25 maio 2017

J&F contrata Bradesco para vender Alpargatas, Eldorado e Vigor

A expectativa é de que a companhia possa centrar forças na operação da JBS, que deve passar por forte turbulência

Alpargatas: a situação financeira no grupo tende a ficar apertada

O grupo J&F contratou o banco Bradesco BBI para vender as empresas Alpargatas, Eldorado e Vigor. A informação foi confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com uma fonte próxima à empresa e uma fonte próxima ao banco.

A expectativa é de que, com isso, a companhia possa centrar forças na operação da JBS que deve passar por forte turbulência com os acordos de delação, já fechado, e o de leniência que está em negociação com o Ministério Público Federal (MPF).

Por volta das 13 horas, as ações da JBS, dona da marca Friboi, avançavam 10,15%, na máxima. Operadores dizem que a recuperação se dá por conta das perdas históricas vistas com a repercussão do acordo de delação premiada feito pelos executivos do grupo.

A avaliação é de que a operação da dona das marcas Friboi e Seara é sólida e que pode resistir à turbulência gerada pelas revelações de corrupção.

A situação financeira no grupo tende a ficar apertada, na medida em que os bancos tiverem que renovar as linhas de crédito para a empresa ou até mesmo com o acordo a ser firmado com o MPF.

Segundo fontes, a empresa está otimista de que o acordo seja fechado em cerca de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões, mas os procuradores estão bastante rígidos em função da péssima imagem que está sendo transmitida ao mercado com o acordo firmado com os irmãos Batista, em que eles saíram imunes dos crimes que admitiram ter cometido. A oferta original do MPF era um acordo de R$ 11 bilhões a ser pago em dez anos.

Interessados

Segundo analistas, a tendência é que a Fíbria seja a primeira interessada na Eldorado, até pela sinergia que uma aquisição como esta traria à empresa e o poder de mercado mundial que a companhia ganharia. Mas a Fibria vai querer comprar por um preço baixo, segundo fontes.

Já a Alpargatas teria o potencial de atrair os concorrentes que foram deixados para trás na disputa em 2015. A J&F pagou R$ 2,7 bilhões pela empresa, com dinheiro emprestado da Caixa.

A Vigor teria a empresa PepsiCo interessada. Qualquer conversa, no entanto, estaria condicionada ao fechamento do acordo de leniência.Por Estadão Leia mais em exame 25/05/2017

25 maio 2017



BR Properties compra condomínio da Previ

A BR Properties fechou a compra do Condomínio Centenário Plaza, na cidade de São Paulo, pertencente à Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

O valor do negócio é de R$ 433,4 milhões. O condomínio tem área bruta locável de 53, 9 mil metros quadrados. Segundo a BR Properties, a aquisição está sujeita a algumas condições, incluindo a aprovação do conselho de administração. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em mackenziesolucoes 25/05/2017



Cel.Lep fecha compra de rede de ensino em programação MadCode

A empresa não revelou o valor do negócio, mas ressaltou que as duas marcas seguirão independentes

Escola de idiomas: acordo levará a uma unificação comercial e operacional dos serviços para atuação em escola única

A escola de idiomas Cel.Lep concluiu as negociações para aquisição da rede de ensino em programação MadCode, por meio da qual elevará a 78 o número de unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, informou em comunicado nesta quinta-feira.

A empresa não revela o valor do negócio, mas ressalta que as duas marcas seguirão independentes, apesar da unificação comercial e operacional dos serviços para atuação em escola única.

“A aquisição da MadCode reforça nossa visão inovadora de ensino e abre um novo caminho para atuarmos no desenvolvimento de duas competências –o inglês e a programação– que são fundamentais para o futuro das crianças e adolescentes”, disse o diretor geral do Cel.Lep, Felipe Franco, em nota.Por Reuters Leia mais em exame 25/05/2017



Crise política já afeta dia a dia de empresas e adia tomada de decisões

Fusões e renegociações de dívidas foram paralisados após estouro da crise política envolvendo Michel Temer

Exatamente no momento em que as empresas começavam a recuperar o fôlego após dois anos seguidos de recessão, a delação dos executivos da JBS, que envolveu o presidente Michel Temer, jogou o Brasil em uma nova onda de incerteza. A consequência imediata, apurou o \'Estado\', foi a paralisia em acordos que estavam para ser fechados - como fusões e renegociações de dívidas - e a suspensão de projetos de abertura de capital. Em um período em que as vendas começavam a se reanimar, empresas também já sentiram os primeiros impactos negativos em seu dia a dia.

O presidente da fabricante de MAN/Volkswagen no Brasil, Roberto Cortes, desistiu de participar de uma reunião de acionistas na matriz da fabricante de ônibus e caminhões, na Alemanha. "Achei melhor ficar aqui, acompanhar a situação e continuar o trabalho para a recuperação do mercado", disse.

Na agência de viagens CVC, a ordem é garantir que a equipe esteja focada nas vendas. "É claro que a alta do dólar afeta um pouco o passageiro internacional, mas não temos de perder tempo pensando no governo. Aqui é varejão, abrimos a lojinha todo dia", disse Luiz Falco, presidente da agência de viagens, que fechou a aquisição do Grupo Trend, por R$ 258 milhões, no início deste mês. "Temos mostrado resistência à crise, tanto que crescemos entre 5% e 6% nos últimos anos, mas claro que a situação não é um passeio no parque."

Bomba atômica
Falco percebeu a nova crise política de forma imediata - ele participava de um evento do Itaú, em Nova York, ao lado de outros executivos brasileiros, e disse que o comportamento dos investidores sobre o país mudou da água para o vinho. "Estava todo mundo otimista e, de repente, explodiu uma bomba atômica. Teve gente desmarcando reunião", disse. "E tem estrangeiro com o dedo no gatilho para investir no Brasil."Embora tenha sentido um impacto direto nas vendas após a divulgação da delação dos irmãos Batista, da JBS, o presidente e sócio da Kalunga, Roberto Garcia, afirmou que a verdade sobre a política brasileira precisa continuar a vir à tona. "É claro que não é bom para economia, especialmente no curtíssimo prazo, mas acho que temos de saber de tudo o que está se passando", disse. "A política brasileira está parecendo série da Netflix, sempre tem um capítulo novo."

A situação é de cautela mesmo para empresas como a Bayer, que atua em dois dos setores que menos foram afetados pela crise até o momento, como medicamentos e agronegócio. Para o presidente da multinacional alemã Bayer no Brasil, Theo Van der Loo, o cenário brasileiro voltou a ficar turvo. "É difícil ainda saber o impacto da crise. E não é o momento para a tomada de decisões importantes."

Na opinião de Ricardo Knoepfelmacher, da RK Partners, especializada em recuperação de empresas - e que trabalha para companhias como a construtora PDG e a Bombril, por exemplo -, o Brasil viverá um "hiato" de tomada de decisões enquanto a situação política não se resolver.

"Tudo depende do tempo em que vão durar essas incertezas." A tendência, segundo Ricardo K., é que os ativos brasileiros se desvalorizem, abrindo a chance de investidores estrangeiros aproveitarem essas oportunidades.

Longa espera
A tão aguardada recuperação econômica, que já vinha sendo celebrada, pode ser adiada até o ano que vem, segundo Alexandre Bertoldi, sócio-gestor da Pinheiro Neto Advogados, que assessora grandes processos de fusões e aquisições. "O Brasil estava dando sinais de recuperação. Mas as operações de mercado de capitais vão parar durante esse período de volatilidade - e tinha muita coisa engatilhada", afirmou Bertoldi. "Os investimentos em infraestrutura vão sofrer um atraso enorme. Dependendo do que acontecer, (o retorno do crescimento) fica abortado até 2018."Para Moacir Zilbovicius, sócio do Mattos Filho, ainda é cedo para dizer que o ano de 2017 está perdido, embora ele acredite que várias decisões de negócios vão ficar em "stand-by".

"Acho natural, neste momento, entender melhor para onde o mercado vai. É um intervalo de um jogo de futebol. Virá um segundo tempo", disse Zilbovicius, que também assessora importantes fusões e aquisições. "Havia uma sinalização de estabilidade. Os investidores que conhecem o Brasil e estão aqui conseguem interpretar melhor. Já os que não conhecem o mercado brasileiro não vão entrar nesta hora."

Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que neste atual momento de incertezas o Brasil voltou a ficar barato - e neste vácuo que entrarão investidores menos avessos a riscos.POR ESTADÃO Leia mais em revistaepoca 24/05/2017



24 maio 2017

CCR vai pagar R$33,7 mi por participação da Odebrecht na ViaRio

A CCR anunciou nesta quarta-feira que o preço da aquisição da participação de 33 por cento detida pela Odebrecht na concessionária ViaRio será de 33,7 milhões de reais.

A CCR havia anunciado a aquisição da fatia da Odebrecht na concessionária responsável pela Ligação Transolímpica, via expressa de 13 quilômetros que liga os bairros cariocas de Deodoro à Barra da Tijuca, no fim de junho de 2016, por 107,7 milhões de reais.

Com a operação, a CCR passará a deter 66,66 por cento de participação na concessionária. A empresa não informou o motivo para a queda do preço da aquisição da participação. (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em dci 24/05/2017

24 maio 2017



Dona da marca Blowtex vende área de preservativos por US$ 600 milhões

A fabricante australiana de produtos de borracha Ansell informou que chegou a acordo para vender sua divisão de “bem-estar sexual” a investidores chineses por US$ 600 milhões.... Leia mais em valoreconomico 24/05/2017

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Ansell compra empresa brasileira de preservativos Blowtex Comentários 

RICHMOND, Austrália (4 de maio 2007) - A Ansell Ltd. adquiriu a produtora brasileira de preservativos, Fabrica de Artefatos de Latex Blowtex Ltda. Do Brasil, por uma quantia não revelada.

Ansell disse que a Blowtex tem vendas anuais de cerca de US $ 10 milhões e uma fábrica perto de São Paulo, no Brasil. A empresa ocupa o terceiro lugar no mercado de preservativos na empresa, com cerca de 20% das vendas no mercado interno.... Leia mais em rubbernews04/05/2007



Loeb vê valor adicional de US$ 20 bi em fusão de Dow e DuPont

A Dow e a DuPont planejam se segmentar em empresas de agricultura, especialidades químicas e outros insumos depois de sua fusão de US$ 130 bi

DuPont: as empresas nomearam o conselho da companhia combinada no início deste mês

A Third Point LLC, do investidor Daniel Loeb, disse que a Dow Chemical e a DuPont poderiam liberar 20 bilhões de dólares em valor adicional ao ajustar seu plano para se dividirem em três empresas após a fusão.

A Dow e a DuPont planejam se segmentar em empresas de agricultura, especialidades químicas e outros insumos depois de sua fusão de 130 bilhões de dólares, que deve ser fechada em agosto.

Ambas as empresas nomearam o conselho da companhia combinada no início deste mês e disseram que suas propriedades incluirão “a realização, logo que possível, de uma revisão abrangente das carteiras e seus alinhamentos”.

A Third Ponit tinha uma participação de 1,29 por cento, o que a tornava a sétima maior investidora da Dow, segundo dados da Thomson Reuters.

O hedge fund, que recomendou o deslocamento de várias empresas do setor de Ciências dos Materias para Produtos Especializados, também afirmou que restaurar a carteira da DowDuPont poderia ajudar a economizar mais do que os 3 bilhões que as empresas estão almejando.Por Reuters Leia mais em exame 24/05/2017



Acionista original da Pharol, BCP vende sua fatia na holding

O Banco Comercial Português (BCP) comunicou ontem ao mercado que vendeu sua participação de 6,15% no capital da Pharol, a maior acionista da Oi. Com isso, não detém mais nenhuma fatia da empresa.

A Pharol é a holding que anteriormente abrigava a Portugal Telecom. Atualmente, tem como único ativo as ações da Oi: 27,4% das ordinárias da tele brasileira, equivalentes a 22,3% do capital total.

A Oi está em recuperação judicial desde 20 de junho do ano passado, com R$ 63 bilhões em dívidas. Desse total, cerca de R$ 20 bilhões são compromissos herdados da tentativa de fusão com a tele portuguesa.

A decisão do BCP sair da Pharol foi acompanhada de especulações se o investidor Nelson Tanure, acionista da Oi, seria o comprador dos papéis. Consultado, por meio de sua assessoria de imprensa, Tanure negou que seja o comprador e disse ter na holding portuguesa uma fatia de cerca de 2%.

O BCP era acionista importante da Portugal Telecom, assim como o antigo Banco Espírito Santo (BES), atualmente Novo Banco, e os grupos Visabeira e Ongoing. Pela fatia relevante que mantinha, o BCP tinha indicação tanto no conselho da Pharol como no da Oi. Era o autor da indicação de João do Passo Vicente Ribeiro no conselho de ambas as empresas.

Do grupo dos quatro ex-maiores acionistas da operadora portuguesa, após a saída do banco comercial, restaram apenas Novo Banco e Visabeira como acionistas relevantes da Pharol, respectivamente com 9,6% e 2,6% da holding.

O plano de fusão não vingou apesar de ter sido implementado em quase sua totalidade. A Oi vendeu a Portugal Telecom à francesa Altice, logo após a combinação, por € 5,7 bilhões.

O plano de unir a tele brasileira e a portuguesa foi frustrado após o escândalo com o Grupo Espírito Santo (GES), em junho de 2014, que entre as consequências gerou uma perda de € 897 milhões para a tele brasileira. Parte do dinheiro da Portugal Telecom, que havia sido recém-incorporada à Oi, estava aplicado em títulos de uma holding não financeira do GES chamada Rioforte e que viraram pó.

Por causa disso, foi necessária uma revisão das condições da fusão e a operação não foi concluída como planejado em 2013.

O plano original previa que a Pharol seria incorporada pela Oi, além da empresa operacional Portugal Telecom, e que os acionistas portugueses se tornariam acionistas diretos da tele brasileira. Contudo, foi preciso manter a holding. Dentro dela, além das ações da Oi, ficaram a dívida resultante de um compromisso de tentar reembolsar a perda com a Rioforte e opções de ações da companhia brasileira.

Os acionistas portugueses, antes da fraude, teriam pouco menos de 40% do capital da Oi, que iria para o Novo Mercado. Mas esse percentual foi reduzido a 25%, após a revisão. A fatia foi alterada para 27,5%, em 2015, pela conversão de ações preferenciais da Oi em ordinárias, como tentativa de adesão ao segmento de governança da bolsa - a migração ao Novo Mercado não ocorreu, pois a troca de preferenciais em ordinárias não foi total.

Na época da revisão do acordo de fusão, em julho de 2014, a Pharol tinha opção de elevar em mais 15% do capital da Oi sua participação, se pagasse a dívida resultante da perda com a Rioforte. Embora a dívida ainda exista integralmente, as opções tinham cronograma parcial de cancelamento conforme o não pagamento do prejuízo com a fraude dentro do GES.  Valor Econômico - Leia mais em abinee 24/05/2017



Acionistas do IRB suspendem IPO, mas autorizam a retomada dos trabalhos para oferta pública

Os acionistas do IRB Brasil Re suspendem o IPO (oferta inicial de ações) pela terceira vez, mas autorizam que a direção executiva retome a rotina de preparação para a oferta inicial de ações em um futuro próximo, quando a economia conseguir se recuperar da recessão e dos efeitos das delações dos irmãos Batista, donos da JBS.

Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pela BB Seguridade, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, os acionistas do maior ressegurador do Brasil decidiram em assembleia realizada hoje pela ratificação dos atos aprovados em AGE datada de 21 de agosto de 2015, autorizando a empresa a retomar as providências necessárias à realização de oferta pública e listagem de suas ações no Novo Mercado da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão.

A nota ressalta que o comunicado não deve ser considerado como anúncio de oferta, cujo pedido de registro junto à CVM dependerá das condições dos mercados de capitais nacional e internacional. ”Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.Fonte: Sonho Seguro Leia mais em segs 24/05/2017



Petrobras e BTG avaliam venda de negócio na África por US$ 3 bi

Segundo fontes, os proprietários planejam nomear nos próximos dias um banco de investimento para aconselhar sobre o processo

Petrobras: os ativos podem gerar interesse de grandes empresas de petróleo que procuram expandir negócios no continente

Petrobras, BTG Pactual e Helios Investment Partners estão avaliando a venda de seus negócios de exploração de petróleo e gás em conjunto na África, que poderia render cerca de US$ 3 bilhões, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

Os proprietários do negócio planejam nomear um banco de investimento para aconselhar sobre o processo nos próximos dias, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque a informação é privada.

Os ativos podem gerar interesse de grandes empresas de petróleo que procuram expandir negócios no continente e de investidores financeiros, disseram as pessoas. Nenhum acordo final foi alcançado com nenhuma das partes, disseram. Petrobras e BTG disseram separadamente neste mês que estavam considerando vender o ativo.

O BTG entrou no empreendimento com a Petrobras em 2013, pagando US$ 1,5 bilhão por uma participação de 50%. A Helios, empresa de investimentos com foco na África, juntou-se ao BTG no empreendimento logo depois.

Uma porta-voz da Petrobras citou uma declaração de 10 de maio dizendo que a diretoria havia aprovado um plano para adicionar os ativos africanos à sua carteira de desinvestimento, e a empresa contrataria consultores financeiros para orientar sobre as vendas de ativos. Representantes do BTG e da Helios preferiram não comentar.

Este conteúdo foi originalmente publicado na Bloomberg.  Por Ruth David e Dinesh Nair, da Bloomberg Leia mais em exame 24/05/2017





Actis vai adquirir parques eólicos da Gestamp no Brasil: Fontes

A Actis assinou acordo para adquirir todos os parques eólicos da Gestamp Renewable Energy no Brasil, uma iniciativa que tornará a empresa britânica de private equity a segunda maior companhia de energia renovável do País, segundo pessoas com conhecimento direto do assunto.

A empresa com sede em Londres acertou a compra de 416 megawatts em parques eólicos, segundo as pessoas, que pediram anonimato porque o assunto não é público. A maior parte dos ativos, mais de 300 megawatts, está em operação. Os demais, em construção. Se confirmado, o acordo pode envolver R$ 2,5 bilhões (US$ 761,5 milhões), segundo estimativas da Bloomberg New Energy Finance.

A aquisição seria a segunda da Actis no País em menos de um mês. A empresa adquiriu dois complexos eólicos que totalizam 346 megawatts da desenvolvedora brasileira Casa dos Ventos Energias Renováveis em 16 de maio. As condições do acordo não foram divulgadas, mas pessoas a par do assunto disseram que o valor foi de R$ 2,5 bilhões. Em março, a companhia finalizou a arrecadação de recursos para o fundo Actis Energy 4 e deixou de aceitar investidores após captar US$ 2,75 bilhões para investir em geração de eletricidade e distribuição de energia em mercados emergentes.

A Actis não quis comentar a informação, e o diretor de comunicação da Gestamp, Juan Llovet, não respondeu até o momento aos pedidos de comentário por mensagem de texto e telefone.

Os mercados brasileiros ficaram agitados na semana passada depois que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente Michel Temer ajudou a obstruir as investigações da Lava Jato.

"Há oportunidades no Brasil, apesar de toda esta instabilidade política", disse Helena Chung, analista da Bloomberg New Energy Finance em São Paulo. "Os ativos estão baratos e algumas empresas estão apostando no crescimento do país no longo prazo."

A Actis teria ao todo 1.625 megawatts de capacidade de energia renovável no Brasil depois da aquisição da Gestamp, o que a tornaria a segunda maior no País, atrás apenas da CPFL Energia, com 2.054 megawatts de capacidade operacional. A empresa britânica criou uma unidade chamada Echoenergia para controlar seus ativos eólicos recém-adquiridos e também tem a Atlantic Energias Renováveis, com 652 megawatts de ativos contratados, e uma unidade solar que controla os 211 megawatts de parques solares adquiridos da SunEdison em março.

A Gestamp, com sede em Madri, também opera ativos eólicos na Europa, no México, na Turquia, nos EUA e na África do Sul, de acordo com o site da empresa.

A família Riberas, dona da Gestamp, está saindo do negócio de energia eólica e contratou o Bank of America para ajudar a vender seus negócios de energia eólica em blocos a fim de maximizar o valor, informou o jornal espanhol Expansión no mês passado.(Bloomberg) -- Leia mais em jornalfloripa 24/05/2017



Microsoft comprará grupo de cibersegurança Hexadite por US$100 mi

Com sede em Boston e um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, a Hexadite fornece tecnologia para respostas automatizadas a ataques digitais

A Microsoft aceitou comprar a empresa de cibersegurança Hexadite por 100 milhões de dólares, informou nesta quarta-feira o site israelense de notícias financeiras Calcalist.

Com sede em Boston e um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, a Hexadite fornece tecnologia para respostas automatizadas a ataques digitais que, segundo a empresa, elevam a produtividade e reduzem os custos para os negócios.

Representantes da Microsoft não quiseram comentar, enquanto os da Hexadite não estavam imediatamente disponíveis.

Entre os investidores da Hexadite estão a Hewlett Packard Ventures e os grupos de venture capital TenEleven e YL Ventures.

Em janeiro, a Microsoft informou que planejava continuar investindo mais de 1 bilhão de dólares pro ano em pesquisa e desenvolvimento de soluções de cibersegurança nos próximos anos. Israel já se beneficiou desses investimentos. Reuters leia mais em exame 24/05/2017



Atacadão oficializa pedido para IPO

O Carrefour, segundo maior varejista do mundo, deu partida nesta quarta-feira ao processo de listagem em bolsa das operações no Brasil, operação que envolverá uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Atacadão, que controla as operações do grupo francês no país.

A operação, que inclui ofertas primária (papéis novos) e secundária (ações detidas por atuais sócios) terá o Itaú BBA como coordenador líder, acompanhando de Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, JPMorgan, Bradesco BBI e Santander Brasil.

De acordo com informações no prospecto preliminar da operação, o Carrefour, o Carrefour Nederland e a Península, veículo de investimento da família do empresário Abilio Diniz, serão vendedores na oferta secundária.

A oferta prevê a listagem no Novo Mercado, segmento de mais alta governança corporativa da B3.

A rede opera no país com Carrefour Hipermercado, Carrefour Bairro, Carrefour Express, Carrefour Drogaria, Carrefour Posto, Atacadão e Supeco, além do comércio eletrônico.

Os recursos captados com a oferta primária serão usados para pagar 'mútuos intercompany' (empréstimos entre as empresas do grupo); liquidar posições de swap detidas pelo Atacadão para mitigar a exposição cambial ligada a 'mútuos intercompany'; e reforço de capital de giro.

Com a operação, a varejista francesa planeja acelerar a expansão das atividades no país, seu segundo maior mercado depois da própria França.

Em março, Diniz disse à Reuters que a listagem das ações poderia ocorrer em meados de 2017, se houvesse sinais de que a economia brasileira estava saindo da recessão.

A iniciativa do Carrefour reforça a leitura de que a captação no mercado de capitais doméstico dá sinais de retomada, após vários anos praticamente parado e está se mantendo, mesmo diante do recrudescimento da crise política no país, após denúncias de corrupção e pedidos de renúncia contra o presidente Michel Temer.

Na semana passada, bancos sócios do IRB Brasil Resseguros aprovaram a retomada dos preparativos da companhia para um IPO.

Em abril, a companhia aérea Azul marcou sua estreia na B3 com um IPO de 2 bilhões de reais. Neste ano já estrearam na B3 a locadora de veículos Movida e o laboratório médico Hermes Pardini. Além do Atacadão, aguardam aval da CVM para um IPO a empresa de tecnologia Tivit, o grupo farmacêutico Biotoscana Investments e a empresa de geração renovável de energia Omega (Reportagem de Dominique Vidalon e Pascale Denis em Paris e de Paula Arend Laier e Gabriela Mello em São Paulo) Reuters Leia mais em dci 24/05/2017



Produtora italiana de café Lavazza adquire 80% da canadense Kicking Horse Coffee

Companhia afirmou que aquisições podem ajudar a impulsionar seu volume de negócios para 2,2 bilhões de euros nos próximos quatro anos

A fabricante italiana de café Lavazza disse nesta quarta-feira que comprou 80 por cento da Kicking Horse Coffee em um acordo no qual a companhia canadense foi avaliada em 160 milhões de dólares.

A Lavazza, uma empresa familiar, está em busca de aquisições para ajudar a impulsionar seu volume de negócios para 2,2 bilhões de euros (2,46 bilhões de dólares) nos próximos quatro anos.

Em nota, a Lavazza disse que o acordo é um passo importante em sua estratégia para crescer na América do Norte, visto com um mercado chave para o grupo.

Sob o acordo, Elana Rosenfeld, que fundou a marca canadense de café orgânico Kicking Horse Coffee em 1996, manterá os 20 por cento restantes da companhia e continuará à frente da empresa como presidente. (Por Stephen Jewkes) Reuters Leia mais em dci 24/05/2017



Startup 99 recebe aporte de US$ 100 milhões do SoftBank

A transação está sujeita à aprovação do Cade

A startup brasileira de transporte urbano 99 assinou acordo de investimento de R$ 100 milhões com o SoftBank, elevando a R$ 200 milhões o total de recursos captados desde o início do ano, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (24).

Conforme a empresa, o montante será destinado ao crescimento do serviço de carros particulares 99 POP, a fim de reforçar a liderança no Brasil e expandir as atividades por toda a América Latina.

Ainda de acordo com o comunicado, a transação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e demais autoridades.

No início do ano, a 99 já havia levantado outros US$ 100 milhões com a Didi Chuxing e a Riverwood, que se juntaram a outros fundos e empresas como Monashees, Qualcomm Ventures e Tiger Global que também investiram na startup.

"... Estamos animados em ter a SoftBank na nossa carteira de investidores. Isso mostra que estamos no caminho certo, com uma forte indicação de nossa posição de liderança no crescente mercado de mobilidade urbana da região", informa a 99 em nota.

O 99 opera desde 2012, conectando mais de 200 mil motoristas a mais de 14 milhões de usuários registrados. Reuters leia mais em epocanegocios 24/05/2017



Estrangeiro aproveita baixa e vai às compras

Os investidores internacionais estão olhando para o novo capítulo da crise política, que colocou em xeque o governo de Michel Temer e a aprovação das reformas estruturais, de forma pragmática.

Desde quinta-feira passada, quando foi divulgado o áudio das conversas do presidente com o empresário Joesley Batista e os ativos locais derreteram, os estrangeiros aproveitaram para ampliar as posições no mercado de ações brasileiro.

Somente no dia 18, o fluxo externo na bolsa foi positivo em R$ 190 milhões.
No pregão seguinte, os estrangeiros colocaram mais R$ 192,8 milhões, atraídos pelos preços mais favoráveis. Incluindo a queda no pregão de quinta-feira, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, já acumula perdas de 8,76%. Levando em conta a desvalorização de 4,32% do real em relação à moeda americana no período, em dólar, a queda do índice chega a 12,19%, criando um ambiente ainda mais propício para o estrangeiro garimpar pechinchas.

Em maio, até o dia 19, segundo os dados mais recentes divulgados pela B3, as aplicações de estrangeiros em ações locais já alcançam R$ 1,142 bilhão, na contramão do registrado entre março e abril, quando as retiradas bateram R$ 3,37 bilhões. No ano, o saldo acumulado está positivo em R$ 4,6 bilhões.

Esse volume pode incluir recursos que migraram de ativos de renda fixa para variável por conta da trajetória de queda de juros, por exemplo.

Números divulgados ontem pelo Banco Central (BC) corroboram o interesse do estrangeiro pelo mercado de ações. Em maio, até o dia 19, ingressaram US$ 184 milhões no país para investir em ações. A expectativa do BC é que até o fim do ano US$ 10 bilhões sejam trazidos ao Brasil para compras no mercado acionário.

Maior fundo de índice de ações brasileiras negociado no exterior, o iShares MSCI Brazil Capped Index, conhecido como EWZ, é outro termômetro da demanda dos estrangeiros pelo país. Em Nova York, na última quinta-feira, as negociações com a cota do fundo movimentaram US$ 5,5 bilhões, mais do que o patrimônio total de US$ 5 bilhões do próprio EWZ e um recorde histórico, segundo a gestora BlackRock, que administra os fundos de índice do tipo iShares.

Embora ao fim do dia a cota tenha caído 6,2%, o grande volume de transações indica que o interesse em deter uma posição em ativos do país segue elevado, na avaliação de Nicolas Gomez, diretor da unidade iShares, na BlackRock, para a América Latina e Península Ibérica.

"Teve muita gente que vendeu o EWZ, mas é importante frisar que teve muita gente que comprou também", disse Gomez. "O investidor em ETF compra o fundo porque possui uma visão e uma convicção sobre a tendência de um mercado em particular." A própria BlackRock informou ontem que adquiriu ações preferenciais da Petrobras na sexta-feira (19), passando a deter uma participação de cerca de 5,03% das PNs de emissão da estatal.

O movimento dos estrangeiros é importante para a Bovespa porque são responsáveis por mais da metade dos negócios na bolsa de valores e, muitas vezes, têm um horizonte mais longo de aplicação.

Os investidores de fora respondem por 51,96% dos negócios com ações, segundo dados da B3. É praticamente o mesmo patamar de um ano atrás, mas está longe do período com a maior participação deles no mercado, de 63,90%, em março de 2014.

Ontem, a sinalização de que o Congresso Nacional deve continuar com o cronograma de aprovação das reformas estruturais trouxe certo alívio aos investidores. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-CE) deu como lido o parecer sobre a reforma trabalhista na sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, depois de a sessão ter sido interrompida por volta das 16h quando teve início um tumulto entre os senadores.. Mas, o texto poderá ser votado na semana que vem. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que pretende colocar a proposta de reforma da Previdência em votação no plenário da casa na primeira quinzena de junho.

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,60% aos 62.662 pontos e giro financeiro de R$ 7,6 bilhões. "A bolsa resolveu olhar para a metade cheia do copo, que é a sinalização do governo de fazer todo o esforço possível para conseguir passar as medidas", diz Paulo Figueiredo, economista da gestora fluminense FN Capital. "Grandes fundos, que têm como principal foco o longo prazo, aproveitaram para adquirir papéis relativamente baratos", diz.

Alguns gestores que dividem a sua carteira entre os países emergentes e viram a parcela do seu patrimônio aplicada em Brasil encolher por conta da queda recente da Bovespa também recorreram às compras para recompor seu portfólio.

Entre as ações mais negociadas, o destaque de alta ficou com os papéis ordinários da JBS. Depois de cair mais de 7% no começo do pregão e entrar em leilão, as ações inverteram o movimento e fecharam o dia com alta de 9,53% a R$ 6,55. Apesar da valorização do papel, as ações têm queda de 35,97% neste mês. A ação da empresa de carnes, que vem sendo bastante pressionada após a divulgação da delação premiada dos irmãos Batista, teve o quarto maior giro financeiro do Ibovespa, de R$ 477,7 milhões.  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 24/05/2017



UBS fechou acordo de aquisição de 60% do family office Consenso

Fechou. O banco suíço UBS fechou acordo de aquisição de 60% do family office Consenso, com o qual negociava desde o ano passado. A Consenso, criada em 2003 por ex-sócios do Banco BBA Creditanstalt adquirido pelo Itaú, tem mais de R$ 20 bilhões sob gestão.

Para o UBS, a aquisição dá possibilidade de transcender ao crescimento orgânico, ao qual vinha focando nos últimos quatro anos, diz Sylvia Coutinho, presidente do banco suíço no Brasil. O Estado de S.Paulo - Leia mais em portalnewsnet 24/05/2017
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UBS vai comprar fatia majoritária da Consenso

O UBS Group AG assinou ontem um acordo para adquirir uma participação majoritária no "multi-family office" Consenso, criado em 2003 por ex-executivos do BBA Creditanstalt e que administra cerca de R$ 20 bilhões.

Depois de mais de um ano de conversas, o grupo suíço conseguiu finalmente um atalho para ganhar maior relevância no mercado brasileiro na sua principal área de atuação global. Enquanto no mundo todo o grupo suíço administra cerca de R$ 2 trilhões em recursos de investidores, no Brasil os ativos sob gestão situam-se na casa dos R$ 8 bilhões.

A presidente do UBS no Brasil, Sylvia Coutinho, não deu detalhes sobre os termos da transação, que espera fechar nos próximos dois a três meses, com o negócio, de fato, concretizado no início do terceiro trimestre, mas sujeito a "condições usuais de finalização de acordo", conforme comunicado do banco ao mercado. Em conversa com o Valor, a executiva apenas sinalizou que prevalece a estratégia do UBS de crescer por meio de aquisições no país, embora agora as oportunidades sejam em operações comparativamente menores.

"O Brasil é um dos principais mercados estratégicos para o UBS em termos de mercado emergente, tem o décimo maior 'wealth management' do mundo, o sexto maior em 'asset management', e o banco estava focado em expandir o mais rapidamente possível", afirma. "Investiu na operação orgânica doméstica, mas também vinha buscando um parceiro com alinhamento cultural, e a Consenso era um 'target' natural." De acordo com Sylvia, num primeiro momento tudo fica como está. A Consenso segue no seu endereço na Avenida Cidade Jardim, em São Paulo, e a marca também será mantida. "Depois, vamos avaliar os próximos passos." A intenção, diz, é integrar as equipes do banco e da gestora de patrimônio. A tomada de decisões será compartilhada pelo UBS e executivos fundadores da Consenso num conselho de "joint manager".

Questionada se a Consenso manteria o viés de gestora independente, agora associada a um grupo financeiro do porte do UBS, Sylvia diz que a cultura de relacionamento das instituições com o cliente já é bastante similar. Na oferta de produtos de investimentos a seus clientes, por exemplo, o grupo atua sob o modelo de "arquitetura aberta", em que distribui fundos de diferentes gestores, e o aplicador não precisa ter, necessariamente, uma conta na instituição.

As conversas, conforme o Valor noticiou no início do ano, começaram no fim de 2015, mas vinham esbarrando justamente nas negociações envolvendo a compra do controle da Consenso, de 51%. Outro ponto de divergência dizia respeito ao modelo após uma eventual associação. A gestora não parecia disposta a abrir mão de sua independência e do negócio de gestão de patrimônio propriamente dito, para ficar debaixo de um private banking. A leitura era a de que a transação só sairia se o UBS mantivesse a Consenso como um braço de "wealth management", sem exclusividade na oferta de produtos de investimentos do banco.

"Combinando nossa expertise e reputação local com a posição e força do UBS e mantendo uma bem-sucedida estratégia de arquitetura aberta, que é atualmente seguida por ambas as empresas no Brasil, acreditamos que podemos melhorar significativamente nossa proposta de valor e ampliar nossa atratividade a um maior número de clientes no país", afirmou Luiz Borges, sócio-fundador da Consenso, em comunicado ao mercado.

O Grupo Consenso é composto por duas sociedades operacionais controladas por uma holding e uma empresa de agentes autônomos, enquanto o UBS segue o estilo bancário tradicional, remunerando seus funcionários por meio de salários e bônus. A Consenso distribui participação nos lucros e seus empregados vão, com o tempo, se tornando sócios pelo modelo de "partnership". Os dois sócios controladores, Heinz Jorg Gruber e Luiz Alberto Hess Borges, não tinham, sozinhos, maioria nas votações. Sylvia, do UBS, preferiu não entrar nos detalhes de como será o modelo de remuneração da operação combinada a partir de agora.

De acordo com a executiva, anunciar uma aquisição num momento político e econômico delicado como o vivido pelo Brasil - com o governo de Michel Temer balançado por delação de executivos do grupo JBS e dúvidas sobre a aprovação de reformas - só confirma o relacionamento de longo prazo do grupo suíço com o país. "Em nenhum momento isso pesou na nossa decisão de prosseguir com o deal", afirma.

O histórico do UBS no país tem algumas idas e vindas. Em 2006, o conglomerado fechou a compra do Pactual por US$ 3,1 bilhões, mas em 2009, após o grupo suíço perder cerca de US$ 50 bilhões com a crise global e sucessivos socorros governamentais, vendeu às pressas a operação local ao BTG, de André Esteves, por US$ 1,8 bilhão. O retorno se deu em 2010 com a aquisição da corretora Link, com o plano de ter no país um banco de investimento completo, além das áreas de gestão de fortunas e de recursos de terceiros. A licença bancária só veio em 2013.

Essa é uma das razões para que o rival Credit Suisse tenha conseguido avançar no mercado brasileiro com maior destreza, adquirindo a HedgingGriffo e hoje com um patrimônio na casa dos R$ 100 bilhões na área de gestão de fortunas. Outro suíço que fincou raízes por aqui é o Julius Baer, com aquisição da gestora de patrimônio GPS.

Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o segmento de private banking no país reunia R$ 863,6 bilhões ao fim de fevereiro. As gestoras de patrimônio, por sua vez, tinham no fim de 2016 R$ 90,1 bilhões. Mas como todo cliente tem conta em algum banco, há sobreposição nesses números.  - Valor Econômico Leia mais em portalnewsnet 24/05/2017





23 maio 2017

JBS contrata Bradesco BBI para venda de ativos, dizem fontes

A família, que controla cerca de 42% da JBS, está buscando maneiras de levantar capital depois da exigência de multa de R$ 11 bi do acordo de leniência

A JBS e a família controladora da empresa contrataram o Bradesco BBI para trabalhar em um plano para venda de vários ativos após o escândalo decorrente das revelações da delação premiada de Joesley e Wesley Batista na semana passada, disseram três fontes com conhecimento direto do assunto nesta terça-feira.

A família, que controla cerca de 42 por cento da JBS, está buscando maneiras de levantar capital depois da exigência do Ministério Público Federal para pagamento de multa de 11 bilhões de reais como parte de acordo de leniência que ainda está sendo negociado, disse uma das fontes.Por Tatiana Bautzer e Guillermo Parra-Bernal, da Reuters Leia mais em exame 23/05/2017

23 maio 2017



Hermes Pardini passa a deter totalidade do capital da Diagpar

O Instituto Hermes Pardini, de medicina diagnóstica, adquiriu nesta terça-feira as participações de acionistas minoritários na controlada Diagpar Holding.

Com isso, passou a deter a totalidade do capital social da Diagpar. Em 23 julho de 2013, a companhia já havia adquirido 71,4% das ações de emissão da Diagpar, controladora direta das unidades ... Leia mais em valoreconomico 23/05/2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 15 a 21/mai/2017

Anunciadas 10 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 15 a 21/mai/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 6 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                                  
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Fundador da Wizard paga R$ 200 milhões para ser sócio da Wise Up. O empresário Carlos Wizard Martins — fundador da rede de escolas de idiomas Wizard, que atualmente pertence à Pearson — comprou uma fatia de 35% da concorrente Wise Up por R$ 200 milhões.  15/05/2017

"Market Movers” - Exterior

  • Enjoy compra 55% do Conrad do Uruguai por US$ 189 milhões. Esta semana, o grupo chileno Enjoy concluiu o processo de compra dos 55% restantes do Conrad Punta del Este da Caesars Entertainment. Em maio de 2013 o Grupo Enjoy concluiu o processo de compra de 45% da empresa por US$ 139,52 milhões e teve a preferência de comprar os 55% restantes, o que acaba de acontecer. O Grupo Enjoy infomou à Superintendência de Valores e Seguros do Chile que emitiu e colocou no mercado bônus para US# 300 milhões, com vencimento em maio de 2022, a uma taxa de juros inicial de 10,5% e que os recursos serão utilizados para financiar o valor da compra de 55% das ações de emissão da Baluma AS (companhia proprietária do Conrad), dentre outras. 19/05/2017
  • Unilever compra marcas de cuidados pessoais da Quala na AL. “A Quala fez um trabalho excepcional ao construir marcas locais fortes e competitivas (na América Latina)", disse o CEO da Unilever, Paul Polman.  Fundada em 1980, a Quala está presente em dez países da América Latina: Colômbia, Equador, México, República Dominicana, Haiti, Peru, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Guatemala. A Unilever anunciou que adquiriu suas marcas de cuidados pessoais Savital/Savité, eGo, Bio-Expert, Fortident e Aromatel. O volume de vendas da companhia nestas marcas chegou a US$ 400 milhões em 2016, afirmou a Unilever em comunicado.15/05/2017

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Cemig negocia com fundo canadense para leilão, diz fonte. As usinas são operadas pela Cemig, mas os contratos de concessão venceram e o governo pretende obter recursos para o Tesouro ao relicitar os ativos. A elétrica mineira Cemig tem negociado com o fundo de pensão canadense Ontario Teachers’ Pension Plan uma possível parceria para disputar um leilão no qual a União oferecerá a concessão de quatro hidrelétricas por um bônus de outorga mínimo de 11 bilhões de reais, disse uma fonte do governo nesta quarta-feira. As usinas são operadas pela Cemig, mas os contratos de concessão venceram e o governo pretende obter recursos para o Tesouro ao relicitar os ativos, que somam 2,9 gigawatts em capacidade instalada. A usina São Simão terá bônus de outorga mínimo de 6,74 bilhões de reais. Jaguara terá bônus de 1,9 bilhão de reais. Em Miranda, a outorga será de 1,1 bilhão, enquanto em Volta Grande a cobrança será de 1,29 bilhão.17/05/2017
  • Petrobras divulga venda de participação no Campo de Azulão, no AM. O anúncio faz parte do plano de desinvestimentos da petroleira, revisado e aprovado pela diretoria, segundo o documento. A Petrobras colocou à venda 100 por cento de sua participação no Campo de Azulão (concessão BA-3), na Bacia do Amazonas, segundo fato relevante da companhia divulgado na noite de segunda-feira. A Petrobras afirmou que potenciais compradores deverão comprovar ser ou terem sido concessionários de exploração e produção de petróleo e gás nas bacias do Amazonas e/ou Solimões, além de possuir capacidade instalada de no mínimo 200MWh de geração termelétrica no Brasil. 16/05/2017

 M & A - COMPRA

  • Crise política põe em risco aportes de R$ 60,5 bi em infraestrutura. A crise política deflagrada após as denúncias contra o presidente Michel Temer pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, pode ameaçar investimentos privados de R$ 60,5 bilhões no setor de infraestrutura este ano. O número é uma projeção da Inter.B Consultoria, que já prevê a suspensão de grandes investimentos por parte das empresas, sobretudo em áreas ligadas a concessões públicas, como aeroportos, portos, energia elétrica e saneamento, entre outros. Somente entre a última quarta-feira, quando o Globo revelou as denúncias, e sexta-feira, investidores estrangeiros já suspenderam negociações que estavam em andamento na área de fusões e aquisições. Segundo projeção da InterB Consultoria, dos R$ 60,5 bilhões em investimentos privados previstos para este ano, R$ 30,6 bilhões estão destinados aos transportes, como ferrovias, portos e aeroportos. Energia tem programados R$ 16,1 bilhões, e telecomunicações, outros R$ 11,8 bilhões.21/05/2017
  • Território conquistado. A Cast Group, empresa de tecnologia da informação, prevê investir R$ 50 milhões em três aquisições que deverão se concretizar até o próximo mês, segundo o presidente, José Calazans da Rocha. “Os recursos para essas operações estão garantidos. Há ainda planos de comprar outras duas empresas até o início de 2018, mas, com a crise política, há dúvidas em relação à captação.” O aporte previsto para as novas aquisições, que serão negociadas no segundo semestre, é de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões, diz.19/05/2017

PRIVATE EQUITY

  • Com fundo Gávea, São Francisco vai investir mais. O grupo de saúde São Francisco está investindo, neste ano, R$ 60 milhões em expansão orgânica e concluindo a aquisição de uma operadora de convênio médico, cujo nome não foi revelado. O montante é mais do que o total aplicados nos últimos três anos. O aumento deve-se à entrada da gestora de private equity Gávea, que adquiriu 29% do capital da empre...  19/05/2017

IPO

  • BRMalls mantém precificação de follow on apesar de abalo político. A BRMalls decidiu seguir adiante com a sua oferta subsequente de ações (follow on), apesar da turbulência política. Na segunda-feira (22), será definido o preço da ação e esse é o ponto de discussão. Demanda existe. Na sexta-feira (19), estava em 1,5 vez no encerramento do roadshow. Desde que a BRMalls lançou a oferta, o preço das ações recuou 9,61%.  21/05/2017
  • Com crise política, IPOs e captações ficam em suspenso no mercado financeiro. Incertezas dificultarão concretização de projeções otimistas. A crise política colocou em compasso de espera os negócios no mercado de capitais. Nesse tipo de operação, as empresas emitem ações ou títulos de dívida (debêntures e bonds) para ter dinheiro e investir em seus projetos ou comprar concorrentes. Mas, como a delação da JBS aumentou a incerteza em relação à retomada econômica, quem estava se preparando para fazer captações resolver esperar. A postergação de algumas operações pode fazer com que o ano seja menos promissor no mercado de capitais do que o previsto. No caso da oferta de ações, a B3 (antiga Bovespa) calculava ao menos R$ 25 bilhões no ano (R$ 11,4 bilhões já foram emitidos até abril). O número poderia ser ainda maior se a Reforma da Previdência fosse aprovada ainda no primeiro semestre. Em uma operação dessas, a maior parte do dinheiro costuma ir para o caixa das empresas, que utilizam os recursos para aquisições ou para ampliação dos negócios. No entanto, bancos de investimento consultados afirmaram que essas ofertas só irão para a rua quando o cenário voltar a ficar mais claro. Essa postergação deve empurrar algumas operações para o ano que vem. 21/05/2017
  • Log Commercial Properties desiste de IPO. A Log Commercial Properties, unidade de gestão de espaços comerciais da construtora e incorporadora MRV desistiu de sua planejada oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo informações do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação, que deveria incluir ofertas primária (ações novas), vem após acionistas da empresa terem aprovado um aumento de capital de 250 milhões de reais em novembro, pondo fim a planos anteriores de abrir o capital, iniciados em junho.19/05/2017
  • IRB Brasil Re, o maior ressegurador do Brasil, dá a largada para IPO. O IRB Brasil Re parece que vai dar a largada para a oferta inicial de ações, o tão aguardado IPO. Depois de divulgar dados do seu balanço no dia 8 juntamente com a holding BB Seguridade, com lucro líquido ajustado de R$ 224,9 milhões de janeiro a março, alta de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado, o maior ressegurador do Brasil fez uma convocação de Assembleia Geral Extraordinária para o dia 19 de maio de 2017. A expectativa é de que os acionistas entrem num acordo sobre o IPO, segundo fonte que pediu anonimato.14/05/2017
  • Ômega Geração pede registro para IPO na CVM. A Ômega Energia Renovável, empresa em que a gestora Tarpon mantém investimento, pediu registro para realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3. A operação havia sido antecipada pela Coluna do Broadcast em março. A empresa emitirá units e, segundo fontes, a oferta será da ordem de R$ 1 bilhão. O prospecto preliminar mostra que a oferta será primária e secundária, o que significa que a empresa colocará dinheiro em caixa e atuais acionistas também venderão parte de suas ações. São acionistas vendedores o BJJ Income Fundo de Investimento em Participações e o WP ( Warburg Pincus) Income Fundo de Investimento em Participações.15/05/2017 
  • Priner, de serviços industriais, pode fazer IPO ainda em 2017, diz executivo. A empresa carioca de serviços industriais Priner pediu registro de companhia aberta e pode ainda neste ano realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), disse nesta segunda-feira um executivo da controladora da companhia. "Este é o primeiro passo para que a empresa se prepare em assuntos como auditoria e governança", disse à Reuters Marcelo Mesquita, sócio-fundador da gestora Leblon Equities, que administra o fundo de private equity que comprou 100 por cento da Priner em 2013.15/05/2017
  • As empresas voltam à bolsa. Uma nova safra de ações de companhias abertas, entre elas Magazine Luiza, BR Malls e Banco do Brasil, promete impulsionar as operações nos terminais da B3 nos próximos meses. Soma-se a essas operações a volta da Tivit, empresa de serviços de Tecnologia da Informação (TI), que em abril protocolou o pedido de IPO na CVM. A companhia já havia realizado um IPO, em setembro de 2009, mas fechou o capital no ano seguinte. Por trás disso estava a venda de 54,25% de seu capital para o fundo de private equity americano Apax, por R$ 873,8 milhões. A operação foi seguida de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) aos demais acionistas da Tivit. O que vem animando as empresas a tocar o sino no pregão, após dois anos de ausência, é a melhora dos indicadores e as boas perspectivas para a economia. Assim, 2017 já registrou nove operações na bolsa. Foram quatro estréias. A locadora de automóveis Movida, o laboratório Hermes Pardini, a companhia aérea Azul e a construtora Tenda, que voltou ao mercado. Porém, empresas abertas resolveram captar mais dinheiro no mercado. Há dois caminhos. Um deles são as vendas secundárias de ações, chamadas pelo nome inglês follow on.

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Grupo Vittia adquire controle da mineira Biovalens de defensivos biológicos. O Grupo Vittia de fertilizantes especiais e inoculantes anunciou a aquisição de 80% do controle acionário e a incorporação da companhia de defensivos biológicos Biovalens, com sede em Uberaba (MG). Com o negócio, cujo valor não foi revelado, o conglomerado, sediado em São Joaquim da Barra (SP), amplia a participação no setor com produtos complementares aos já comercializados, disse ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), José Roberto Pereira de Castro, diretor comercial e de Marketing do Grupo Vittia.
  • Startup recebe aporte de R$ 4 milhões para estimular participação popular nas cidades. Uma startup que fiscaliza a qualidade de serviços públicos e incentiva a tomada de decisões do governo com base na participação popular é o primeiro investimento na área de políticas públicas do bilionário americano Pierre Omidyar, fundador da plataforma de comércio eletrônico eBay, no Brasil. Sediado em São Paulo, o Colab.re vai receber aporte de R$ 4 milhões, capitaneado pelo fundo de impacto social Omidyar Network, criado pelo empreendedor da tecnologia e que está situado no Vale do Silício, e também pelo investidor da área de mídias independentes MDIF (Media Development Investment Fund), baseado em Nova Iorque. 19/05/2017
  • GP Investments anuncia fusão com a Rimini Street. A GP Investments anunciou acordo para fusão com a Rimini Street, pelo qual se fundirá com a GP Investments Acquisition Corp (GPIAC). A transação envolverá a emissão de 63,8 milhões de ações ordinárias da GPIAC, ao preço de US$ 10,00 por ação para os atuais acionistas da Rimini. "Após a fusão, a GPIAC será renomeada como Rimini Street, Inc. e continuará a ser negociada na Nasdaq sob a sigla RMNI", informou a GP, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O enterprise value antecipado da Rimini é de aproximadamente US$ 837 milhões, com uma capitalização após a transação de US$ 854 milhões ao preço de US$10,00 por ação. Em paralelo à consumação da transação, a GPIAC migrará sua jurisdição das Ilhas de Cayman para o Estado de Delaware, EUA. Após a conclusão, os acionistas da GPIAC deverão deter aproximadamente 25% da companhia combinada em base totalmente diluída, enquanto os atuais acionistas da Rimini Street trocarão as suas ações da Rimini por aproximadamente 75% da companhia combinada.17/05/2017
  • Aqua Capital compra controle de distribuidora de produtos veterinários. A Aqua Capital, fundo de private equity com foco nos setores de agronegócios, alimentos e logística, anunciou que adquiriu uma participação majoritária na Casa da Vaca, uma das maiores distribuidoras de produtos veterinários e insumos do país. O valor do negócio não foi revelado....  16/05/2017
  • Echoenergia, da Actis, compra ativos da Casa dos Ventos. Echoenergia, da Actis, compra ativos da Casa dos Ventos Por Camila Maia A Echoenergia, companhia recém criada pela gestora britânica Actis, vai anunciar hoje a aquisição de dois complexos eólicos da Casa dos Ventos, que somam 346 meg awatts (MW) de potência já em operação. Esse é o primeiro passo do plano da empresa de se consolidar entre os maiores investidores no setor eólico do Brasil.  Vendedor e comprador dos ativos não revelaram o valor da operação. Para se ter uma idéia do tamanho potencial da operação, o complexo eólico Alto Sertão II, de 386 MW, foi avaliado em cerca de R$ 1,8 bilhão pela AES Tietê no acordo de compra da Renova Energia. Diferentemente da Renova, que enfrenta severa crise financeira, a Casa dos Ventos não tinha pressa em se desfazer dos ativos, pois os recursos servirão para futuros investimentos em novos projetos por parte da companhia.16/05/2017 - 
  • NIMGenetics - nova injeção. A NIMGenetics, empresa espanhola de exames genéticos, recebeu um investimento de R$ 24 milhões de um fundo britânico para expandir a companhia, instalada no Brasil desde 2016. Os recursos serão utilizados principalmente para a compra de equipamentos de sequenciamento genético, afirma o presidente global, Enrique Rodrigues. “A ideia é ampliar a estrutura do laboratório nacionalmente, além de expandir as unidades comerciais, principalmente nas regiões Sudeste e Sul, diz ela. € 7 MILHÕES (cerca de R$ 24 milhões) faturou a empresa em 2016  17/05/2017
  • WDC Networks recebe aporte do Fundo de Investimento 2B Capital. A distribuidora brasileira WDC Networks, anuncia a entrada do fundo de investimento 2bCapital – Brasil Capital de Crescimento I como seu acionista minoritário. O valor do aporte não foi revelado. Atualmente, a WDC Networks comercializa produtos de acesso à banda-larga via fibra ótica, rádios para comunicação de dados e roteadores Wi-Fi. Seu portfólio também abrange soluções de segurança eletrônica e equipamentos de telefonia corporativa.15/05/2017
  • Fintech brasileira Nibo arrecada R$ 20 mi em rodada de investimentos. Startup atua com sistema de gestão financeira que melhora a interação de contadores e pequenas e médias empresas. A fintech brasileira Nibo, que atua para melhorar a interação de contadores e pequenas e médias empresas, arrecadou 20 milhões de reais em uma nova rodada de investimentos liderada pelo investidor sueco Vostok Emerging Finance. O capital levantado teve participação dos atuais parceiros Redpoint e Valor Capital Group e será usado em novas atividades comerciais e no desenvolvimento e introdução de novas funcionalidades aos produtos da empresa, segundo comunicado à imprensa. 15/05/2017
  • BETC e Havas se tornam uma única agência. Décimo maior grupo de agências do mundo, o francês Havas resolveu fundir duas de suas agências no Brasil. Em um movimento motivado pela otimização de recursos, a Havas Worldwide e a BETC, que desde maio do ano passado já respondem para a dupla de co-CEOs Gal Barradas e Erh Ray, passam a ser uma única empresa, atuando sob a marca BETC/Havas. Coincidentemente, o movimento de fusão no Brasil ocorre na mesma semana em que se anuncia uma alteração no principal acionista global do Grupo Havas. 12/05/2017
  • Fundador da Wizard paga R$ 200 milhões para ser sócio da Wise Up. O empresário Carlos Wizard Martins — fundador da rede de escolas de idiomas Wizard, que atualmente pertence à Pearson — comprou uma fatia de 35% da concorrente Wise Up por R$ 200 milhões. Com isso, Martins torna-se sócio do empresário Flavio Augusto da Silva, fundador da Wise Up rede de escolas que havia vendido o negócio para a Somos Educação .. 15/05/2017

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES  



Odebrecht conclui venda de controle do Galeão

A Odebrecht Transport, braço de infraestrutura e mobilidade urbana da Odebrecht, concluiu negociações para a venda de sua fatia no aeroporto do Galeão (RJ) para o grupo chinês HNA.

O pedido de mudança societária vai ser apresentado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até amanhã. Não há prazo definido para a análise do órgão regulador, mas ... Leia mais em valoreconomico 23/05/2017




Glencore faz proposta para aquisição da Bunge, diz mídia

Ações da Bunge operavam em alta de cerca de 15 por cento após a notícia sobre o interesse da Glencore

Glencore: trading de commodities fez uma proposta para a aquisição da companhia norte-americana Bunge

A trading de commodities Glencore fez uma proposta para a aquisição da companhia norte-americana Bunge, disse a rede CNBC nesta terça-feira, citando a Dow Jones.

As negociações das ações da Bunge, que haviam sido interrompidas mais cedo por conta de volatilidade, foram retomadas e os papéis operavam em alta de cerca de 15 por cento após a notícia sobre o interesse da Glencore. Leia mais em exame 23/05/2017



TI lidera ranking de fusões e aquisições até abril

PwC revela que o setor responde por 21% dos aportes realizados no país

Abril terminou com queda no número de fusões e aquisições no Brasil, segundo relatório da PwC Brasil. Ocorreram 48 transações, número 13% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com 55 negociações. De janeiro a abril, foram 198 negociações, 22% abaixo da média de 254 transações entre 2010 e 2015 e 2% a menos que nos primeiros quatro meses de 2016.

Tecnologia da Informação (TI) foi o setor com melhor desempenho representando 21% dos investimentos realizados em 2017 com 41 negócios, um crescimento de 17% em relação aos primeiros quatro meses de 2016. Em segundo lugar aparecem os serviços auxiliares. O Sudeste representa 70% nos negócios anunciados no período (139 transações). No Sul foram 26 negociações, número 13% inferior ao mesmo período de 2016 (30 transações).

De janeiro a abril, foram anunciadas 82 transações envolvendo capital estrangeiro, redução de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Somente em abril foram 20 transações realizadas por capital estrangeiro, redução de 33% em comparação ao mesmo período de 2016 (30 transações). Os Estados Unidos lideram com 33% do total (27 negociações).  Leia mais em amanha 23/05/2017



Samsung continuará buscando oportunidades de fusões e aquisições

A maior fabricante de chips de memória, celulares e televisões do mundo assumiu postura mais agressiva de aquisição em anos recentes

A gigante de tecnologia Samsung Electronics continuará procurando por oportunidades de aquisição, disse um executivo da companhia na segunda-feira, conforme a empresa busca desenvolver softwares e serviços para diferenciar seus produtos.

“Nós vamos ser otimistas em encontrar companhias que se encaixem em nossa estratégia”, disse o vice-presidente da divisão de celulares da Samsung, Peter Koo, durante um evento para investidores em Hong Kong. Ele não elaborou sobre alvos específicos ou tecnologias que a Samsung pretende adquirir.

A maior fabricante de chips de memória, celulares e televisões do mundo assumiu postura mais agressiva de aquisição em anos recentes, quebrando sua preferência anterior para confiar em seu próprio talento e usar seu dinheiro para despesas de capital em meio à intensificação da competição da concorrência com a Apple e Huawei Technologies.

Além de comprar empresas como a Viv Labs e LoopPay, acordos que impulsionaram os atuais esforços da Samsung para desenvolver inteligência artificial e serviços de pagamento por celular, a companhia também está investindo para entrar em novos negócios.

A empresa completou uma aquisição de 8 bilhões de dólares da Harman International Industries no início do ano, o maior negócio que já realizou, na tentativa de acelerar sua entrada na indústria de componentes automotivos e apresentar um novo motor de crescimento.

Koo disse que os objetivos da Samsung com softwares e serviços são principalmente tornar seus produtos mais atraentes para os consumidores, e que a empresa buscará parcerias bem como aquisições para reforçar suas ofertas.Por Reuters Leia mais em exame 22/05/2017



‘Se demorar, podemos voltar para a recessão’

O economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados, está preocupado com o desfecho da crise política e os impactos sobre a economia, que esboçava sinais de recuperação. Dependendo do encaminhamento político, segundo ele, um trimestre terá sido perdido, na melhor da hipóteses, se as reformas forem retomadas pelo sucessor do presidente Michel Temer. Mas ele não descarta um quadro pior, sem reformas. “Nunca foi tão óbvio o risco e o custo de voltarmos ao pântano”, alerta. A seguir, trechos da entrevista.

O que precisa ser feito para superar a crise política que paralisou a economia?
Na nossa avaliação, o presidente Temer perdeu totalmente a condição de governabilidade. Ele tem de sair, mas a Constituição tem de ser cumprida. Vale dizer: tem de haver uma eleição indireta no Congresso. Independentemente do tempo, o mais relevante é a ideia de qual será a saída dessa eleição.

Como assim?
Podemos ter uma pessoa eleita com condições de governabilidade, de reagrupar a base política e trazer de volta as reformas. Se isso acontecer, nós teríamos perdido um trimestre e eventualmente voltaríamos a ter possibilidade de recuperar uma trajetória de crescimento para o ano que vem, menor do que projetávamos, mas com alguma expressão. Aí conseguiremos sair do buraco.

Qual seria a alternativa?
Se for eleito alguém mais fraco politicamente ou, por características pessoais, que não tenha condições de retomar a agenda de reformas e de crescimento, aí haverá o problema que todo mundo teme: uma “sarneyrização”. Seria um horror. Tudo ficaria parado até a próxima eleição.

Com que cenário o sr. está trabalhando?
Temos de aguardar. Hoje, não consigo associar probabilidades nem fazer projeções.

Qual será o custo dessa crise política para a economia?
O menor custo que teremos é o de um trimestre perdido, como já citei, se for escolhido alguém com o mínimo de condições políticas. Assim, voltaríamos a crescer no ano que vem e, desta forma, sairíamos de vez da recessão. Tecnicamente, já saímos da recessão: todo mundo concorda que o primeiro trimestre teve crescimento positivo do Produto Interno Bruto (PIB). Isso é o mais razoável que se pode dizer. A interrupção da recuperação já é um dano considerável, dependendo da velocidade da solução política. A velocidade com que será feita a sucessão será a chave para a saída da crise econômica.

Como o outro cenário aventado, de um sucessor que não retome a agenda de reformas, voltaríamos à recessão?
Se demorar muito, por questões políticas e jurídicas, para escolher o sucessor, e se o sucessor for alguém frágil ou sem comprometimento com a agenda de reformas, podemos voltar para recessão. E o custo será enorme para o País como um todo. Aí vamos ficar marcando passo até a eleição de 2018, o que seria bem complicado. Isso poderia gerar uma paralisia na economia. Não acho que vá afundar tudo de novo porque um pouco dessa melhora da economia é cíclica, como a substituição de uma máquina ou o enxugamento de estoques em alguns setores. Mas nunca foi tão óbvio o risco e o custo de voltarmos ao pântano. No fundo, o custo pode ser a gente não conseguir sair da recessão e eventualmente voltarmos a ela. Existe um risco enorme de ter um custo mais elevado. Hoje, acho uma ousadia associar a probabilidade a esses cenários. Podemos caminhar para uma solução decente ou para uma coisa muito complicada. O Estado de S.Paulo - 23/05/2017 Leia mais em abinee 23/05/2017



Warren vai às compras para ser a nova XP

A Warren quer ser a próxima XP. Planeja aquisições que incluem um banco e uma corretora. Outra meta é fechar 2017 com 50 mil clientes, dos atuais 6 mil. Parece ousado, mas, para os ex-sócios fundadores da XP à frente da Warren, Marcelo Maisonnave, Eduardo Glitz e Tito Gusmão, o plano é básico. A estrutura da operação é, entretanto, diferente da que levou a XP a ser a maior plataforma independente de investimentos do Brasil, com uma rede de agentes autônomos.

Milionários.

A Warren é totalmente online, o que reduz seu custo. Por outro lado, para garantir capilaridade, aposta na propaganda e fidelização de investidores com perfil jovem que, acima de entender onde seu dinheiro será aplicado, está interessado em alcançar objetivos com ele, como uma volta ao mundo ou até mesmo se tornar um milionário. Leia mais em colunadobroad.estadao 23/05/2017



22 maio 2017

Petrobras pretende vender 100% de Juruá, na Bacia do Solimões

A Petrobras informou na noite desta segunda-feira que planeja vender 100% do campo de Juruá, na Bacia do Solimões, no Estado do Amazonas.

“A transação em potencial representa uma oportunidade para desenvolver e monetizar uma descoberta de gás natural, perto de campos operados pela Petrobras e de infraestrutura para processamento e escoamento de gás ... leia mais em valoreconomico 22/05/2017

22 maio 2017



SoftBank cria fundo de investimentos de US$ 100 bilhões

A Bloomberg traz nesta segunda-feira (22) uma matéria sobre o novo empreendimento de Masayoshi Son. Quando criança, ele escrevia em um bloco as novas invenções que esperava criar um dia. Hoje, o fundador da SoftBank tem quase US$ 100 bilhões para investir na próxima grande realização.

O noticiário afirma que a SoftBank Group de Son concluiu a primeira rodada de um fundo de investimentos planejado de US$ 100 bilhões, com dinheiro levantado da Arábia Saudita, Abu Dabi, Apple e Qualcomm. O Vision Fund dá ao homem de 59 anos acesso a um capital sem comparação no mundo do private equity ou do capital de risco – o equivalente a quatro Silver Lake ou quinze Sequoia Capital.

Son não gosta de eufemismos, diz a Bloomberg. Ele disse sem ironia que tem um plano de 300 anos para a SoftBank e visa construir a empresa mais valiosa do mundo. Com o Vision Fund, Son promete se tornar o maior investidor em tecnologia daqui a 10 anos, apostando no futuro da inteligência artificial, dispositivos conectados, satélites e na integração de computadores e humanos. De fato, em abril, ele liderou o investimento de US$ 5,5 bilhões na chinesa Didi Chuxing, o maior financiamento com capital de risco já registrado.

“Observamos um big bang com os PC, observamos um big bang na internet”, disse Son em uma conferência com acionistas. “Eu acredito que o próximo big bang será ainda maior. Para estarmos prontos, precisamos montar as bases e essas bases são o SoftBank Vision Fund.”

O megafundo de Son colocará uma quantidade sem precedente de dinheiro em setores já vistos como supercapitalizados. Os retornos do private equity caíram muito nos últimos anos porque há muito dinheiro para muito poucas transações. O capital de risco enfrenta problemas similares, aponta Bloomberg. Bloomberg': Leia mais em Jornal do Brasil 22/05/2017



Dona da Cartier compra participação na Dufry

O bilionário Johann Rupert, controlador da Richemont, dona da grife Cartier, vislumbra um futuro em que os seres humanos serão desbancados por robôs nos locais de trabalho e terão todo o tempo do mundo para viajar.... Leia mais em valoreconomico 22/05/2017



Fundo dos EUA pode entrar em consórcio da Ferrogrão

Apontado como principal interessado na construção e operação da ferrovia Ferrogrão, que vai ligar Sinop (MT) a Miritituba (PA), o consórcio Pirarara está em negociação avançada com um fundo americano interessado em ficar com 12% do investimento.

Por ser um ativo novo (greenfield), a Ferrogrão é considerada um projeto difícil e que precisa de esforç... Leia mais em valoreconomico 22/05/2017



Eletrobras contrata BTG Pactual para suporte em desinvestimentos

Estatal já anunciou um plano de vendas de fatias em ativos de geração e transmissão de eletricidade para levantar até 4,6 bilhões de reais

Eletrobras: estatal estimou que pode obter 2,2 bilhões de reais com as vendas de ativos em energia em 2017 e mais 2,4 bilhões de reais em 2018

A estatal Eletrobras contratou o banco BTG Pactual para prestar serviços de consultoria especializada em suporte a seu programa de desinvestimentos, segundo publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

A Eletrobras já anunciou um plano de vendas de fatias em ativos de geração e transmissão de eletricidade para levantar até 4,6 bilhões de reais, que serão utilizados para pagamento de dívidas.

Em apresentação recente, a estatal estimou que pode obter 2,2 bilhões de reais com as vendas de ativos em energia em 2017 e mais 2,4 bilhões de reais em 2018.

O contrato com o BTG Pactual foi fechado sem licitação, conforme permitido pela lei para assessorias e consultorias técnicas ou financeiras por profissionais ou empresas de notória especialização. Leia mais em exame 22/05/2017




Novo sócio pode ter até 50% do capital do Banco Máxima

Com insuficiência de capital para operar desde o ano passado, o Banco Máxima fechou acordo para a entrada de um novo sócio.

Daniel Vorcaro, empresário mineiro do ramo imobiliário, aceitou capitalizar a instituição, em um valor que pode chegar a pelo menos R$ 45 milhões, e adquiriu créditos detidos contra antigos sócios da instituição. Ao fim do ... Leia mais em valoreconomico 22/05/2017




Grupo suíço Clariant anuncia fusão com a americana Huntsman

O grupo químico suíço Clariant anunciou uma fusão com a americana Huntsman, em um negócio que criará um novo gigante do setor, que pode registrar um volume de negócios de 13,2 bilhões de dólares.

Os conselhos de administração dos dois grupos aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a fusão, anunciou a Clariant em um comunicado.

A operação será concretizada em sua totalidade na forma de ações.

O novo grupo, avaliado em 20 bilhões de dólares, terá sua sede social na Suíça, em Pratteln (região da Basileia), enquanto a diretoria de operações permanecerá no Texas (Estados Unidos).

As empresas esperam concretizar a fusão até o fim do ano.

"É a transação perfeita em um bom momento", afirmou Hariolf Kottmann, diretor geral da Clariant.

Kottmann será o presidente do conselho de administração, enquanto Peter Huntsman, atual presidente da Huntsman, assumirá a direção do grupo.

A nova empresa, com o nome HuntsmanClariant, terá cotações na Bolsa suíça e em Nova York. Leia mais em yahoo 22/05/2017
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Garmin anuncia aquisição de Active Corporation

A Garmin, líder mundial em navegação por satélite, acaba de anunciar a aquisição do ActiveCaptain ™ - um banco de dados eletrônico baseado em comunidades que contém informações quase em tempo real sobre marinas, ancoradouros, pontos de interesse, locais e perigos náuticos. O que é interessante é que a maioria é gerada pelo usuário para destinos de navegação em todo o mundo. O banco de dados possui mais de 250.000 usuários e pode ser acessado via navegador web ou uma variedade de aplicações móveis.

"Não há realmente nada que se compare à profundidade e amplitude do banco de dados ActiveCaptain", explica o presidente e CEO da Garmin International, Cliff Pemble. "Os navegantes contam com o ActiveCaptain para tornar suas viagens mais informadas e mais agradáveis, e estamos muito satisfeitos por adicionar esta tecnologia ao portfólio da Garmin", explica o Marine Business Development Manager da Garmin Brasil,Gabriel Bortoletto.

"A Garmin é líder em tecnologia entre os navegantes de todos os tipos, e estamos ansiosos para trabalhar com eles para tornar o ActiveCaptain ainda mais robusto e global", afirma o co-proprietário e co-fundador da ActiveCaptain, Jeffrey Siegel. "A Garmin possui extensas capacidades de engenharia e cartografia que permitirão que o ActiveCaptain seja profundamente integrado em suas ofertas de produtos", completa. Leia mais em maxpress 22/05/2017



Sinochem não busca mais compra de fatia no Grupo Noble, dizem fontes

A estatal chinesa Sinochem não está mais em busca de um investimento no Grupo Noble devido a preocupações sobre as finanças e as perspectivas de negócio da empresa de negociação de commodities, que tem sofrido prejuízos, disseram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto.

Ao manter conversas com a Noble mais cedo neste ano com o objetivo de comprar uma fatia na empresa, a Sinochem pensava no negócio como um meio de sair de sua posição de produtora de petróleo, gás e petroquímicos para se tornar também uma comerciante globalmente ativa no mercado de energia, disseram as fontes.

Mas a Sinochem ficou cautelosa em se associar com a Noble após a trading apresentar um surpreendente prejuízo trimestral neste mês e alertar que poderá não ser lucrativa nos próximos dois anos. A notícia desencadeou uma derrocada nas ações e títulos da Noble, além de cortes de notas de crédito por agências de classificação de risco.

A Noble tem sido afetada nos últimos dois anos por uma forte derrocada nos mercados de commodities, mudanças na administração e acusações de práticas impróprias de contabilidade, o que a companhia nega firmemente.

A Sinochem, que não havia comentado sobre o interesse na fatia da Noble, não respondeu imediatamente um pedido de comentário.

O movimento da Sinochem de desistir de uma proposta pela Noble também decorre de seu foco maior em "prioridades domésticas" e devido ao um maior escrutínio dos investimentos no exterior por empresas estatais chinesas, disse uma das fontes.

A fonte também disse, no entanto, que isso não significa que as conversas da Sinochem com a Noble não possam ser revividas no futuro. (Por Sumeet Chatterjee e Anshuman Daga; reportagem adicional de Meng Meng em Pequim) Reuters Leia mais em dci 22/05/2017



21 maio 2017

Sinal de recuperação do Brasil: Soma do valor das marcas brasileiras mais valiosas cresce 70%

   • Skol continua sendo a marca mais valiosa do Brasil, com um valor de $8,1 bilhões de dólares.
   • Bens de consumo e Serviços financeiros são os setores com melhor desempenho do ranking das marcas mais valiosas do Brasil, BrandZ.
   • A marca com maior crescimento foi Renner (168%), seguida de Adria (159%) e Anhanguera (138%).
   • Google continua sendo a marca internacional mais forte do Brasil seguida por Facebook e de Omo.

A soma do valor das 60 marcas mais valiosas do ranking anual BrandZ Brasil, realizado pela WPP, Kantar, Kantar Vermeer e Kantar Millward Brown totalizou $53,1 bilhões de dólares. Comparado com 2016 houve uma recuperação de 70%, demonstrando uma tendência de crescimento que havia sido observada desde 2014 e que foi interrompida no ano passado.
*Para efeito de comparação, foram analisadas apenas as 50 mais valiosas do top 60

"Depois de mais de uma década analisando marcas na Kantar e na WPP comprovamos a importância da construção de marca para enfrentar cenários economicamente complicados. As marcas brasileiras que reconheceram o valor dessa premissa cresceram, em alguns casos de mais de 100% de seu valor. Isso, em conjunto, permitiu um crescimento de 70% das TOP 50 marcas em comparação ao ano passado - depois de uma queda de 30% em 2016. Esta é uma mensagem positiva que reflete a expectativa do mercado de uma recuperação do Brasil." aponta Sonia Bueno CEO da Kantar.

Pelo quinto ano consecutivo, a Skol se manteve posicionada como a marca mais valiosa do Brasil. Com um valor de $8,1 bilhões de dólares. Em segundo lugar vem Bradesco, que subiu duas posições em relação ao ano passado, com um valor de $4,4 bilhões de dólares e um crescimento de 131%. Para completar o Top 3 está Brahma com um valor de $4,3 bilhões de dólares e um crescimento de 34%.

Pela primeira vez este ano o ranking inclui na análise as marcas de capital fechado. A decisão se deu principalmente ao fato de que em nosso mercado existem marcas de capital fechado bastante valiosas, como por exemplo, IKEA e Ferrero, que não poderiam ser avaliadas. ”Já havíamos inovado anteriormente em relação aos outros rankings, considerando inputs no valor de marca na mais robusta pesquisa de mercado de mais de 3 Milhões de consumidores chamada BrandZ. Agora, inovamos novamente pois consideramos as marcas que são valiosas, independente de serem ou não públicas, mantendo o rigor financeiro da metodologia” explica Eduardo Tomiya, CEO da Kantar Vermeer na América Latina.

Devido à mudança, 15 novas marcas passaram a fazer parte do ranking top 60, sendo duas delas no Top 10. Globo com um valor de $4,1 bilhões de dólares e Ypê com um valor de $1,1 bilhão de dólares.

As marcas que mais cresceram no Brasil

A Renner foi a marca que teve o maior crescimento no Brasil com uma variação de +168% (número 17, $684 milhões de dólares). Em segundo lugar está Adria +159% (número 49, $211 milhões de dólares), seguida pela Anhanguera +138% (número 34, $333 milhões de dólares), Itaú +133% (número 4, $4,3 bilhoes de dólares), Bradesco +131% (número 2, $4,4 bilhões de dólares), Droga Raia +125% (número 23, $491 milhões de dólares), Friboi +122% (número 50, $208 milhões de dólares), Drogasil +122% (número 20, $624 milhões de dólares), Arezzo +116% (número 59, $163 milhões de dólares) e Fleury +112% (número 51, $206 milhões de dólares) .

Bens de consumo e serviços financeiros foram os setores mais fortes do BrandZ Brasil. A soma do valor das marcas de Bens de Consumo foi de $24 bilhões de dólares em 2017 (+40% vs. 2016), o que equivale a quase 50% do total das marcas mais valiosas do Brasil. Destacam-se no setor as marcas de cerveja como Skol e Brahma. Esta é mais uma prova que empresas com marcas fortes podem mais rapidamente sair da crise que o mercado, sendo um ativo bastante relevante da empresa.

Em segundo lugar em importância está o setor financeiro, com $10,9 bilhões de dólares (+132% vs. 2016), que equivale a 21% do ranking; liderado por Bradesco, Itaú, Cielo e Caixa.

O terceiro setor em termos de desempenho foi o Varejo com um valor de $5,2 bilhões de dólares (+105% vs. 2016) determinado principalmente pelo êxito de marcas como Lojas Americanas, Renner, Netshoes, Drogasil e Droga Raia.

As marcas mais fortes do Brasil 
Paralelamente à análise das marcas mais valiosas do Brasil, WPP, Kantar, Kantar Vermeer e Kantar Millward Brown também analisaram as marcas mais fortes com base no fator Brand Strength*. Nesta premiação buscamos entender a força da marca na mente dos consumidores. Para tal, usamos uma pesquisa com mais de 500 marcas, 33 categorias e com mais de 14,000 entrevistados. Com base no modelo MDF – Maeninful Different Framework – da Kantar Millward Brown, a referencia absoluta em quantificação de força de marca, classificamos as marcas pelo Brand Strenght Factor.
Segundo esta análise, o Google se posicionou – pelo segundo ano consecutivo – em primeiro lugar com 100 no Brand Strength Index, e o Facebook em segundo (98.4). A marca de consumo Omo (93.9 ) avançou uma posição tomando o terceiro lugar de Trident (85.3) que agora ocupa o quarto lugar. Outras marcas como Coca Cola (77.0), Colgate (62.7), Oral-B (58.0) e Nescafé (56.7) permanecem na mesma posição no ranking e novas marcas entraram no disputado top 20: Heineken (44.5), Dorflex (38.2) e Nike (35.6).

Top 20 das marcas mais fortes do Brasil – 2017

“Os investidores valorizam as empresas com base nas percepctivas futuras do negócio e do mercado. Este mercado projeta, com base em evidências, que estamos de fato saindo da crise, e mostram mais uma vez que marcas valiosas saem mais rápido dessa situação– e são um verdadeiro escudo contra crises. É um prêmio para as empresas que souberam acreditar no propósito e no valor das suas marcas que com credibilidade e inovação fogem de mercados commoditizados e agregam um substancial valor aos acionistas” afirma o CEO da Kantar Vermeer para América Latina

NOTAS PARA OS EDITORES:
O BrandZ™ Top 60 Most Valuable Brazilian Brands - agora em seu 11º ano - faz parte do conjunto de classificações BrandZ, que também inclui o Top 100 Most Valuable Global Brands (junho), o Top 50 Most Valuable Indonesian Brands (agosto), o Top 50 Most Valuable Indian Brands (setembro), o Top 100 Most Valuable Chinese Brands e o Top 20 Saudi Arabian Brands (ambos em março).

* Brand Strength: este fator é obtido com base na análise BrandZ e reflete três fatores: a Contribuição de Marca (influência da marca no processo de decisão de compra), o fator Premium (a predisposição dos consumidores a pagar mais pelas marcas) e o fator Poder (a predisposição do consumidor a comprar mais).

Histórico e metodologia
A avaliação da marca por trás do BrandZ Brazilian Top 60 foi realizada pela consultoria Kantar Vermeer, uma consultoria de valorização e estratégia de marca líder no Brasil, utilizando a metodologia do BrandZ. A metodologia espelha aquela que foi utilizada para calcular o ranking BrandZ Top 100 Most Valuable Global Brands anual, que está agora em seu décimo ano.

Encomendado pela WPP, o ranking é único. Combinando dados financeiros da Bloomberg e da Kantar Millward Brown com opiniões de consumidores obtidas em 1.000 entrevistas com mais de 54.000 consumidores latino-americanos em 34 categorias, o BrandZ™ Top 60 Most Valuable Brazilian Brands é a classificação mais robusta disponível das marcas brasileiras.

Os critérios de seleção de marcas a serem incluídas no ranking foram:
? A marca precisa ser propriedade de uma empresa de capital aberto
? A empresa de capital aberto precisa reportar ganhos positivos
? A marca precisa ser caracterizada como uma marca brasileira local (originária do Brasil ou que uma proporção relevante de sua empresa esteja localizada na região).

As classificações da BrandZ são as únicas avaliações do mundo que levam em conta o que as pessoas pensam sobre as marcas que compram, além da análise rigorosa de dados financeiros, avaliações de mercado, relatórios de analistas, e perfis de risco. A percepção do consumidor de uma marca é um dado chave na determinação do valor da marca, porque as marcas são uma combinação de desempenho de negócios, entrega de produtos, clareza de posicionamento, e liderança.

A percepção do consumidor é usada para determinar a contribuição da marca, que mede a influência somente da marca no valor financeiro em uma escala de 1 a 5 (sendo 5 a mais alta). É uma avaliação da associação de uma marca na mente dos consumidores para promover vendas, predispondo os consumidores a escolherem a marca ou pagarem mais por ela.

Sobre Kantar Vermeer - A Kantar Vermeer é a única consultoria global de marketing que ajuda as marcas a desencadearem o crescimento orientado pelo propósito através do desenvolvimento e da incorporação de estratégias, estrutura e capacidade de marketing orientadas pelo insight do consumidor. Enraizado na pesquisa do consumidor, na compreensão dos stakeholders e na análise financeira, a compreensão aprimorada da Kantar Vermeer traz uma abordagem intrinsecamente multi lente para criar soluções para desafios de marketing estratégico. A Kantar Vermeer faz parte da Kantar do grupo WPP, uma das maiores empresas mundiais de dados, insights e consultoria.

Sobre Kantar Millward Brown - Kantar Millward Brown é uma agência global líder especializada em eficácia de publicidade, comunicação estratégica, mídia e pesquisa de valor de marca. A empresa ajuda os clientes a desenvolverem grandes marcas através de soluções qualitativas e quantitativas abrangentes baseadas em pesquisas. A Kantar Millward Brown atua em mais de 55 países e faz parte da Kantar do grupo WPP, uma das maiores empresas mundiais de dados, insights e consultoria. Saiba mais em www.millwardbrown.com.

Sobre WPP - A WPP é o maior grupo de serviços de comunicação do mundo, com faturamento de US$ 73 bilhões e receita de US$ 19 bilhões. Através de suas empresas operacionais, o Grupo oferece uma ampla gama de serviços de publicidade e marketing, incluindo gestão de investimentos em publicidade e mídia; gestão de investimentos em dados; relações públicas e assuntos públicos; branding e identidade; comunicação de serviços de saúde; marketing direto, digital e de promoção e relacionamento, assim como comunicação especializada. A empresa emprega mais de 200.000 pessoas (incluindo associados e investimentos) em mais de 3.000 escritórios em 113 países. Para mais informações, visite www.wpp.com.

A WPP foi nomeada Holding do Ano no Festival Internacional de Criatividade do Lions de Cannes de 2016 pelo sexto ano consecutivo. A WPP também foi nomeada, pelo quinto ano consecutivo, a Holding mais Eficaz do Mundo no Effie Effectiveness Index de 2016, que reconhece a eficácia da comunicação de marketing. Em 2016, a WPP foi reconhecida pela Warc 100 como a World’s Top Holding Company (pelo segundo ano consecutivo). Leia mais em maxpressnet 19/05/2017

21 maio 2017