 106% em relação a novembro/16. Os segmentos de maior volume de operações foram os de SOFTWARE  e  SERVIÇOS DE TI.  No acumulado do ano os maiores apetites são de SOFTWARE e MÍDIA.
   Em novembro, os investidores financeiros foram  mais ativos em volume, como também os de capital nacional.  No acumulado do ano,  os Investidores Financeiros realizaram 134 operações, enquanto os Investidores Estratégicos alcançaram 106 negócios.
    Em  novembro/17, somente um país foi responsável por 5 operações. No acumulado do ano, foram 70 operações com investidores estrangeiros. Os EUA foram responsáveis por cerca de 45,7 % desses negócios.
    O Indicador de Volume de Transações de M&A do mês sinaliza uma recuperação do crescimento.
    A maior transação no mês de novembro/17, com valores divulgados, foi a startup brasileira CargoX, anunciando aporte no valor de 66 milhões. Destaque também  a fusão de Zap e VivaReal cria nova holding - duas maiores empresas de classificados imobiliários digitais do Brasil

Operações de Fusões e Aquisições de Tecnologia da Informação – TI e Telecom, noticiadas com destaque na imprensa brasileira ao longo do mês corrente As informações deste relatório, elaborado pelo Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES (http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br) estão apresentadas em blocos, detalhando as transações por Volumes e Valores, Segmentos, Racional do Investimento, Porte das empresas, Perfil do Investidor, Destaques do mês, etc.

ANÁLISE DO MÊS

Principais constatações.

No acumulado dos primeiros onze meses de 2017, com 240 transações, verificou-se um crescimento de 15,4% comparativamente ao mesmo período de 2016. No mês de novembro/17, foram realizadas 31 transações,  representando um crescimento de 106,7%  em relação ao mesmo mês do ano passado (15 operações).


No fluxo de transações realizadas mês a mês, verificou-se um expressivo crescimento de 138% em relação ao mês anterior.



O objetivo do Indicador de Volume de Transações de M&A é sinalizar uma expectativa de tendência, com base na análise do verificado nos períodos semestrais móveis. O período móvel findo em novembro/17, sinaliza uma recuperação do crescimento .

Os segmentos de maior volume de operações em nov/17, foram os de SOFTWARE  e SERVIÇOS DE TI e MÍDIA.


Na classificação entre os Segmentos de TI no mês de novembro, os subsegmentos de Finanças, Comunicações, Educação, Saúde, Energia e Meio ambiente, Setor público.. Recursos Humanos.. (Verticais App) de SOFTWARE  e os subsegmento BPO: serviços financeiros; contabilidade, recursos humanos...; Serviços de valor agregado SERVIÇOS DE TI foram os mais ativo. No acumulado dos onze meses do ano, SOFTWARE  vem liderando o número de transações, seguido por MÍDIA.


O montante de transações no acumulado de 2017, alcançou   R$ 8,44 bilhões, representando uma queda de  29,0% sobre igual período do ano anterior. No mês de novembro, o total das transações, incluindo as operações que divulgaram os valores (19,4%) e as não divulgadas (estimados) 80,6%, alcançaram cerca de R$  R$ 976,2 milhões, representando um  crescimento de 11,7%  em relação ao mês de novembro/16.

Comparando-se o número de transações do acumulado dos onze meses do ano, por segmentos, compiladas nos últimos três anos,  verifica-se  o significativo crescimento dos segmentos de SOFTWARE e de MÍDIA. De outro lado, queda do segmento de  SERVIÇOS DE TI.


Quanto à representatividade das transações por segmentos,  nos últimos 5 anos - considerando somente os onze meses de 2017 -, constata-se um aumento expressivo de 3 segmentos: Software, Serviços de TI e Mídia. Em 2013, estes e segmentos representavam 56,4% do total das operações, atualmente concentram 76,7%, ou seja, aumentando a concentração em 36,0%

RACIONAL DO INVESTIMENTO
A intenção é distinguir as transações de M&A na área de TI, Telecom e Mídia, em função da Tese de Investimento, ou seja, os conceitos que prevaleceram para a aquisição da empresa-alvo. Na maior parte das vezes a notícia não é muito clara a respeito dos direcionadores de valor que levaram à aquisição. Mesmo assim, procurou-se identificar as premissas sobre o Racional da transação para segregar em 4 grandes grupos, de modo a permitir o entendimento das principais vetores que estão orientando os investidores estratégicos e financeiros.
No acumulado do ano, as operações com o racional do investimento direcionado para Escala prevaleceram - voltadas para ampliar a participação de mercado em alguns segmentos ou geografias.


(1) Aumentar a atual capacidade ou faturamento; penetrar em novos mercados geográficos
(2) Aumentar ofertas de novos produtos e serviços – expansão/ complemento do mix, ampliar competências
(3)Aumentar market-share, aproveitar sinergias e economias de escala, geralmente entre duas companhias com negócios similares
(4) Empresa brasileira adquire empresa de capital estrangeiro – acesso a mercados globais seja no âmbito do escopo, seja de escala;

PORTE DAS EMPRESAS
O objetivo é proporcionar uma visão das transações classificadas em função do porte das empresas. Utilizou-se o critério adotado pelo BNDES e aplicável a todos os setores para a classificação do porte em função da Receita Bruta anual (informada ou estimada).
Em relação ao porte, os investidores deram preferência para empresas de pequeno e médios portes no presente mês.


 • Microempresa <= R$ 2,4 milhões
 • Pequena empresa > R$ 2,4 milhões e <= R$ 16 milhões
 • Média empresa > R$ 16 milhões e <= R$ 90 milhões
 • Média-grande empresa > R$ 90 milhões e <= R$ 300 milhões
 • Grande empresa > R$ 300 milhões

Quanto à representatividade das transações sob a ótica do Porte,  nos últimos 5 anos - considerando somente onze meses em 2017 -, observa-se um aumento expressivo da participação das micros  e pequenas operações.  Em 2013, estes e segmentos representavam 51,8% do total das operações, atualmente concentram 64,6%.


PERFIL DO INVESTIDOR
Em relação ao perfil do investidor das 31 operações destacadas, os Investidores Financeiros foram responsáveis por 25 negócios em nov/17. Desse volume, 21 operações foram realizadas por empresas de capital nacional e 4 de capital estrangeiro. Os investidores Estratégicos realizaram  6 negócios, sendo 5 de capital nacional.
No acumulado dos onze meses de 2017, o Investidor Financeiro se destaca com maior número de operações - 134.
Por sua vez,  o Investidor de Capital Nacional foi mais ativo com 170 operações (70,8%), enquanto o Investidor Estrangeiro foi responsável por 70 negócios (29,2%).


Já no que tange ao montante das transações no mês, de R$ 976 milhões, os Investidores Nacionais foram responsáveis por 57,5% dos investimentos enquanto os Estrangeiros ficaram com 42,5%.
No acumulado do ano, R$ 8,4 bilhões, queda de 29,0% comparado ao mesmo período do ano passado,  os Investidores estrangeiros responderam por 59,1%, com montante estimado em R$5,0 bilhões, enquanto os Nacionais foram responsáveis por 40,9%, com um valor de R$ 3,4 bilhões.

(1) Empresa adquire outra empresa (controladora ou não) relevante do ponto de vista estratégico, a fim de ter acesso a tecnologia, produto ou serviço.
(2) Fundo de Investimento Private Equity; Venture Capital, Angel;
(3) Empresa de capital nacional adquirindo participação em empresa brasileira (controladora ou não).
(4) Fundo de Investimento de capital estrangeiro adquirindo participação em empresa brasileira (controlador ou não).

VALOR MÉDIO
O valor médio das transações nos onze meses de 2017, por Segmento de TI,  foi de R$ 35,2 milhões, representando uma queda de  38,4%  em relação ao valor médio do mesmo período do ano passado.

NACIONALIDADE DOS INVESTIDORES
Em relação à nacionalidade das empresas que estão investindo no Brasil no mês de novembro/17, foram registrados 5 operações de um só países de origem. No acumulado do ano, foram 70 operações com investidores estrangeiros. Os EUA foram responsáveis por cerca de 45,7 % dos negócios.



MAIOR TRANSAÇÃO DIVULGADA NO MÊS
A maior transação no mês de novembro/17, com valores divulgados, foi a startup brasileira CargoX, conhecida como "Uber dos caminhões" anunciando seu terceiro aporte, no valor de 66 milhões de reais, liderado pelo Goldman Sachs, que já havia investido na CargoX . 08/11/2017. Cabe destaque também  a fusão de Zap e VivaReal cria nova holding - As duas maiores empresas de classificados imobiliários digitais do Brasil decidiram fazer a fusão de suas operações. Zap, integralmente do Grupo Globo, e VivaReal, detida por seis fundos de investimentos principais, criaram uma holding para controlar a nova empresa combinada. O último aporte, feito em conjunto pelos fundos Spark Capital e LeadEdge Capital, avaliou a empresa em US$ 300 milhões em 2014.  17/11/2017


RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
A relação das transações de Fusões e Aquisições na área de TI, segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e compiladas pelo blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. Todas podem ser pesquisadas e localizadas no blog.

RELATÓRIO ANTERIOR: TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em outubro/2017

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 O RADAR de M&A em TI tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda anunciados/realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Operações divulgadas em relatórios anteriores podem sofrer alterações, por conta de cancelamentos, renegociações, atualizações,  etc. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.

10 dezembro 2017



Gazit Brasil conclui venda de Extra Itaim em São Paulo por R$ 350 milhões

A Gazit-Globe, detentora de uma rede global de supermercados, shopping centers e imóveis de uso misto voltados ao varejo, anunciou neste domingo a conclusão da venda, por meio de sua subsidiária local, a Gazit Brasil, do Extra Itaim, na capital paulista, por R$ 350 milhões. A operação trará um ganho de caixa de R$ 140 milhões. O preço de venda representa ganho de R$ 108 milhões acima do valor calculado com base nas normas internacionais de contabilidade (IFRS, na sigla em inglês) reportado no balanço da Gazit-Globe de 30 de setembro.

A Gazit-Brasil adquiriu sua primeira fatia do Extra Itaim, de 17,5%, em 2010. Desde 2013, o grupo vinha ampliando sua participação no negócio até chegar a 100%. Neste período, a subsidiária fez aquisições indiretas de três fundos de pensão, que detinham 17,5%, cada, da propriedade. Os 30% restantes foram comprados em abril deste ano da massa falida de uma companhia.

A propriedade é arrendada ao Hipermercado Extra, do grupo Casino, com uma área útil de 18,260 mil metros quadrados, área bruta de 57,080 mil metros quadrados e 17,850 mil metros quadrados que servem como estacionamento para 1.365 mil vagas.

“Com a operação, a Gazit Brasil está maximizando o valor de varejo do local. A venda do Extra Itaim representa a habilidade da Gazit Brasil de continuar criando valor com sua estratégia focada na cidade de São Paulo, de empregar o capital deste negócio em outras oportunidades identificadas na cidade”, disse em nota a diretora presidente da Gazit Brasil, Mia Stark.

Nos últimos anos, a Gazit Brasil se tornou um agente relevante no mercado nacional com sua estratégia de focar em ativos de zonas urbanas de algumas das principais cidades do mundo, como São Paulo, e pela formação de um portfólio de ativos que contemplam, de alguma forma, 5 milhões de paulistanos mensalmente. Além do Brasil, a Gazit Global possui propriedades de uso misto em regiões urbanas em crescimento na América do Norte, Israel e Europa. As ações da empresa são listadas nas bolsas de Nova York, Toronto e Tel Aviv. Fonte: Dow Jones Newswires. Estadão Conteúdo Leia mais em istoe 10/12/2017



09 dezembro 2017

Vale quer reduzir dívida dos atuais US$ 21 bi para US$ 10 bi

O presidente e CEO da Vale, Fabio Schvartsman, informou nesta sexta-feira, 8, que, como a maior parte das vendas importantes de ativos já ocorreu, a redução da dívida da companhia será direcionada pela geração de caixa.

A empresa tem uma dívida atualmente de US$ 21 bilhões e disse estar a caminho para reduzi-la a US$ 15 bilhões. A meta é atingir US$ 10 bilhões “o mais rápido possível”.

Como exemplo, Schvartsman citou as vendas de três projetos já conhecidos, como o projeto de Nacala, em Moçambique; da Vale Fertilizantes, que deve ser encerrado, de acordo com ele, no ano que vem, além da mais recente transação também da Vale Fertilizantes, que deverá ser fechado na segunda metade do ano que vem. “Isso é tudo o que será feito por vendas. Todo o resto será por caixa”, disse. “É a primeira vez que temos uma meta de redução da dívida para a Vale”, enfatizou.

Ele também ressaltou que o pagamento de dividendos tem que estar ligado à geração de caixa. “Estamos agora discutindo essa política com a diretoria. Não acredito que uma companhia como a Vale não possa pagar dividendo com a geração de caixa. Provavelmente vamos nessa direção”, afirmou.

Nova Caledônia

A venda da fatia na mina de níquel que a Vale possui na Vale Nova Caledônia (VNC), que nunca gerou lucro pra a companhia, tem atraído interesse de “muitas” corporações chinesas, de acordo com o presidente da empresa.

“Não podemos continuar a investir e perder dinheiro em Nova Caledônia para sempre”, afirmou durante entrevista coletiva no Vale Day, realizado nesta sexta-feira em Londres, em referência ao projeto em uma ilha francesa no Oceano Pacífico.

Segundo Schvartsman, a existência de um grande número de interessados pela unidade é uma “boa notícia”, porque, segundo ele, se há mais interessados, há mais chances de a empresa conseguir um parceiro. No caso da China, o CEO citou como empresas chinesas que produzem baterias para carros elétricas estão interessadas no níquel.

“Existem muitos grupos chineses que estão tentando participar disso e o governo chinês também está mirando a redução da poluição no futuro de forma mais cuidadosa”, comentou o executivo em Londres.

Produção de baterias

O presidente e CEO da Vale descartou a possibilidade de a companhia se voltar para a produção de baterias de veículos elétricos. “Essa é uma boa questão. Não estamos considerando, mas produzimos níquel, que pode ser usado para os carros”, disse. “Até porque não queremos coisas mais complicadas do que as que já temos”, brincou na sequência.

Sobre os preços da commodity, a diretora-executiva de metais básicos da Vale, Jennifer Maki, salientou que o metal ainda pode contar com uma sobrevida por causa da demanda pelos carros elétricos.

Schvartsman também comentou que o sentimento do mercado está melhorando em relação ao preço do níquel, que vinha sofrendo com baixas importantes nos últimos meses.

Bolsa de Londres

Schvartsman disse que está aberto à possibilidade de listar a empresa na Bolsa de Londres no futuro. “Ainda não pensamos nisso a fundo, mas é uma possibilidade”, afirmou.

Ele salientou, no entanto, que, antes, será preciso passar a companhia para o Novo Mercado da B3, no Brasil, não só por uma questão estratégica da empresa, mas também porque seria uma obrigatoriedade dentro do processo de internacionalização. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 09/12/2017
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Vale prevê receber US$733 mi da Mitsui ainda em março

A mineradora vendeu sua participação na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala, em Moçambique.. A mineradora Vale espera receber até o fim de março 733 milhões de dólares da japonesa Mitsui pela venda de participação na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala, em Moçambique, segundo fato relevante divulgado nesta quarta-feira.

09 dezembro 2017



Leilão pode reduzir dívida da Abengoa à metade e tem TPG como favorito

Em recuperação judicial desde janeiro de 2016, a espanhola Abengoa deve dar um passo importante para regularizar sua situação com os credores na próxima semana. Está previsto para quarta-feira o leilão de sete linhas de transmissão da empresa em operação no País, o que reduziria a dívida da companhia quase pela metade. As propostas serão entregues em envelope fechado e aberto pela juíza Maria da Penha Nobre, da 5.ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pela homologação do plano de recuperação da empresa.

Os lances serão feitos em cima da proposta vinculante do fundo americano TPG (Texas Pacific Group), que fez uma oferta de R$ 1 bilhão, sendo R$ 400 milhões em dinheiro, pelos ativos da espanhola. Pelas regras, as propostas dos concorrentes terão de ser acima da apresentada pelo fundo americano. Nesse caso, o fundo teria 24 horas para fazer uma proposta 1% superior à do concorrente.

O TPG, que fechou seu escritório no Brasil no fim do ano passado, criou um fundo de infraestrutura – baseado em Pequim e em Hong Kong – para atuar em países emergentes. Uma das apostas é investir em negócios de energia elétrica, como os ativos da Abengoa, afirmou uma fonte. A gestora está sendo assessorada pelo Banco Modal no País, que não quis falar do assunto.

Nos últimos meses, vários investidores avaliaram os ativos da Abengoa. Entre eles está a Taesa, companhia que tem como sócios a mineira Cemig e a colombiana ISA, que hoje tem participação em quase 12 mil quilômetros de linhas de transmissão. A companhia foi procurada pela reportagem, mas afirmou que, pela complexidade do processo e por se tratar de um assunto estratégico, não comentaria o assunto.

Fontes do governo, que acompanham com atenção esse processo, afirmam que a documentação da empresa foi analisada por uma série de investidores, como a chinesa State Grid, dona da CPFL, e as indianas Ten Power Grid e Starlite – essa última foi vencedora de um lote de linha de transmissão no leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em abril.

Outros grupos, no entanto, desistiram de continuar no páreo. É o caso da canadense Brookfield, que nos últimos meses entrou em vários negócios, como a Nova Transportadora do Sudeste (NTS), da Petrobras, e tem outras prioridades, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Procurada, a empresa afirmou que não comentaria o assunto.

Bom negócio

Para especialistas no setor elétrico, a área de transmissão virou um grande negócio desde que o governo decidiu revisar as receitas das transmissoras. O último leilão de projetos “greenfield” (que ainda não saíram do papel) foi considerado um sucesso e atraiu uma série de novos investidores que ainda não tinham presença no País.

O próximo leilão de novos empreendimentos deve ocorrer na semana que vem, na sexta-feira, e deve incluir alguns trechos da Abengoa retomados pela Aneel. A agência reguladora declarou a caducidade de nove concessões da Abengoa, que não cumpriu o cronograma estabelecido em contrato e paralisou 6 mil quilômetros de obras, que exigiriam investimentos estimados em R$ 7 bilhões.

O grupo espanhol entrou em recuperação judicial no Brasil no ano passado, dois meses depois de a matriz fazer o pedido na Justiça europeia. Por aqui, a medida paralisou vários projetos, entre eles a linha de transmissão que levará energia da Hidrelétrica Belo Monte ao Nordeste. A empresa foi procurada pela reportagem, mas não preferiu não se pronunciar sobre o leilão das linhas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 09/12/2017




Apple está perto de anunciar a compra do Shazam por US$ 400 milhões, diz site

A Apple está prestes a anunciar a compra do Shazam, empresa responsável pelo popular aplicativo homônimo de reconhecimento de músicas, segundo informações do site TechCrunch. A aquisição deve envolver a quantia de US$ 400 milhões.

Segundo a publicação, o anúncio está prestes a se tornar público, o que deve acontecer na próxima semana, de acordo com fontes anônimas familiares com o negócio. O valor é um desconto considerável em comparação com a última rodada de investimentos, que estimara o valor do Shazam em US$ 1 bilhão.

O Shazam é um aplicativo que se tornou junto com a primeira onda da popularização dos smartphones. Na época, o app era único em sua capacidade de reconhecer uma música a partir do microfone do celular. Nos últimos tempos, no entanto, cada vez mais aplicativos fazem isso; para piorar, as versões mais recentes do Android e do iOS possuem esse recurso nativamente, dispensando a instalação de que qualquer app.

A empresa tentou se adaptar, expandindo suas capacidades de análise de som para reconhecer filmes, séries de TV e comerciais, mas o Shazam perdeu relevância, abrindo espaço para uma aquisição barata por parte da Apple, que, segundo a publicação, ainda vê força na marca para justificar a aquisição. É provável que os recursos do aplicativo sejam integrados ao sistema de alguma forma.

O que não se sabe ainda é qual será o destino dos acordos mantidos pelo Shazam com outras empresas. O aplicativo tem uma parceria com o Spotify, que é concorrente do Apple Music, e também está integrado ao Snapchat, mas a Apple pode decidir que esses acordos não valem mais a pena. RENATO SANTINO Leia mais em olhardigital 08/12/2017



Unimed de Ribeirão Preto compra unidade de Sertãozinho

Unificação começa a valer a partir de 1º de janeiro; empresa confirma que as condições contratuais não terão alteradas

O grupo Unimed de Ribeirão Preto assinou um acordo para a compra da Unimed de Sertãozinho, que deve unir os beneficiários a partir de 1º de janeiro de 2018. O capital investido na negociação não foi divulgado, mas, agora, a empresa administrará cerca de 150 planos nas duas cidades, além de mais 25 mil atendimentos mensais em sistema de intercâmbio.

A fusão promete manter todas as condições contratuais já firmadas, sem alterações. Por meio de nota, a administração informou que a rede de médicos e serviços credenciados pela Unimed Sertãozinho continuará a mesma, assim como mensalidades e regras de reajuste anual.

Além disso, os planos que possuem direito de atendimento de rotina em Ribeirão Preto permanecerão com as mesmas características; planos de atendimento local passarão a ter tratamentos de alta complexidade assegurados, preferencialmente, no Hospital Unimed (HURP).

Investimentos
Inaugurado em fevereiro deste ano, o Hospital Unimed de Ribeirão Preto, localizado na rodovia José Fregonesi, que liga Ribeirão Preto a Sertãozinho, investiu R$ 120 milhões em um novo centro de atendimento, com conceito em hotelaria hospitalar de alta complexidade.



Agility Networks adquire consultoria em cibersegurança Andrade Soto

Com a incorporação, a integradora de serviços e soluções de TI passa a oferecer serviços de consultoria, governança, ethical hacking test, gestão de risco e compliance. O valor do negócio não foi revelado

É preciso estar antenado com as novas práticas dos cibercriminosos, entender os ataques e conseguir reagir às suas ameaças, protegendo as empresas desses perigos digitais. Confira neste material um guia prático sobre ataques criptor e entenda como se defender.

A integradora de serviços e soluções de TI Agility Networks acaba de anunciar a incorporação da Andrade Soto, consultoria focada em segurança da informação. Com a aquisição, a Agility agrega a seu portfólio de cibersegurança serviços de consultoria, governança, ethical hacking test, gestão de risco e compliance. O valor do negócio não foi revelado pelas empresas.

Fábio de Andrade Soto, sócio-fundador da Andrade Soto, assume a liderança estratégica do portfólio de soluções, produtos e serviços de segurança da Agility Networks e passa a fazer parte do quadro societário da empresa. Além disso, o escritório da Andrade Soto em Porto Alegre passará a operar como uma filial, aumentando a presença geográfica da empresa no país.

“Acredito que este movimento é importante para os clientes da Agility e Andrade Soto. À medida que aceleram o processo de transformação digital, as empresas querem respostas completas para a gestão de risco e proteção de suas informações mais sensíveis. Ao adicionarmos o know-how e a credibilidade de serviços consultivos da Andrade Soto ao portfólio atual de segurança da Agility, poderemos oferecer e entregar soluções abrangentes de cibersegurança, construindo uma jornada robusta de proteção aos nossos clientes”, afirma Carlos Teixeira, presidente da Agility Networks. Leia mais em computerworld 08/12/2017



08 dezembro 2017

Brasil supera a crise e 2018 deve consolidar retomada da economia, com elevação de 3% do PIB e inflação dentro da meta

Para a FecomercioSP, apesar do ano eleitoral, expectativa para 2018 é uma política menos conturbada e avanço das reformas, o que dará consistência à mudança de cenário
Após quase três anos de uma crise sem precedentes, a economia brasileira já mostra sinais evidentes de recuperação, que devem se intensificar em 2018. Segundo projeções da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) fechar o ano com elevação de 1%, um pouco mais otimista que o mercado. A inflação, medida pelo IPCA, deve atingir 2,8%, enquanto as vendas do varejo no Brasil devem fechar positivas em 3%, mesma taxa de crescimento esperada para a indústria.

Para a FecomercioSP, os bons resultados da produção e do faturamento de praticamente todas as atividades também respaldam o otimismo para 2018, mesmo se tratando de um ano eleitoral. Nesse sentido, a Federação destaca que em 2017 a economia brasileira se recuperou de maneira consistente mesmo durante um período de muita instabilidade política, pós-impeachment e com a votação de duas denúncias contra o presidente, que claramente afetaram o ânimo do consumidor e a confiança do empresário e investidor. A assessoria econômica da Entidade acredita em um ambiente político mais tranquilo para 2018.

Em 2017, a expectativa é de um superávit de US$ 65 bilhões na balança comercial brasileira, saldo positivo que deve se repetir em 2018, em US$ 45 bilhões. Somadas a isso, as privatizações e concessões devem continuar estimulando os investimentos e contribuindo ainda mais para a geração de emprego. A Federação aposta que entre os principais desafios para o novo ano estão o controle de gastos e o ajuste fiscal, que depende da agenda de reformas e de um grande esforço político.

Confiança
Após o pessimismo ter predominado na passagem de 2015 para 2016, com o cenário de instabilidade socioeconômica em que se encontrava o País, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) iniciou o ano de 2017 com sinais de recuperação, já observados a partir do segundo semestre de 2016. Para o mês de dezembro, estima-se um ICC com um patamar de aproximadamente 105,3 pontos, o que significa otimismo. Assim, o índice deve fechar 2017 em torno de 6,3%, em média, acima do verificado em 2016.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, os crescimentos de 0,1% do PIB no terceiro trimestre e de 1,4% em relação ao mesmo trimestre de 2016, o cenário de inflação e juros em queda, os indícios de recuperação do mercado de trabalho, entre outros fatores, foram os principais responsáveis pela recuperação do indicador, uma vez que acabaram criando o efeito renda, ao provocar um ganho real no poder de compra dos consumidores. Para a Federação, o aparente encerramento da crise e a agenda de reformas em curso serviram para acelerar a retomada da confiança dos consumidores.

A confiança dos empresários paulistanos também mostrou recuperação, com processo iniciado no segundo semestre de 2016. Em abril, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) rompeu a barreira do pessimismo (acima de 100 pontos) e, em maio, alcançou 104,3 pontos, o maior patamar registrado em três anos. Contudo, com o início da crise política em meados de maio, os empresários adotaram uma posição mais cautelosa, mas ao longo do segundo semestre o indicador voltou a crescer de forma mais consistente. Para o mês de dezembro, estima-se um ICEC com um patamar de 110,2 pontos. Com isso, o índice deve fechar 2017 aproximadamente 23% acima, em média, do verificado em 2016.

Estoques e expansão
A retomada do consumo das famílias e o comportamento ainda conservador dos empresários do varejo para novos pedidos com os fornecedores fizeram com que o Índice de Estoques (IE) da FecomercioSP tivessem um desempenho positivo, crescendo quase 9% no ano. Esse desempenho foi motivado, principalmente, pela queda na proporção de empresários que declararam estar com estoques acima do adequado, ou seja, com as prateleiras cheias, movimento que tende a ser intensificado por ocasião do Natal, quando os pedidos devem crescer menos do que a projeção das vendas. Com isso, o IE deve fechar o ano em 110,3 pontos. A Federação prevê que, em 2018, dependendo dos resultados reais e da diferença entre projeções e vendas efetivas, a adequação de estoques volte ao seu patamar histórico de antes da crise, que era de cerca de 125 pontos entre 2011 e 2013.

Em 2017, após dois anos de redução de postos de trabalho, o mercado deu os primeiros sinais de recomposição, exatamente como já antecipava, desde o fim de 2016, o Índice de Expansão do Comércio (IEC) também produzido pela Entidade. Da mesma forma como ocorreu com a confiança, a propensão dos empresários a investir também cresceu cerca de 22%, sendo que houve crescimento em nove dos 12 meses do ano. A tendência é que no mês de dezembro o IEC alcance 106,4 pontos, fechando o ano dentro da zona de otimismo (acima dos 100 pontos), o que não ocorre desde janeiro de 2015. Para 2018, além das contratações que vão se intensificar e colaborar com a recomposição do emprego no Brasil, uma parcela significativa das empresas deve voltar a efetivamente investir na expansão das atividades tanto no comércio quanto na indústria.

Endividamento e inadimplência
Em 2017, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) variou entre um paulistano conservador, ainda se protegendo da crise - evitando contrair crédito e liquidando débitos atrasados - no início do ano, e o mesmo consumidor voltando a se endividar a partir de junho, dada a conjuntura de inflação em queda, aliada à redução da taxa de juros e, ainda mais significativo, a injeção dos recursos do FGTS de contas inativas.

A oscilação se evidencia ao considerar que a média de famílias endividadas caiu de 52,2%, no último trimestre de 2016, para 49,3%, nos primeiros três meses deste ano. Com as posteriores cinco altas consecutivas da PEIC entre junho e novembro, a proporção de famílias paulistanas endividadas alcançou 56,7% no penúltimo mês do ano, o maior porcentual desde julho de 2013. Ainda entre junho e novembro, a inadimplência cresceu 1,4 ponto porcentual (p.p.) com 20,4% das famílias paulistanas declarando ter alguma conta em atraso. Para o mês do Natal, a expectativa é que o endividamento continue alto com 55,2%, 3,3 p.p. superior a dezembro de 2016. Com um pouco mais de segurança na economia, com inflação em baixa e melhora no emprego, tanto as famílias buscam aumentar o consumo via crédito, com melhor controle das dívidas, quanto os bancos também ficam cada vez menos seletos na oferta de crédito, o que deve manter as vendas do varejo aquecidas, com destaque para os bens duráveis.

A Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE) também mostrou um consumidor ainda conservador pós-crise. De forma geral, a intenção de financiamento das famílias cresceu 3,8% na média do ano em relação ao ano passado, o que é pouco diante dos patamares históricos. A FecomercioSP projeta crescimento entre 3% e 5% no volume de crédito para a pessoa física como balanço do ano, e é evidente que a tendência das famílias em buscar novos crediários anda paralelamente à propensão dos bancos em disponibilizar recursos. Apesar de tímida, a recuperação indica o início de um ciclo positivo que se consolidará em 2018, com a recuperação econômica se convertendo efetivamente em mais emprego e menos risco de crédito.

Inflação
No primeiro semestre de 2017, os preços apurados pelo indicador de Custo de Vida por Classe Social (CVCS) apontaram alta média de 0,15%. Já na segunda metade do ano, até outubro, o CVCS computou elevação na média, atingindo 0,38%. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 3,37%.

Nos dez meses de 2017, as classes de renda que menos sentiram os aumentos no custo de vida foram a E e a D, que acumularam altas de 1,8% e 1,84%, respectivamente. As classes A e B foram mais impactadas, sofrendo aumentos no custo de vida de 2,82% e 2,95%, respectivamente, no período.

Ao longo do ano, o segmento Saúde e cuidados pessoais foi o maior responsável pela alta no Índice de Preços do Varejo (IPV), registrando crescimento de 4,75% nos últimos 12 meses. A segunda maior contribuição para a alta foi do grupo Transportes, cujos preços variaram 2,47% no mesmo período.

Em paralelo, o Índice de Preços de Serviços (IPS) apresentou alta média mensal de 0,37%, no primeiro semestre de 2017, muito abaixo do observado no mesmo período de 2016, quando a média foi de 0,61%. Entre julho e outubro, a variação média subiu para 0,51%. Pelo terceiro ano consecutivo, o setor de Habitação exerceu a principal contribuição de alta no IPS, assinalando em 2017 elevações de 5,07% e 5,41% nos últimos 12 meses. A segunda maior pressão de alta em 2017 foi do grupo Saúde e cuidados pessoais, altas de 8,81% no acumulado de 2017 até outubro e de 10,60% nos últimos 12 meses. Entre os itens que mais encareceram, destacam-se Plano de saúde (13,6%) e Serviços laboratoriais e hospitalares (3,43%).

Consumo
O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu em junho do ano passado o seu mais baixo nível da série histórica, com 63 pontos, mas a partir de julho de 2016 se iniciou uma recuperação com altas sequenciais até março deste ano, atingindo 78,7 pontos, um ganho de 25% nesse período. A retomada do ICF se deu pela redução da inflação - com destaque para o grupo de Alimentos e bebidas -, queda da taxa de juros e injeção dos recursos do FGTS de contas inativas que se deu no primeiro semestre deste ano. O índice que oscilou entre 77,7 e 79 pontos de março a setembro, passou dos 80 pontos em outubro, subiu para 82,9 pontos em novembro e, segundo projeções, deve encerrar o ano com 83 pontos, alta anual de 9,8%, sendo o maior valor desde maio de 2015.

Segundo a assessoria técnica da Federação, o patamar ainda está na área de insatisfação, abaixo dos 100 pontos. Entretanto, a recuperação visível em relação a 2016 já é suficiente para gerar um efeito positivo nas vendas do varejo, animando os empresários do comércio para um 2018 com mais vendas, investimentos e contratações.

Sobre a FecomercioSP - A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 142 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista - e quase 10% do PIB brasileiro -, gerando em torno de 10 milhões de empregos. Leia mais em maxpress 08/12/2017


08 dezembro 2017



Somos compra a Stoodi, ‘edtech’ de reforço escolar

A Somos Educação comprou a Stoodi, uma startup que oferece aulas de reforço escolar e preparação para exames num modelo de assinatura por meio de um app e um site.

A transação, que envolveu 100% da Stoodi e fechou há uma semana, não foi divulgada ao mercado porque o valor não era material, mas uma fonte próxima do negócio disse ao Brazil Journal que a transação foi de cerca de R$ 15 milhões à vista mais uma parcela equivalente sujeita ao cumprimento de metas futuras.

Em mensagem aos funcionários da Somos, o CEO da empresa, Fernando Shayer, disse que pretende oferecer acesso gratuito à plataforma a alunos carentes, levantando os recursos junto a doadores corporativos por meio do Instituto Somos.

Fundada em 2013 como uma startup de educação à distância, a Stoodi recebe 1 milhão de visitas por mês de usuários que querem se preparar para o ENEM e vestibulares ou obter reforço escolar para o ensino médio. O conteúdo é organizado em módulos e segmentado por disciplinas.

Há um módulo gratuito e outro pago. A oferta gratuita tem algumas aulas e exercícios que qualquer estudante pode visualizar e resolver, sem custo. A oferta paga, que custa a partir de R$ 29,90 por mês, tem o conteúdo completo, aulas exclusivas, monitoria, exercícios e, dependendo do plano, inclui também o plano de estudos, correção de redação e simulados ENEM.

Com a aquisição, os fundadores da Stoodi se tornaram executivos da Somos e continuarão trabalhando no aplicativo. Matheus Goyas — diretor de B2C da Somos e fundador da AppProva, outra empresa de tecnologia educacional adquirida pela Somos — foi nomeado CEO da Stoodi.

Segundo a fonte, a Somos vê a Stoodi como um negócio independente, mas pretende fomentar o uso do aplicativo entre os alunos que usam seus livros e sistemas de ensino, que incluem o Anglo e o pH. Os dados de acertos e erros dos alunos podem se tornar uma ferramenta poderosa para a empresa mapear deficiências de aprendizado e aprimorar seus processos pedagógicos. Geraldo Samor  Leia mais em brazilbusiness 08/12/2017



Vale a pena morder este IPO?

Que tal seguir Jorge Paulo Lemann e investir no Burger King? Rede deve abrir capital no Brasil, mas operação não parece tão apetitosa como nos EUA

Defensores da alimentação natural condenam a comida rápida e industrializada, o famigerado fast food. Mas os investidores, nem sempre, estão preocupados com excesso de sal, açúcar e gordura – eles querem é lucro. Por isso, a abertura de capital e a primeira oferta de ações do Burger King Brasil (BKB) está dando água na boca de quem admira o bilionário Jorge Paulo Lemann, maior acionista da rede nos Estados Unidos. Esse será o oitavo IPO (em inglês, Initial Public Offering) do ano no País, na onda do cenário mais positivo para as aberturas de capital na B3. Espera-se uma oferta de R$ 1,5 bilhão a R$ 1,9 bilhão. Ser sócio do megainvestidor brasileiro no Burger King por aqui, no entanto, não parece ter o mesmo glamour que teria nos Estados Unidos. É melhor ir com calma.

Alguns números do Burger King brasileiros são problemáticos como o colesterol alto de quem abusa do hambúrguer. O principal deles está no resultado. Nos nove primeiros meses do ano, a rede de lanchonetes amargou um prejuízo de R$ 18 milhões, ainda que a receita da companhia nesse período tenha sido de R$ 1,2 bilhão, um crescimento de 21,9% em relação aos R$ 984 milhões do mesmo período do ano passado. No entanto, há uma boa razão para esse número negativo: ele se deve aos esforços de expansão das lojas.

Desde seu desembarque por aqui em 2011, Burger King, principal concorrente do McDonald’s, faz esforços para crescer. No primeiro ano, foram inauguradas 108 lojas, número ampliado para 628 até setembro passado. Com isso, a fatia de mercado da marca, que era de apenas 8% das vendas no primeiro ano, chegou a 31,6% no fim de 2016, segundo a consultoria Euromonitor. Nesse mesmo período, a participação do arquirrival encolheu de 76,1% para 52,2%. “O Burger King fez seu trabalho de casa na execução de um plano agressivo de expansão”, escreveu Giovanna Scottini, analista da empresa independente Eleven Financial, em relatório. “Ganhou reconhecimento de marca, enquanto o McDonald’s perdeu participação.”

Esse crescimento, porém, foi financiado por meio da emissão de dívidas, principalmente debêntures, e isso teve um efeito colateral. Segundo o prospecto, no terceiro trimestre, a dívida total era de R$ 221 milhões. Uma queda em relação aos R$ 275 milhões registrados no fim de 2016, mas mesmo assim, 1,6 vez a geração de caixa medida pelo Ebitda. “As despesas financeiras líquidas consumiram 135% do resultado operacional, o que causou o prejuízo”, diz Scottini. Mesmo endividado, o Burger King mantém os planos de expansão. A meta é elevar o número dos quiosques de sobremesa, hoje em 175.

A expectativa do mercado é que o IPO, marcado para o dia 18 de dezembro, engorde o caixa da empresa em R$ 750 milhões. O restante deve ir para os sócios vendedores (Vinci Partners e Temasek Holdings). O reforço de caixa deve ser usado para pagar empréstimos e financiar investimentos, como a recompra de cerca de 50 restaurantes de franqueados, além da aquisição de mais unidades próprias. Vale a pena morder essas ações? Não necessariamente. A tese de manter a expansão da rede baseia-se em uma convicção de recuperação da economia.

A retomada do crescimento e a queda do desemprego podem elevar o poder de consumo da população, aumentando os gastos com alimentação fora de casa. Outro fator favorável às receitas são as mudanças nos hábitos alimentares do brasileiro. A participação crescente das mulheres no mercado de trabalho coloca um toque de pimenta nessa receita. As famílias passam a consumir mais alimentos prontos e a fazer menos refeições em casa. Segundo a Euromonitor, o “comer fora” cresceu 9,3% entre 2011 e 2016, todos argumentos a favor de quem vende comida pronta. Mas é preciso ser cauteloso, recomendam alguns especialistas.

Na avaliação de Tiago Reis, analista da Suno Investimentos, embora a empresa venda uma boa narrativa de crescimento, os números não agradam. “Não gostamos dos resultados do balanço, uma vez que a taxa de retorno sobre o capital investido é baixa. Recomendamos ficar fora do papel”, diz ele. O preço de lançamento deverá ser anunciado no dia 14 de dezembro e, segundo o prospecto, a faixa de negociação oscila entre um piso de R$ 14,50 e um teto de R$ 18. Se o valor máximo for atingido, o total movimentado com a venda das 106 milhões de ações será de R$ 1,9 bilhão. “Calculamos um valor justo de R$ 13,00 para os papéis. Mas até o momento não encontramos retorno-risco favorável para o investimento”, diz Scottini, em relatório.

Embora o sabor dos números do Burguer King não esteja agradando ao paladar de alguns analistas, investidores institucionais famintos por negócios rentáveis mostram apetite pela oferta. “Existe a sinalização de forte demanda para o papel, uma vez que quatro fundos estrangeiros e dois locais sinalizaram interesse pelo IPO”, afirma Vitor Suzaki, analista da Lerosa Investimentos. O entusiasmo desses investidores é indicado por sondagens preliminares no mercado, diz ele.

Do total de 106 milhões de ações a serem oferecidas, 57 milhões pertencem aos principais acionistas, a gestora de recursos Vinci Partners, que possui 33% do capital, e o Temasek, fundo soberano de Cingapura, com 15%. Outros sócios da masterfranqueada no Brasil são o fundo de private equity Capital Group, com 31%, e a Restaurant Brands International, dona da marca Burger King, com outros 15%. É por meio dela que Jorge Paulo Lemann será sócio de quem embarcar no IPO na B3. Priscilla Arroyo Leia mais em istoedinehrio 08/12/2017



Presidente da Riachuelo vê Placar da Previdência 'com profundo pesar'

O presidente da rede varejista Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que "aqueles deputados que se declaram e votam contra a reforma da Previdência, em vez de encontrarem um ambiente favorável nas urnas em 2018, serão taxados como defensores dos privilégios e dos marajás".

Rocha fez a afirmação após tomar conhecimento do mais recente Placar da Previdência, elaborado pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

Conforme o levantamento, 212 deputados dizem que votariam contra o texto que modifica as regras para se aposentar no Brasil, enquanto 61 se declararam favoráveis; 87 indecisos; 57 não responderam; e outros três informaram que estarão ausentes. "A sensação é de profundo pesar. Qualquer pessoa com o mínimo de racionalidade sabe que, se a reforma não for aprovada, a crise volta, e volta rápido", afirmou Rocha.

O presidente da Riachuelo ressaltou que os danos à sociedade em um eventual retorno da crise são muito grandes. "Muito mais do que qualquer perda ilusória que atribuem à reforma. A perda que existe é a dos privilégios, que precisam ser combatidos."

A postura dos deputados contrários ao avanço da reforma, disse, é fruto de "desinformação". "A Previdência, do jeito que está hoje, é o grande fator de aumento da desigualdade no País. É a maior crueldade que se comete contra os mais humildes", declarou. Estadão Conteúdo Leia mais em dci 08/12/2017



BR Malls vende participação no Minas Shopping por R$ 11,2 milhões

A administradora de shopping centers BR Malls informou nesta sexta-feira que vendeu sua participação de 2,1% no Minas Shopping, por R$ 11,2 milhões. O valor representa um "cap rate" (retorno percentual em relação ao seu valor) de 9,8%.

O Minas Shopping, localizado em Belo Horizonte, possui 763,8 metros quadrados de área bruta locável (ABL). Esta foi a 12º venda integral de participação de shopping center desde 2011 e reforça o compromisso da BR Malls com a estratégia de reciclagem de portfólio de forma a gerar valor aos seus acionistas, informou a companhia... Leia mais em valor econômico 08/12/2017



Lupatech vende 13% de subsidiária colombiana à Petroalianza por US$ 1,666 milhão

A Lupatech, empresa em recuperação judicial, anunciou a venda de participação adicional de 13% da sua subsidiária colombiana Lupatech OFS para a Petroalianza International, pelo valor de US$ 1,666 milhão.

Em fato relevante, a empresa informou que a transação envolve, ainda, a prorrogação da opção à Petroalianza de adquirir a totalidade da participação societária remanescente da Lupatech Colômbia pelo valor complementar de US$ 6,134 milhões até a data de 22 de janeiro de 2018. Estadão Leia mais em noticias.r7 08/12/2017



Comprada por UnitedHealth nos EUA, DaVita mantém operação no Brasil

A rede de clínicas de saúde DaVita esclareceu em comunicado que o anúncio realizado esta semana pela UnitedHealth sobre a compra da DaVita Medical Group (DMG) limita-se às operações da DMG no mercado norte-americano.

Em nota, a companhia no Brasil afirmou que a transação não afeta o negócio de tratamento renal, assim como as operações da DaVita nos outros 11 países onde o grupo está presente. A empresa ainda confirmou que estuda a implantação de outros serviços médicos no Brasil, conforme havia noticiado em agosto a Coluna do Broadcast.

A DaVita Tratamento Renal começou a operar no Brasil em agosto de 2015 e afirmou que “reforça seu compromisso em continuar investindo fortemente no País, onde já possui 18 unidades clínicas de diálise em 7 Estados, oferecendo atendimento a mais de 4 mil pacientes”.

UnitedHealth, gigante americana do setor de planos de saúde e controladora da Amil no Brasil, anunciou na quarta-feira um acordo para a compra da DMG, provedora de tratamento renal e um dois maiores grupos de médicos dos EUA, por cerca de US$ 4,9 bilhões em dinheiro. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 08/112/2017



Iguatemi avalia oportunidades de aquisição, mas vê baixa movimentação no segmento premium

A administradora de shopping centers Iguatemi está monitorando oportunidades de aquisições na indústria, mas espera pouca movimentação na modalidade em que atua de empreendimentos premium nos próximos meses, disse nesta sexta-feira a diretora de Relações com Investidores e Planejamento, Roberta Noronha.

“O ativo tem que estar aderente ao nosso portfólio, temos esse mapeamento...Se oportunidades aparecerem vamos nos posicionar”, afirmou em reunião com investidores, em São Paulo.

Ela destacou, contudo, que acordos com concorrentes que atuam no mesmo segmento premium são menos prováveis por causa da disputa pela gestão do empreendimento.

“Não administramos só um de todos os nossos ativos...Mas não tem desconforto por parte da empresa de não haver movimentação muito intensa de fusões e aquisições”, comentou a executiva.

Roberta afirmou, ainda, que a melhora do humor é um sinal positivo para 2018, mas incertezas devem persistir em razão das eleições. “A tendência é positiva… Só que precisamos de consistência e, como país, ainda não chegamos lá, então o ano que vem requer atenção”, disse a diretora de RI.

Segundo ela, a Iguatemi não deve zerar os descontos em aluguel de lojistas em 2018. “A premissa básica para os descontos é que o lojista esteja vendendo mais. Não é porque eles tiveram um ou dois trimestres positivos que já estão estáveis, é uma parceria”, explicou.

Além disso, esforços para melhorar o mix de lojas devem contribuir para um aumento da taxa de ocupação já a partir do quarto trimestre deste ano, acrescentou Roberta.

Às 15h53, as ações do Iguatemi subiam 1,12 por cento, ante alta de 0,9 por cento do Ibovespa. O papel entrou na primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa para o trimestre de janeiro a março (Por Gabriela Mello) Reuters Leia mais em noticias.r7 08/12/2017





A VTEX adquiriu a startup Xtech Commerce, plataforma de e-commerce para PMEs, por R$ 14 milhões.

O objetivo da aquisição é unificar, junto com a Loja Integrada (comprada em 2013), a divisão de pequenos e médios negócios da VTEX. A partir de agora, Alfredo Soares (CEO da Xtech) passa a ser co-diretor global de SMB da companhia ao lado do sócio Breno Nogueira.

"Nossa empresa atende 30% das companhias mais valiosas do mundo, mas entende que a cauda longa é fundamental para o ecossistema de lojas virtuais. Nosso principal objetivo com a união é criar a melhor solução do mundo para pequenos e médios lojistas e a Xtech possui tanto o time e a cultura que buscamos", ressalta Mariano Gomide Faria, fundador e Co-CEO da Vtex.

Com a fusão da Xtech com a Loja Integrada, a divisão de SMB da VTEX passa a contar com mais de 26 mil lojas ativas, que juntas transacionam aproximadamente R$ 1 bilhão por ano.

A partir do negócio, a VTEX espera ampliar a oferta da solução omnichannel para pequenas e médias empresas na América Latina e, na sequência, nos mercados norte-americano e europeu.

Entre os clientes da VTEX estão Walmart, Disney, Boticário, Coca-Cola e Avon, além de outras 2 mil lojas espalhadas em 27 países.

"Nos sentimos muito honrado de sermos adquirido por um dos maiores players globais neste segmento, pois comprova o trabalho de qualidade que estamos fazendo junto com nosso time nos últimos três anos", afirma Alfredo Soares.

A Xtech Commerce conta com mais de 45 mil lojas criadas, que juntas são responsáveis por um faturamento anual acima de R$ 200 milhões. A marca começou suas operações criando 35 lojas e hoje já passa de 160 e-commerces sendo abertos diariamente.

Em 2016, a empresa faturou R$ 100 milhões, enquanto em 2015 a receita conquistada foi de R$ 64 milhões. Leia mais em baguete 08/12/2017




BR Startups investe R$ 1 mi na QueroQuitar

A Microsoft e o Banco Votorantim, por meio do Fundo BR Startups, realizaram um aporte de R$ 1 milhão na startup QueroQuitar. A fintech atua com negociação online de dívidas e educação financeira.

O Fundo BR Startups foi criado pela Microsoft e tem o Banco Votorantim como âncora no setor financeiro, além de outros parceiros como Banco do Brasil Seguridade, Algar, Monsanto, Qualcomm e AGE-Rio.  

A Quero Quitar foi a única selecionada entre as mais de 80 startups de fintech participantes do processo de seleção do fundo.

“Direcionamos nossos investimentos a startups que tenham um modelo de negócio amadurecido e que demonstrem forte potencial de inovação, como é o caso da QueroQuitar. Nosso foco é promover a transformação digital em empresas de setores estratégicos como, por exemplo, o setor financeiro”, comenta Franklin Luzes, COO da Microsoft Participações.

Oferecendo aporte e mentoria, o Banco Votorantim poderá utilizar a plataforma da Quero Quitar para negociação da carteira em atraso da BV Financeira, seu braço no varejo.

Criada em 2015, a QueroQuitar oferece uma plataforma web que permite fazer acordos entre devedores e credores. O consumidor não tem custo com a operação. As empresas credoras se tornam clientes da fintech e disponibilizam o acesso às informações das dívidas e regras de negociação, alimentando o sistema que automatiza o processo.

Para Marc Lahoud, CEO da startup, o aporte financeiro do Fundo BR Startups traz uma perspectiva de parceria de longo prazo.

“São players com uma expertise indiscutível que, sem dúvida, nos abrirão muitas portas de diferentes maneiras, seja com novos negócios ou projeção no mercado” afirma.

A QueroQuitar atende às empresas Santander, Bradesco, Porto Seguro, Caixa Econômica Federal, Tribanco, MRV, Sofisa, FortBrasil, Riachuelo, Alphaville e Credz. Além disso, mais quatro clientes estão em fase de implantação. Júlia Merker Leia mais em baguete 08/12/2017



NotreDame Intermédica se consolida na crise e faturamento vai saltar 30%

Com ritmo superior ao observado no resto do mercado, o Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), operadora de saúde verticalizada controlada pelo grupo Bain Capital, anunciou crescimento de 11% no número de beneficiários e 30% de alta do faturamento em 2017. Para 2018, a perspectiva de crescimento se mantém positiva.

"Vejo um ano cheio de oportunidades", resume o presidente do grupo, Irlau Machado Filho. De acordo com ele, mesmo que o descolamento do cenário político e econômico diminua a partir do segundo semestre de 2018 - por conta das eleições - as projeções para o setor se mantêm positivas.

"Se o desemprego permanecer onde está - não necessariamente recuperar -, o grupo irá conseguir crescer mais rapidamente", explica Machado, ao lembrar que apesar do avanço com novos negócios, houve um percentual de contratos com redução de beneficiários. Por isso, ele acredita que mesmo em um cenário em que as taxas de emprego se mantenham estagnadas, a empresa poderá acelerar o crescimento de sua carteira.

Um ponto que ajudou a manter o crescimento neste ano foi a formatação de alguns produtos para o segmento de pequenas e médias empresas (PMEs), que de acordo com o executivo, deve permanecer como um dos focos de expansão da operadora nos próximos anos.

Para 2017, a previsão é que o grupo consiga atingir um Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) superior a R$ 700 milhões. "Saímos de aproximadamente 150 milhões em 2014, para 350 milhões em 2015, 495 milhões em 2016 e este ano devemos ficar acima de R$ 700 milhões", comenta. Além disso, operadora investiu cerca de R$ 100 milhões na expansão da infraestrutura própria e realizou a aquisição de cinco hospitais. Os aportes nestes ativos ainda não foram divulgados.

Sobre a Reforma Trabalhista, ele destaca que não há expectativa de uma perda de beneficiários, por conta do surgimento de novos modelos de contratação. "Pelo contrário, acho que depois da implantação correta da reforma, mais vagas poderão surgir", diz.

Mesmo que possam existir outras modalidades de contratação, ele acredita que o plano de saúde já se tornou "parte do salário" do funcionário e não deve ser deixado de lado.

Atualmente, a companhia possui 3,47 milhões de beneficiários, sendo 1,91 milhão de vidas na carteira de assistência médica e 1,56 milhão de planos exclusivamente odontológicos. O grande foco hoje está na cidade de São Paulo e municípios do interior - como Campinas, Sorocaba e Jundiaí. Ele acrescenta ainda que a ideia é expandir a rede própria também no Rio de Janeiro. Hoje (07), inclusive, está sendo inaugurado no Rio de Janeiro (RJ) uma Unidade de Medicina Preventiva e um Centro Clínico, ambos na região central.

IPO

No dia 29 de maio deste ano, a NotreDame Intermédica protocolou o pedido para oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Apesar de ter suspendido o movimento devido ao ambiente político, que foi agravado naquele momento, Machado Filho destacou que o plano não foi completamente cancelado. "Havendo janela [de mercado] retomaremos o plano", diz.

Mesmo sem a concretização deste objetivo, o executivo aponta que as aquisições não devem parar. "Não temos pressa [para o IPO]. Hoje conseguimos fazer as aquisições com geração de caixa. O investimento cabe dentro do nosso bolso", aponta.

Atualmente, existem especulações de mercado sobre a possibilidade de venda da operadora de saúde para um fundo de investimento. O executivo, no entanto, preferiu não comentar sobre este assunto.
Fonte: DCI Autor: Vivian Ito Leia mais em tudofarma 07/12/2017



Cade declara complexa fusão de Luxottica e Essilor

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) declarou complexa a fusão entre a Essilor International e a Luxxotica, anunciada em janeiro deste ano. Na prática, a declaração abre espaço para que a autoridade antitruste peça mais tempo para  realizar a análise.

Além disso, o órgão solicitou mais informações às empresas envolvidas na operação. Uma declaração de complexidade aumenta a probabilidade da operação ser aprovada com, no mínimo, restrições comportamentais, aquelas que não .. Leia mais em valoreconomico 08/12/2017



Fusões e infraestrutura são apostas do mercado da advocacia para 2018

Embora a polarização política possa deixar investidores receosos no cenário eleitoral de 2018, advogados ainda têm confiança de que o capital estrangeiro e nacional vão ficar no país no próximo ano — a aposta está nos setores de infraestrutura e de fusões e aquisições.

A análise foi feita por advogados consultados pela ConJur durante jantar promovido pelo Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (Cesa) na terça-feira (5/12), no Jockey Club, em São Paulo. ...Por Brenno Grillo Leia mais em conjur 08/12/2017



07 dezembro 2017

IPOs na semana que vem podem disputar investidores, diz B3

Estão previstas a precificação dos IPOs da BR Distribuidora, unidade da Petrobras, da Neoenergia e da BK, dona do Burger King no Brasil

A precificação de três grandes ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) na semana que vem no Brasil pode fazer as empresas competirem pelos mesmos investidores, disse nesta quinta-feira o presidente-executivo da B3, Gilson Finkelsztain.e

"A gente vê que há grande interesse de investidores por IPOs do Brasil", disse o executivo em encontro com jornalistas. "Mas a precificação das três na semana que vem pode fazê-las disputarem a agenda dos mesmos investidores", afirmou.

Na semana que vem estão previstas a precificação dos IPOs da BR Distribuidora, unidade da Petrobras, da Neoenergia e da BK, dona do Burger King no Brasil. Três operações do tipo não são concluídas numa mesma semana desde 2011.

Além dessas, a Algar Telecom também deve precificar seu IPO na semana que vem. A Blau Farmacêutica e a SBF, dona da rede de lojas de artigos esportivos Centauro também devem precificar suas ofertas iniciais de ações, mas algumas semanas depois.

Na véspera, o Banrisul anunciou que seu controlador, o governo gaúcho, decidiu adiar uma oferta sequencial de ações da companhia, citando as atuais condições do mercado.

Segundo Finkelsztain, há uma lista robusta de IPOs prevista para o início de 2018, mas o sucesso dessas operações dependerá de uma conjunção de fatores, incluindo eventual volatilidade do mercado com a proximidade das eleições do ano que vem.

A receita líquida da B3 com o segmento Bovespa cresceu 17,7 por cento em 2017 até setembro, ante mesma etapa do ano passado, refletindo entre outros fatores o fato de o mercado brasileiro ter movimentado até agora mais de 14 bilhões de reais em ofertas públicas de ações, já o melhor resultado desde 2013. (Por Aluísio Alves) POR REUTERS Leia mais em epocanegocios 07/12/2017

07 dezembro 2017



Mercado Livre compra brasileira Ecommet por R$36,5 mi

fundadores da Ecommet iniciaram a carreira como vendedores no próprio Mercado Livre, que pretende aumentar a integração entre suas soluções

O Mercado Livre anunciou nesta quinta-feira a aquisição da empresa de tecnologia para comércio eletrônico Ecommet, em uma aposta para aumentar a integração entre suas soluções.

A transação de 36,5 milhões de reais, foi realizada integralmente em dinheiro, e garantiu a compra de 100 por cento da Ecommet, disse o diretor de operações da companhia, Stello Tolda.

A Ecommet, criada em 2011 por dois empresários que iniciaram a carreira como vendedores no próprio Mercado Livre, desenvolveu ferramentas que auxiliam lojistas em questões que afetam o varejo online e físico, como gestão de pedidos e estoques e integração de lojas com marketplaces, o que deve ajudar o Mercado Livre a complementar soluções de sua unidade de negócios de suporte de negócios.

"A gente tem clientes que hoje não estão no mundo online e podem se beneficiar em entrar no mundo online usando uma ferramenta como o 'becommerce' (desenvolvida pela Ecommet)", disse Tolda em referência à plataforma de gestão de vendas online da Ecommet, que tem cerca de 3 mil clientes.

O Mercado Livre, que faturou 569,3 milhões de dólares no Brasil entre janeiro e setembro, vê com naturalidade a chegada da Amazon.com como marketplace no país, apesar dos temores iniciais do mercado de que a varejista norte-americana pudesse iniciar uma expansão mais agressiva neste ano.

"O mercado brasileiro é um mercado com muito potencial, é natural que esse mercado chame a atenção de companhias regionais e globais", disse Tolda. "Em determinado momento pode ter havido uma preocupação (do mercado), depois houve um movimento contrário a isso, de reconhecimento de que as coisas não acontecem de forma tão rápida", acrescentou, lembrando que o Brasil apresenta muitos desafios, como problemas logísticos, que devem ser superados pelos marketplaces estreantes no país.

Em 2018, o Mercado Livre deve manter a estratégia de integração de suas unidades de negócio e se integrar mais ao mundo físico, ressaltou Tolda.

Já o diretor da unidade de meios de pagamento Mercado Pago, Túlio Oliveira ressaltou as medidas para expansão da vertical de negócios, vista como área de destaque pela empresa.

"A gente tem feito bastante coisa para se aproximar cada vez mais do mundo físico. A gente lançou a maquininha (de pagamentos com cartão), os próximos passos é que a gente passe a maquininha, ela não seja mais necessária. A gente já tem um serviço de pagamento entre pessoas com QR Code, por exemplo", disse Oliveira. (Por Natália Scalzaretto) Reuters Leia mais em dci 07/12/2017



Movile recebe aporte de R$ 269 milhões do Naspers e Innova Capital

Os investidores desejam aumentar participação no iFood, aplicativo de entregas de alimentos líder da América Latina

ONaspers, conglomerado de mídia sul-africano dono do Buscapé, juntou-se ao fundo de investimentos Innova Capital, que conta com recursos do empresário Jorge Paulo Lemann, para realizar aporte de US$ 82 milhões (cerca de R$ 269 milhões) na Movile.

Em julho, a dupla já tinha feito aporte de US$ 53 milhões (pouco mais de R$ 174 milhões) na empresa. Com a nova infusão de capital, o total de investimentos captados pela empresa sobe para US$ 250 milhões (mais de R$ 820 milhões).

Segundo informações do TechCrunch, o Naspers deseja aumentar sua participação no iFood, aplicativo de delivery líder na América Latina, cujo acionista majoritário é a Movile.

“O mercado de entrega de alimentos está se expandindo rapidamente no mundo e o iFood está na vanguarda da inovação. Por isso, continuaremos a investir na empresa para escalar a plataforma e proporcionar uma experiência ainda melhor para clientes e consumidores”, afirmou Fabricio Bloisi, fundador da Movile.

Em setembro de 2017, o iFood ultrapassou os 6 milhões de pedidos mensais e se tornou a maior empresa de delivery de alimentos da América Latina, com operações na Argentina, Colômbia e México.

“Na Innova, estamos empolgados em continuar a apoiar o crescimento da talentosa equipe da Movile e de investir em negócios que podem alavancar a base de usuários ativos da empresa. Acreditamos que a Movile deve continuar a crescer de forma exponencial”, afirmou, em comunicado oficial, Veronica Allende Serra, uma das fundadoras do Innova Capital.

Somando todos os seus negócios, a Movile tem cerca de 100 milhões de usuários ativos mensais na América Latina. Além do iFood, é dona dos aplicativos PlayKids (conteúdo para crianças), Rapiddo Entregas, Maplink (gestão de logística), Sympla (eventos e venda de ingressos) e Superplayer (de música). Leia mais em epocanegocios 07/12/2017




BNDES pode se desfazer de 10% de participações em grandes grupos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve se desfazer de, pelo menos, 10% das participações que possui em grandes grupos privados. O dinheiro será usado para comprar novas posições, em renda fixa ou variável, em pequenas e médias empresas que têm foco em inovação.

O presidente do banco, Paulo Rabello de Castro, estimou em R$ 60 bilhões o total de participações em grandes empresas. Ressaltou, porém, que o valor varia de acordo com o preço diário das ações.

Segundo o executivo, a transferência do dinheiro das empresas de maior para as de menor porte com viés tecnológico condiz com a atual estratégia do banco. A mudança será gradual, começando com pelo menos 10%, mas podendo alcançar o total das participações. "O céu é o limite", afirmou, após evento promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Entre os grandes grupos privados dos quais o banco deve sair está o frigorífico JBS, citado nas delações da Operação Lava Jato.

Como exemplo do modelo de venda, Rabello falou sobre o programa de desinvestimentos da Petrobras. "Só não gosto do nome porque esse é um banco de investimento", brincou. Mas, assim como a estatal do petróleo, ainda vai submeter o projeto de venda dos ativos ao Tribunal de Contas da União (TCU). Só depois lançará as propostas ao mercado, o que deve acontecer no primeiro semestre do ano que vem. A intenção é se desfazer de uma só vez de um bloco de ações. "Pode ser a venda de (uma participação em) uma companhia de uma vez só, mediante leilão", disse Rabello, destacando, no entanto, que o modelo de venda ainda não está definido. Estadão Conteúdo Leia mais em dci 07/12/2017

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BNDESpar pode vender ações da JBS e de outras empresas em carteira, diz presidente do BNDES

O presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, disse nesta quinta-feira que o banco pode vender ao menos 10 por cento da carteira do braço de participações BNDESpar, incluindo parte do que detém na empresa de proteína animal JBS.

Segundo ele, a venda de parte da carteira de ações do banco começará em 2018 e o desinvestimento será feito ao longo do tempo. Rabello de Castro afirmou que o objetivo é reduzir a participação do BNDESpar em grandes conglomerados e investir mais em empresas de menor porte e ligadas a novas tecnologias.

"Com certeza, qualquer ação na nossa carteira tem um grau de comercialização e essa (da JBS) é comercializável. Essa é uma das possibilidades", disse. "Será um processo gradual...vamos sair daquelas participações onde já estamos mais maduros", disse o presidente do banco de fomento.

Castro estimou que a carteira do BNDESpar soma cerca de 60 bilhões de reais. Na JBS, o braço de participações do banco detém 21,3 por cento das ações.

"Nas décadas anteriores, o acesso a capitais no Brasil e exterior não estavam maduros, mas hoje os grandes conglomerados estão mais capacitados para irem ao mercado de capitais. O banco vai recuar e avançar em outros campos", disse Castro.

Com a venda das participações, o banco pretende se financiar para futuras liberações ou para novas participações em empresas de menor porte ou em aplicações em renda fixa, afirmou o presidente do BNDES. (Por Rodrigo Viga Gaier) Reuters Leia mais em dci 07/12/2017



Claro compra parte da rede da Cemig Telecom em Sete Lagoas (MG)

A Claro acertou com a Cemig Telecom a compra de parte da infraestrutura de rede de TV e internet a cabo localizada na cidade de Sete Lagoas (MG). A conclusão do negócio aguarda o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O valor da operação não foi divulgado.

A operação envolverá apenas a aquisição da parte coaxial da rede, que cobre parte da região metropolitana de Sete Lagoas. A Claro continuará utilizando a rede de fibras óticas da Cemig Telecom de forma compartilhada.

A venda de ativos da estatal mineira pode ganhar corpo nos próximos meses. Na metade deste ano, a Cemig anunciou um plano de venda de ativos, entre os quais figura a Cemig Telecom, cujo valor patrimonial é de R$ 193 milhões. A empresa foi criada em 1999 e tem foco em serviços de internet via redes de fibra óticas em Minas Gerais, Bahia, Ceará, Goiás e Pernambuco.

A potencial venda da subsidiária despertou o interesse das grandes operadoras desse mercado, que enxergam o potencial de gerar sinergias entre as redes de fibra ótica, de olho nos mercados de banda larga e TV paga. Procuradas, a Claro e a Cemig Telecom não comentaram a operação.

Em setembro, o diretor presidente da TIM, Stefano De Angelis, chegou a dizer que analisaria uma potencial compra da Cemig Telecom, mas semanas depois voltou atrás e negou que houvesse negociações em andamento. - Jornal do Comércio Leia mais em jcrs.uol 



Vale conclui venda de 2 navios para chinesa Bocomm por cerca de US$178 mi

A Vale concluiu nesta quinta-feira a venda de dois navios para a chinesa Bocomm por cerca de 178 milhões de dólares, informou a mineradora brasileira em comunicado.

O montante foi pago em 7 de dezembro e a transação conclui a venda de todos os 19 navios VLOCs pertencentes à Vale, como parte da estratégia de fortalecer o balanço e focar em ativos principais. (Por Gabriela Mello) Reuters Leia mais em dci 07/12/2017



QuinStreet adquire Smartia

A QuinStreet (NASDAQ: QNST) expande sua atuação ao adquirir o portal de seguros Smartia. Baseada no vale do silício, pioneira no segmento de marketing online de performance nos Estados Unidos e com forte atuação no Brasil desde 2011, a companhia atua na Internet para criar demanda para seus clientes, gerando negócios através de diversos formatos como cliques e leads qualificados.

"Estamos entusiasmados em continuar nosso investimento no Brasil e adicionar a marca Smartia", disse Doug Valenti, CEO da QuinStreet. "O Brasil é um mercado forte, e importante para a QuinStreet. Tivemos um crescimento extraordinário desde que iniciamos em 2011 e estamos orgulhosos de atender a grandes marcas brasileiras nas indústrias de Educação e Serviços Financeiros. Os clientes em educação incluem Kroton, Estácio e Cruzeiro. A Smartia junta-se à nossa subsidiária de Serviços Financeiros no Brasil, a VEMM, que foi adquirida em 2015 e se concentra em planos de saúde, empréstimos e seguros de automóveis.”

A aquisição da Smartia fortalece a presença em um mercado que teve 17,5 milhões de veículos segurados no Brasil em 2016, conforme dados do II Relatório Setorial de Sustentabilidade da CNseg. "Estamos muito animados com esse reforço em nosso portfólio. Continuaremos usando a nossa tecnologia, conteúdo e expertise em marketing digital para engajar o público interessado em seguros e nos produtos disponíveis para o consumidor, corretores e seguradoras", diz Pedro Yue, vice-presidente da QuinStreet.

Uma das maiores empresas do mundo na área de mídia e marketing digital, a empresa aplica tecnologia para potencializar os resultados. “Nos engajamos com os usuários on-line para realizar uma conexão eficiente entre os clientes e os respectivos targets”, diz Yue, que também é responsável pelas operações no País. (Redação - Investimentos e Notícias) Leia mais em investimentosenoticias 07/12/2017



Brasil tem 40 insurtechs

Um mapeamento da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) revela que o Brasil tem hoje 40 insurtechs (startups que atuam no segmento de seguros).

"Quando iniciamos o mapa, havia 25 insurtechs no Brasil cadastradas no Radar Fintech. Hoje, menos de seis meses depois, o número subiu para 40", diz Gustavo Zobaran, coordenador do comitê de insurtechs da camara-e.net.

Para chegar a esse primeiro mapa, o comitê cruzou os dados das iniciativas levantadas nos últimos relatórios do FintechLab e do Conexão Fintech com os das empresas cadastradas no site do comitê.
"Os próximos passos são mergulhar nesses dados para fazer uma análise mais qualitativa e entender o volume de investimentos, o comportamento dessas empresas, e as dores que elas resolvem para categorizá-las dentro do ecossistema", explica.

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net tem como missão ser o hub de referência colaborativo para impulsionar o desenvolvimento das insurtechs brasileiras. O grupo foi criado em junho de 2017.
Júlia Merker Leia mais em baguete 07/12/2017



Adiamento da reforma Previdência seria suficiente para S&P cortar rating do Brasil

O Brasil não deveria adiar para 2019 a reforma da Previdência, sob risco de sofrer novo rebaixamento de sua nota de crédito, disse o chefe global de ratings soberanos da agência de classificação de risco Standard & Poor's, Moritz Kraemer.

"A não aprovação da reforma logo enviaria um sinal de que as instituições no país não estão funcionando a favor do futuro do país", disse Kraemer em entrevista à Reuters na terça-feira.
Segundo o executivo, mais do que a economia de curto prazo para os cofres do governo, os ajustes na Previdência mostrariam um compromisso do país com uma agenda reformista mais ampla.

"O momento foi construído para que a reforma aconteça agora; esperar para 2019 não seria uma boa ideia", disse Kraemer, para quem o cenário base é de aprovação da proposta antes das eleições de 2018.

Os comentários são o alerta mais claro de uma das três grandes agências globais de classificação de risco até agora quanto aos prováveis desdobramentos do fracasso do governo do presidente Michel Temer em aprovar a reforma previdenciária.

Na véspera, Temer disse ter "esperança" para votar a reforma da Previdência no plenário da Câmara ainda em 2017.

A S&P manteve em agosto a nota BB (SA:BBAS3) para a dívida soberana brasileira, dois degraus abaixo do nível considerado de baixo risco, logo após o governo ter elevado as metas de déficits fiscais para 2017 e 2018. A S&P também retirou o rating brasileiro de "observação negativa" e passou para "perspectiva negativa". Por Aluisio Alves e Daniel Flynn (Reuters) Leia mais em investir 07/12/2017



Intuit adquire startup que facilita monitorar funcionários por US$340 milhões

Empresas que já haviam realizado uma aproximação no ano passado preveem finalização da aquisição no início de 2018

Intuit adquiriu a TSheets por US$ 340 milhões com conclusão completa da aquisição prevista para o início de 2018. Empresas já discutiam grande aproximação e trabalho conjunto no ano passado já que a TSheets utiliza o software QuickBooks da companhia em sua plataforma.

A aquisição é faz muito sentido no mercado já que, segundo a Intuit, 12 mil negócios já usam o QuickBooks e TSheets e a compra ajuda Intuit a criar novidades mais alinhadas com o software. “Com a TSheets como parte da Intuit, temos uma tremenda oportunidade de fornecer milhões de pequenas empresas e usuários independentes [usuários] uma maneira mais inteligente e simplificada de rastrear seu tempo com rapidez e precisão, enviar faturas, administrar folha de pagamento e entender a lucratividade por projeto”, afirma Alex Chriss, SVP e diretor de produto da pequena empresa da Intuit.

Chriss ainda afirma que a aquisição permitirá desbloquear dados importantes que auxiliarão no desenvolvimento de experiências “sem fricção que eliminem o trabalho, facilitem o pagamento e fornecem informações valiosas sobre a saúde dos negócios de nossos usuários “. Já o CEO da Sheets, Matt Rissel, afirmou que “com essa transição, nós poderemos trabalhar juntos para aprimorar o customer experience e produtos benéficos para a integração da TSheets e QuickBooks”.

TSheets foi criada em 2006 e permite que empregados batam o ponto por meio de um app que usa a localização geográfica do celular para confirmar a localização de um funcionário, também permitindo que gerentes e administradores organizem os turnos dos profissionais mostrando as mudanças em tempo real. Já o QuickBooks, da Intuit, permite um controle das finanças online por meio de um app...  Por Elena Costa Leia mais em StartSe 05/12/2017




Credere recebe investimento da Bossa Nova no valor de R$ 700 mil

Fintech garante que já tem planos para o capital investido e garante que novidades estão por vir na plataforma focada em nas concessionárias

A plataforma Credere recebeu um investimento de R$ 700 mil da Bossa Nova, maior micro venture capital da América Latina em número de investimentos, mas não revelou qual foi a avaliação da empresa após entrada de novo capital.

“Com esse investimento conseguiremos acelerar planos que estão no nosso radar há tempos: integração com mais bancos, adição de produtos financeiros, app para celular e tablet, melhoria dos relatórios; aumentaremos a velocidade para tornar nosso produto cada vez mais útil e estratégico no segmento”, afirma Orlando Seabra, sócio fundador do Credere.

A ferramenta registra aproximadamente 14 mil propostas de financiamento/mês em sua plataforma, cadastradas por concessionárias espalhadas por 18 estados brasileiros. E o seu principal objetivo é diminuir a perda de negócios organizando o processo comercial em torno do financiamento bancário- principal modelo de venda nesse segmento.

Ela também permite que os gestores tenham uma visão global da movimentação em torno das vendas via CDC. Taxa de aprovação, rendimento das equipes, características das propostas cadastradas, performance dos bancos, registro de base de dados de clientes interessados, ficam à disposição dos usuários.

Para João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a solução é forma inteligente de controlar e agilizar os processos de financiamentos internos nas concessionárias, trazendo agilidade, facilidade e opções aos compradores. “O mercado precisava de uma ferramenta ágil e autônoma separada dos sistemas tradicionais das concessionárias”, afirma.

Criada em 2013 para trocar as fichas de papel para assim conectar a concessionária com bancos, tornando o processo de vendas por meio do CDC mais rápido, moderno e eficiente. Conseguir investir em boas startups não é uma coisa fácil, principalmente para investidores que estão apenas começando. Estamos montando o Angel Class para ensinar investidores a se tornarem anjos. Conheça a programação... Por Elena Costa Leia mais em  StartSe 27/11/2017